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Estado inicia discussões sobre melhorias da segurança pública no Vale do Juruá

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O titular da Sejusp ouviu reivindicações de vereadores sobre a melhoria dos serviços de segurança oferecidos em Cruzeiro do Sul – Foto: Marcos Santos

Assessoria – O encontro realizado na Câmara Municipal de Cruzeiro do Sul, na manhã desta segunda-feira, 9, marcou o início de uma série de discussões do governo acerca do rumos da segurança pública em todo o Vale do Juruá.

Acompanhado de autoridades locais, o titular da Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp), coronel Paulo Cézar Santos, dialogou com vereadores e os convidou para a abertura oficial da 4ª edição do Sejusp Itinerante, que será realizado na sexta-feira, 13, na segunda maior cidade acreana.

“Será a oportunidade que a sociedade terá para conhecer os investimentos que vêm sendo realizados no Juruá. Estamos convidando os representantes do povo e prefeitos de toda região para participarem ativamente desse processo de democratização da segurança pública”, informou o secretário.

Dentre as pautas tratadas no encontro, o militar destacou os investimentos e o esforço do governador Gladson Cameli para ampliar o efetivo das polícias em todo o estado.

O vice-presidente da Câmara de Vereadores, Clerton Souza, classificou o encontro como oportuno. “Ter um fórum de segurança pública para ouvir a sociedade civil e o poder legislativo local é de suma importância. É nele que vamos passar ao governo tudo que ainda precisamos para avançar ainda mais na segurança dos cidadãos do Juruá”, analisou.

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Investimentos para o Vale do Juruá

Em Cruzeiro do Sul, a gestão de Cameli vem investindo cerca de R$ 2,4 milhões nas reformas da Delegacia da Mulher (Deam), do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), da Companhia de Operações Especiais (COE) e do Centro Socioeducativo (ISE).

Com o orçamento de R$ 2,5 milhões, a cidade de Mâncio Lima também será agraciada com a construção do Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp). Outros municípios da regional também receberão investimentos do governo na área de segurança pública.

O governo investirá, ainda,  o montante de R$ 4,5 milhões em equipamentos para modernizar os serviços de segurança na capital do Vale do Juruá.

Sobre o Sejusp Itinerante

O Programa Sejusp Itinerante foi criado para a disseminação do Plano Estadual de Segurança Pública, além de apresentar investimentos e discutir, por meio de câmaras temáticas, estratégias que resultem na redução dos indicadores de violência específicos de cada região. Para o evento, são convidadas personalidades públicas estaduais e municipais, governamentais e não governamentais, que de alguma forma têm responsabilidade sob o tema e pode contribuir para o debate.

A primeira edição se deu na capital Rio Branco, representando a regional Baixo Acre. A segunda foi realizada no município de Brasileia, representando a região Alto Acre, e a terceira em Tarauacá, representando a regional Tarauacá/Envira.

Paulo Cézar Santos convidou os parlamentares para o lançamento oficial da 4ª edição do Sejusp Itinerante, que será realizado em Cruzeiro do Sul – Foto: Marcos Santos

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Veja o Vídeo Abaixo: O município de Bujari se Limita ao norte com o Amazonas, ao sul com o município de Rio Branco, a leste com o município de Porto Acre e a oeste com o município de Sena Madureira. Sua área é de 3.467,681 km², com uma densidade demográfica (hab/km²) de 3,00 , sendo que em 2010 possuía um IDHM de 0,589.

O município de Bujari originou-se no início de 1968/1969, por remanescentes indígenas que se integraram a sociedade ali instalada, com a construção da BR 364, trecho Rio Branco/Sena Madureira. Povoado elevado à categoria de Vila, em 1986. Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Bujari, pela Lei Estadual nº 1031, de 28 de abril de 1992, alterado pela Lei Estadual nº 1066, de 9 de dezembro de 1992, que o desmembrou de Rio Branco, assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

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CPI do Transporte Público: ex-superintendente Sawana Carvalho é ouvida por vereadores de Rio Branco

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Ex-superintendente Sawana Carvalho foi ouvida na Câmara de Rio Branco –  Foto: Reprodução

Os vereadores de Rio Branco realizaram, nessa quinta-feira (26), a 8ª reunião do inquérito da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Transporte Público na Câmara Municipal. A convidada dos parlamentares foi a ex-superintendente da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans) Sawana Carvalho.

