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Léo de Brito: “Vamos apurar a corrupção na Petrobras até no governo FHC”

Léo de Brito está disposto a ser um dos primeiros a endossar o pedido a ser feito esta semana pelo relator da CPI para que Barusco seja o primeiro a ser ouvido na comissão.

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Léo de Brito está disposto a ser um dos primeiros a endossar o pedido a ser feito esta semana pelo relator da CPI para que Barusco seja o primeiro a ser ouvido na comissão.

Romerito Aquino – De Brasília

Léo de Brito: “Vamos apurar a corrupção na Petrobras

Léo de Brito diz que Vai apurar a corrupção na Petrobras  

Mesmo estreante no Congresso Nacional, o jovem deputado federal Léo de Brito (PT-AC) já sabe muito bem o que vai fazer nos próximos seis meses em que durar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara que vai investigar as irregularidades da Petrobras.

Como um dos membros efetivos da CPI, Léo de Brito e seu partido, liderado pelo deputado Sibá Machado, outro petista do Acre, estão determinados a passar a limpo toda a corrupção ocorrida na maior empresa do país. Para isso, pretendem ampliar a investigação até os oito anos do governo tucano de FHC, quando começou o esquema de propinas na companhia petrolífera, conforme já confessou na justiça o ex-gerente de Engenharia da Petrobras, Pedro Barusco.

Léo de Brito na sala das comissões da Câmara

Léo de Brito na sala das comissões da Câmara

Desta forma, Léo de Brito está disposto a ser um dos primeiros a endossar o pedido a ser feito esta semana pelo relator da CPI para que Barusco seja o primeiro a ser ouvido na comissão. Nesta entrevista, Léo de Brito também prega da necessidade urgente da reforma política do país que acabe com o financiamento de campanhas eleitorais por empresas, financiadoras de campanha e fontes das propinas pagas a ex-dirigentes corruptos da Petrobras. Léo de Brito defende o sistema de financiamento público exclusivo ou misto, em que se incluam doações individuais com limites.

O que a CPI pode trazer de novo no caso Pertrobras além daquilo que o Poder Judiciário está fazendo?

A CPI pode contribuir imensamente naquilo que o Justiciário não está investigando. A Justiça só está investigando, por exemplo, do governo do presidente Lula para cá. A intenção do PT é aprofundar isso. O ex-gerente de Engenharia da Petrobras, Pedro Barusco, afirmou que as propinas na Petrobras começaram a ser cobradas na década de 1990. Portanto, queremos ampliar essa investigação para passar a limpo toda a corrupção da Petrobras.

Deputado participa da primeira sessão da CPI da Petrobras

Deputado participa da primeira sessão da CPI da Petrobras

Vai ser fácil ou difícil aprofundar as investigações?

Vai ser um trabalho parlamentar normal. O clima político está muito aquecido e isso pode fazer com que os rumos da CPI sejam transformados em espetacularização, que é o que não queremos. O que a população quer é muita seriedade para que todos os fatos em investigação sejam devidamente apurados e os culpados sejam apontados e punidos. Nós não concordamos com a espetacularização ou a politização da CPI.

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Os seis meses da CPI serão suficientes para ampliar as investigações até o governo FHC?

Acredito que as atividades do presidente, do relator e do plano de trabalho da comissão nos permitirão fazer a nossa atribuição, que será juntada com aquilo que o Ministério Público e a Polícia Federal já estão fazendo na apuração judicial.

Há os que dizem que o Congresso não tem moral para investigar porque há parlamentares financiados por empresas envolvidas na Operação Lava Jato. O que o senhor acha disso?

Falo como um parlamentar que não recebeu nenhum tipo de financiamento das empresas que estão envolvidas no escândalo. Todos os parlamentares se elegeram no atual sistema de financiamento de campanha, que permite o financiamento por empresas. Isso não quer dizer que o parlamentar que foi financiado por empresa não esteja apto a fazer o devido julgamento. Tenho plena confiança nos membros da CPI, pois nenhum deles foi indiciado ou denunciado no escândalo da Petrobras. Os partidos indicaram membros para fazerem a investigação com isenção e sem medo de apuração.

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Corrupção relacionada ao financiamento de campanhas por empresas

O caso Petrobras não enseja uma mudança imediata no financiamento de campanhas pelo Congresso?

