Política

Irresponsabilidade: Em meio a uma onda de covid nas escolas, secretaria de educação do estado não orienta suspensão das aulas presenciais

Publicados

Política

Uma nova e inesperada onda de casos de Covid-19 está afetando centenas de acreanos e levanta a preocupação e o questionamento acerca da falta de um planejamento do estado para lidar com o problema sobretudo nas escolas.

No Acre, muitas unidade educacionais estão suspendendo as aulas por casos positivos de covid-19 entre alunos e servidores das escolas. Outro fator que merece atenção é o protocolo adotado pela SEE que determinou que, cada dia sem aula ocasionada por fatores externos, terá que ser pago depois, causando assim uma incógnita a cerca do fim do ano letivo de 2022.

A orientação da SEE é que as escolas não suspendam o ano letivo por casos positivo de Covid-19 de alunos e se caso o professor se infectar aí sim pensar em parar. É preciso os pais e a sociedade em geral saber que estamos enfrentando uma quarta onda do vírus e o planejamento do estado é quase zero para isso.

Professores chegam a dizer que, se forem infectados, não informarão a direção da escola, pois terão que repor aulas depois.

Leia Também:  Em Brasiléia na Rua 2 de Novembro é um caos total de abandono.

Uma diretora que não quer se identificar, nos relatou que informou sobre casos de servidores e alunos na sua escola e a resposta da Secretaria é de que, eles deveriam apenas fazer acompanhamento e no caso de professor infectado suspender apenas a sala em que ele leciona.

“O governo não quer encarar pautas negativas agora, pensa em eleição, em se reeleger e na ponta estamos nós, se arriscando e colocando as crianças em risco. O Acre vive uma disputa eleitoral e esqueceram de gerir as políticas públicas”, desabafou uma diretora que não quer se identificar.

Procuramos o Secretário de Educação Abson Carvalho, mas até o fechamento da matéria não obtivemos retorno.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Vereadora Marinete “taca fogo” e fala das 500 vacas que foram compradas com dinheiro na bolsa, e estão em áreas de reserva

Publicados

em

Veja o Vídeo:

A vereadora Marinete Mesquita usou a tribuna na manhã desta terça-feira (09) para falar das denúncias que a mesma tem recebido enquanto parlamentar com relação ao assédio moral que está acontecendo no Poder executivo para que os servidores votem em determinados candidatos.

A mesma relata que foi procurada por servidores que necessitam do emprego e ouviu com atenção a humilhação que lhe fora relatada. Na oportunidade, a parlamentar não hesitou em orientar esses servidores a colherem provas para que efetivem a devida denúncia nos órgãos competentes para que essas práticas imorais e desrespeitosas sejam banidas do funcionalismo público.

Marinete falou ainda sobre a denúncia sobre mensalinho via pix que vem acontecendo na gestão da prefeita Fernanda Hassem. Mesquita destaca que essa situação é falta de esperteza, ou burrice mesmo. A nobre edil destaca que as pessoas que estão cometendo isso, deveriam aprender com a patroa: “se vão comprar alguma coisa, leva o dinheiro na mão, na bolsa, não faz pix. As 500 vacas que foram compradas com dinheiro na bolsa, isso é ser inteligente, não deixou nenhum rastro”, destacou.

Leia Também:  Prefeito André participa de reunião em Manaus para discutir zona franca

Dando continuidade em sua manifestação, Marinete foi bem incisiva quando solicitou a investigação por parte dos órgão competentes, para que investiguem o laranjal que tem no município de Brasileia e Epitaciolândia, e em se tratando das 500 vacas muitas delas estão em áreas de reservas e dentro de terras de colegas que são autoridades e que a falta de fiscalização tem facilitado, pois se confia porque parente é quem comanda os órgão que deveria fiscalizar.

“Fica aqui o nosso pedido também para que os órgãos competentes comecem a fiscalizar de fato e investigar o verdadeiro laranjal que existe nos municípios de Brasileia e Epitaciolândia. Um verdadeiro laranjal!!!”, concluiu a parlamentar.

Veja o Vídeo:

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

EDUCAÇÃO

CONCURSO

ESPORTE

MAIS LIDAS DA SEMANA