Sawana foi ouvida como testemunha condição no inquérito da CPI. Ela esteve à frente da RBTrans entre 1º de julho a 31 de dezembro de 2020.

Na última terça (24), a ex-prefeita da capital acreana Socorro Neri esteve na Casa participando da 7ª reunião e respondeu perguntas do vereador e vice-presidente da CPI, Fábio Araújo, da presidente da comissão, vereadora Michelle Melo, e do vereador Emerson Jarude.

A primeira reunião da CPI ocorreu em 21 de setembro do ano passado. Pelo primeiro prazo, o grupo teria 180 dias para finalizar, ou seja, deveria ser concluída até final de abril e começo de maio deste ano, já que os dias de recesso da Câmara – de 16 de dezembro a 2 de fevereiro (48 dias) – não foram contabilizados. No início de fevereiro, os parlamentares pediram a prorrogação por mais 180 dias.

Subsídio

Sawana Carvalho foi questionada sobre Projeto de Lei que autorizava o subsídio de mais de R$ 2 milhões para as empresas de ônibus durante a pandemia e, que segundo a proposta, seria para pagar os salários atrasados os servidores das empresas.

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Ela destacou que um dos compromissos acatados pelas empresas de ônibus seria a disponiblização de mais carros para a atender a população. Segundo a ex-superitendente, o Sindicato das Empresas de Transportes Coletivos do Acre (Sindcol) requereu um reequilíbrio financeiro por parta da RBTrans quando houve uma queda no número de passageiros com a chegada da pandemia.

A partir de então, segundo Sawana, a prefeitura e a RBTrans iniciou um processo administrativo, foi feito mapeamento das reclamações e chegou-se ao entendimento de que seria necessário subsidiar o transporte público.

“Isso foi levado à Justiça, fizemos com amparo de todos os órgãos de controle dentro do Tribunal de Justiça do Acre esse acordo, que na época ficou consolidado que o cumprimento desse seria mediante autorização legislativa dessa Casa. Então, esse subsídio seria repassado para essas empresas para pagamento de déficit trabalhista que tinham, que não era de responsabilidade da RBTRans esse controle e que com isso a contrapartida seria eles colocarem mais ônibus nas ruas. Naquela época a gente estava, acho, que com 63 carros nas ruas e, com esse aporte, teria a obrigação de, além de sanar essas questões trabalhistas, pagar os salários dos trabalhadores e colocar mais 114 carros nas ruas”, relembrou.

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A presidência da CPI frisou durante a reunião que a ex-superintentende ficou pouco tempo à frente da RBTrans e, segundo o que já foi apurado, o sistema já tinha entrado em colapso. Dessa forma, Sawana estava expondo algumas de suas opiniões.

A convidada falou que, na época que assumiu a superintendência, a ex-prefeitura Socorro Neri alertou que era necessário fazer uma licitação para o transporte público. Na opinião da ex-superintendente, a capital acreana precisa revisar o plano diretor, mapear as linhas que existem e que atendem a população e pensar não apenas no transporte, mas também no trânsito.

Para ela, uma das soluções para a crise no transporte público seria voltar com as linhas troncais.

“Quando o morador lá da Parte Alta da cidade reclama do tempo é porque tem que descer a cidade, ir para o Terminal Urbano e retorna. O transporte não impacta no trânsito? Impacta. Então, precisa rever o plano diretor, o trânsito, questão de sincronização semafórica. É muito importante o tempo de transporte, o monitoramento, o embarque e desembarque mais rápido, ônibus articulados e biarticulados descendo só para a área central, dentro dos bairros ficarem ônibus menores. Não se trabalha transporte sem o trânsito, sem olhar o trânsito”, argumentou. Veja mais no G1 Acre

Empresa Ricco assumiu o transporte público de Rio Branco em fevereiro deste ano – Foto: Andryo Amaral/Rede Amazônica

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