Se o Congresso não avançar nas mudanças políticas estará com os olhos vedados para uma realidade que está dada, pois a maior parte dos escândalos de corrupção que aconteceram nos últimos anos está basicamente relacionada ao financiamento direto ou indireto de campanhas por empresas. O sistema que temos de financiamento coloca todo mundo sob suspeita. Por isso, teremos de acabar com o financiamento privado de campanhas, como o próprio Supremo Tribunal Federal já referendou.

O financiamento público de campanha resolve o problema da corrupção na política?

Eu não diria que resolve, porque não temos um sistema de financiamento ideal. Mas acredito que se conseguirmos reduzir o valor das campanhas e o tempo que elas se dão, teremos condições de fazer um sistema de financiamento público exclusivo ou misto, de doações individuais, com limites para que se possa ter mais transparência nas campanhas. Esse é o verdadeiro sonho de uma reforma política. Uma reforma que fortaleça os partidos políticos, os programas e as ideias. E que a gente possa ter uma sintonia fina com as representações da sociedade nos poderes Legislativo e Executivo.

É preciso resolver urgente a crise política do país, não?

Sem dúvida. O Congresso Nacional está agora correndo o risco de sofrer mais um novo escândalo de descrédito. A lista do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, certamente trará novos nomes de políticos que supostamente estariam envolvidos no escândalo de corrupção da Petrobras. Isso é ruim para a instituição. Para se ter uma democracia forte é preciso ter instituições fortes. Por isso, cabe a nós, do parlamento, fortalecermos as instituições. E esse fortalecimento se dá também através de investigações como a que vamos fazer agora na CPI.

Léo de Brito com Lula e Jorge Viana na passagem do ex-presidente pelo Acre - Fotos: Divulgação

Léo de Brito com Lula e Jorge Viana na passagem do ex-presidente pelo Acre – Fotos: Divulgação

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Diante do trabalho que realizam, Deputada Maria Antônia e ex-prefeito Dêda conquistam o apoio político da ex-vereadora de Epitaciolândia, Toinha Gadelha

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O casal Dêda e Maria Antônia tiveram a honra de receber a privilegiada visita da ex-vereadora do município de Epitaciolândia, Toinha Gadelha, e sua filha Eva Hassem em sua residência onde na oportunidade trataram sobre o andamento do atual cenário político no Estado do Acre.

Diante do que foi dialogado, Toinha que é uma grande liderança política na região da Alto Acre destacou que, ao vir à capital Rio Branco para resolver alguns assuntos, não poderia deixar de fazer uma visita a deputada Maria Antônia e seu esposo Dêda Amorim e acompanhar de perto a dedicação e o carinho que o casal tem com o trabalho social que ambos desenvolvem.

Ao tomar conhecimento da história política e o trabalho do casal, Toinha afirmou que se identificou com o perfil de Dêda e Maria Antônia e por esse motivo decidiu se unir ao grupo político e sobretudo, declarar o seu apoio político para o ano de 2022 não só dela como também de sua família, Sua filha Eva também seguiu a mesma decisão da mãe e declarou o seu apoio.

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“Para nós é sempre muito gratificante receber eu nossa residência pessoas maravilhosas como a nossa querida amiga Toinha Gadelha e sua filha Eva, pessoas de caráter e de respeito que muito nos alegram com vossas presenças, sempre será um privilégio estarmos reunidos conversando pois são pessoas por quem nós temos um imenso carinho e desde já, agradeço pela visita pois a nossa casa sempre estará aberta para recebê-las”, enfatizou a parlamentar.

Vale destacar que Toinha Gadelha tem um legado na política acreana onde deixou sua parcela de contribuição quanto ao desenvolvimento município de Epitaciolândia. Toinha foi eleita a vereadora mais votada por dois mandatos, foi vice-prefeita, ocupou cargos na administração pública e mostrou que foi capaz de fazer a diferença, realizando o seu trabalho sempre com muita competência e dedicando o seu melhor, visando bons frutos para Epitaciolândia.

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Veja o Vídeo Abaixo: Vereadora Neiva Badotti – “Não me manda recado, mais! Este tipo de recado é de quem deve, é de quem está com medo, eu vou continuar fiscalizando, denunciando doa a quem doer. Eu tenho certeza que essas denuncias não vão passar despercebidas, eu confio plenamente no Poder Judiciário na Policia Federal que não vão usar dois pesos e duas medidas para ninguém. Ninguém está acima da Lei, nem a senhora prefeita, nem o Governo do Estado e nem o presidente da República interfere na PF, não me mande mais recado!!”, concluiu a parlamentar.

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