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Ex-gerente do Depasa em Xapuri é acusado de perseguir servidores e provocar tumulto

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O ex-gerente do escritório do Depasa em Xapuri, Marcos Antônio da Silva Mansour, afastado da função depois de ser preso em flagrante, no dia 12 de janeiro deste ano, por espancar a própria esposa na saída de uma igreja evangélica da cidade, está sendo denunciado por perseguir funcionários públicos estaduais e promover um tumulto no escritório do Idaf no município.

Segundo as informações apuradas, Marcos Mansour, como é mais conhecido na cidade, se comporta como se fosse uma espécie de fiscal do que se passa nos órgãos públicos do município. Adentra os setores ameaçando cortar ponto de uns e esbravejando contra outros que ele considera que não estão trabalhando conforme ele crê que seja o correto, constrangendo e ameaçando a quem encontra pela frente.

Isso foi o que aconteceu na última quinta-feira, 27, quando Mansour provocou tumulto no escritório local do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf). Para começar, ele chegou ao órgão com um som automotivo em um nível de decibéis que perturbou o atendimento ao público. Em seguida, saiu abrindo portas e cobrando os servidores pela presença do funcionário Raimari Cardoso que, segundo ele, não estaria comparecendo ao trabalho.

Informado de que o funcionário havia saído para tratar de assuntos do interesse do órgão, Marcos reagiu aos berros dentro da repartição pública, diante de vários produtores rurais que aguardavam atendimento, afirmando que Raimari Cardoso estava sendo acobertado no setor, pois “recebia mais de R$ 10 mil para não trabalhar”. Depois disso, deixou o local e passou a enviar mensagens de whatsapp ao servidor acusando-o de “fugir do trabalho” e xingando-o de “parasita e sanguessuga”.

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Raimari Cardoso, que é servidor público estadual há 26 anos, 14 dos quais no cargo de Gestor de Políticas Públicas, além de ser jornalista profissional, diz que ao retornar ao setor de trabalho encontrou os colegas nervosos com a situação e alguns produtores demonstrando indignação com as cenas que presenciaram. De acordo com ele, o comportamento “descontrolado” de Marcos Mansour ocorre em razão de sua atuação no jornalismo, o que desagrada ao grupo ao qual ele pertence.

Cardoso diz que tem mais de 30 anos de atuação no Sistema Público de Comunicação do Acre, sem jamais ter tido um ponto cortado ou respondido a qualquer procedimento administrativo, mas que foi removido da Secretaria de Estado de Comunicação no último dia 27 de janeiro.

Tendo migrado para o Idaf, ele diz que começou a receber as mesmas pressões e perseguições por continuar atuando, fora de seu horário de trabalho, em um blog particular, nas redes sociais e em sites de notícia tratando dos acontecimentos locais como tem feito durante quase toda a sua vida.

“Em Xapuri, todos sabem de onde partiu minha retirada do quadro da Secom. É fato notório na cidade a insatisfação de um certo grupo político com a pauta que sempre levantei no serviço público de rádio. Tiraram-me de lá e não colocaram sequer um substituto, ficando um vazio e uma ruptura do acesso da comunidade à informação de interesse público. Agora, a mesma perseguição vai em busca de mim no novo setor de trabalho”, denuncia.

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A respeito dos fatos ocorridos na última quinta-feira, o servidor estadual diz que registrou boletim de ocorrência na delegacia de polícia por importunação e ajuizou ação de recomposição de danos morais por calúnia e difamação no Juizado Especial Cível da Comarca de Xapuri. Depois de ter feito os registros, Raimari Cardoso afirma que continuou a receber áudios e imagens provocativos enviados por Marcos Mansour. O material será anexado aos processos tanto na esfera cível quanto na criminal.

Um fato que chama a atenção é que ao mesmo tempo em que persegue servidores públicos sob a acusação de que eles recebem sem trabalhar, Marcos Mansour consta na folha de pagamento do mês de janeiro com vencimentos normais mesmo tendo sido substituído após o evento de sua prisão no dia 12 de janeiro. Consultada sobre a situação do ex-gerente, uma fonte do Depasa informou que ele estaria “sem função”, mas recebendo normalmente – sem trabalhar.

No Portal da Transparência do Governo do Estado ele aparece normalmente na folha de janeiro, sendo que o mês de fevereiro ainda não foi disponibilizado para consulta. A mesma fonte citada no parágrafo anterior informa que há a previsão de que ele seja reconduzido à gerência do Depasa em Xapuri a partir da próxima segunda-feira, 2. Por Ac24horas

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Após votar no orçamento de 1%, vereador Pantico vota contra o complementação de recursos, sua esposa está descumprindo a legislação ao acumular cargos público

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O vereador do município de Epitaciolândia, Francisco das Chagas Santos de Melo, mais conhecido como Pantico da água, não perde a oportunidade quando o assunto é se dar bem, o mesmo tem desenvolvido um trabalho familiar com o intuito de cuidar somente de seus próprios interesses e deixar a população largada a própria sorte. Prova disso é sua falta de posição na Câmara de Vereadores.

Desde que assumiu, o vereador Pantico tem demonstrado que não tem opinião própria e de fácil manipulação, em um momento diz que trabalha pelo povo e luta pelo povo, mas foi um dos parlamentares que votou favorável para que o gestor do município trabalhasse com apenas 1% do orçamento.

Pantico com todo o seu falso moralismo tem apresentado um comportamento no Poder Legislativo, diferente do que costuma dizer, pois todos os projetos enviados pelo Poder Executivo para votação na Câmara, o nobre vereador vota contra. Como pode um vereador dizer que trabalha pelo povo, mas veta todos os projetos que beneficiariam o povo? Sem dúvidas é no mínimo contraditório.

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Recentemente, a prefeitura de Epitaciolândia enviou um projeto que trata-se de uma emenda para abertura de crédito adicional, ou seja, permitiria que o Poder Executivo tivesse mais recursos para trabalhar em benefício para a população, porém, nesta votação, Pantico era o responsável por desempatar a votação diante dos vereadores de oposição, inclusive chegou a afirmar que votaria a favor para que o prefeito tivesse condições de trabalhar, mas na hora de votar, Pantico votou contra o projeto.

O parlamentar que fala muito em moral esqueceu de levar ao conhecimento da população que suas esposa, a Srª. Antônia Arleth Cordeiro de Moura, está descumprindo a legislação ao acumular cargos público. Antônia é servidora efetiva da prefeitura de Epitaciolândia, onde atua na área de serviços gerais, na secretaria municipal de educação, lotada na escola Pequeno Príncipe.

Vale destacar que, Antônia foi nomeada em maio de 2022, o que mostra claramente que o governo de Gladson Cameli está usando os empregos do estado para angariar votos para o processo eleitoral deste ano.

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Segundo informações colhidas pela redação do site 3 de Julho Notícias, a mesma recentemente foi nomeada para ocupar um Cargo Em omissão – CEC 1 no Instituto de Meio Ambiente do Acre – IMAC com remuneração no valor de R$ 3.224,01 (três mil, duzentos e vinte e quatro reais e um centavo), mas ainda de acordo com informações, Antônia não comparece ao seu local de trabalho, caracterizando como mais um caso de funcionário fantasma no governo de Gladson Cameli e por já ser servidora pública efetiva, a esposa do vereador Pantico não pode exercer um cargo em comissão. Isso e muito mais, mostra que Pantico não passa de um falso moralista.

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