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Em meio a luta dos servidores contra retirada de direitos, surge uma pergunta: Onde está o educador Minoru Kimpara?

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O momento político no Acre se resume às manifestações e resistência de servidores estaduais, que não concordam com o modelo de Reforma da Previdência apresentado pelo governo Gladson Cameli e Major Rocha.

O PL apresentado pelo governo, segue em discussão e não agrada nem pouco os mais de 30 mil servidores estaduais, que não querem perder direitos adquiridos e resistem ao formato de projeto apresentado pelo executivo, que tem votação marcada para dia 26, no plenário da Assembléia Legislativa.

O que chama atenção é o sumiço de Minoru Kimpara; um dos protagonistas da eleição de 2018 e provável candidato a prefeito de Rio Branco pelo PSDB, do vice Major Rocha.

O ex- Reitor da UFAC se notabilizou como um grande educador e defensor das políticas públicas e em um momento como este, seria natural que ele aparecesse nos manifestos, ou ao menos fizesse uma postagem nas redes sócias se posicionando acerca do projeto apresentando pelo governador Gladson Cameli e seu vice Major Rocha.

Semanas atrás, Minoru se filiou ao PSDB, partido dirigido pelos irmãos Mara e Werles Rocha, que apresentaram o professor universitário como futuro candidato da sigla rumo a prefeitura da capital.

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Nossa redação fez questão de fazer esse lembrete aos leitores, pois o mínimo que se poderia esperar de uma figura do porte de Minoru, seria uma declaração pública referente a um assunto que mexerá com a vida funcional de tantos trabalhadores; inclusive a maioria da sua área a educação.

Talvez por agora ser aliado do Palácio Rio Branco, o professor decidiu fazer como o seu líder político Major Rocha Rocha, silenciar e deixar o desgaste nas mãos do governador Gladson Cameli.

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Deputado Leo de Brito, diz que vale-gás começa a ser pago e deve beneficiar 51 mil famílias no Acre

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A partir desta terça-feira, 18, começa a ser pago o “vale-gás”, auxílio que garante aos beneficiados o recebimento de 50% do valor de uma botija de gás de 13 quilos.

A lei do vale-gás se tornou possível depois que o deputado federal Leo de Brito (PT-AC) e os demais parlamentares que compõem a bancada do Partido dos Trabalhadores (PT) na Câmara dos Deputados apresentaram o Projeto de Lei 1374/21 para que se instituísse o benefício para famílias de baixa renda, tendo em vista que o país registra no último ano altas consecutivas no valor da botija de gás, levando milhões de pessoas a buscar meios alternativos e em muitos casos, que colocam suas vidas em risco, para cozinhar alimentos.

“Estou muito feliz que o auxílio gás, que foi criado por meio de um projeto de lei de minha autoria, esteja chegando agora na casa de cinco milhões e meio de brasileiros. Só no Acre, são 51 mil famílias atendidas por esse auxílio. São famílias que precisam dessa ajuda diante da grave situação de insegurança alimentar registrada no Estado atualmente. Dados apontam que cerca de 60% das famílias acreanas enfrentam a insegurança alimentar atualmente”, afirma Leo de Brito.

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Como ter acesso ao vale-gás

O deputado federal acreano destaca que para ter acesso ao auxílio para compra do gás de cozinha, as famílias devem procurar a unidade de Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) mais próximo de sua residência e realizar o cadastro.

Têm direito ao benefício às famílias inscritas no CadÚnico com renda familiar mensal, por pessoa da família, menor ou igual a meio salário mínimo. Também têm direito as famílias com integrantes do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Mulheres chefes de família têm prioridade para receber o benefício, assim como as mulheres vítimas de violência. Para isso, foi feito convênio com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

“Esse meu projeto é uma ação no combate à fome que assola nosso país e, principalmente, milhares de famílias do Acre. As pessoas estão sofrendo com a alta inflação que eleva todos os dias os preços do alimentos, dos combustíveis, na conta de luz e eu, pelo nosso mandato, sigo trabalhando para buscar alternativas para ajudar quem mais precisa, que sofre com a falta de emprego, de oportunidades”, acrescenta Leo de Brito.

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