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Deputados derrubam emenda de Edvaldo Magalhães, que garantia insalubridade para todos os servidores da saúde

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Parte dos membros da Comissão de Serviço Público tirou a oportunidade de que todos os servidores da Saúde, que estão na linha de frente no combate à Covid-19, recebessem o adicional de insalubridade, correspondente a 100% do valor devido. A emenda apresentada pelo deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) que previa isso foi rejeitada.

Os deputados Cadmiel Bonfim (PSDB), Chico Viga (PHS) e José Bestene (Progressistas) foram os votos contrários. Apenas os deputados Roberto Duarte (MDB) e Edvaldo Magalhães (PCdoB) votaram favoráveis.

Com isso, o texto do projeto inicial será apreciado sem alteração. Ou seja, só receberá o adicional quem já faz jus a este benefício. “Art. 2º Somente terá direito a perceber o adicional criado por esta Lei, o servidor da área da saúde que atender, cumulativamente, às seguintes condições: I – estar percebendo o adicional de insalubridade previsto na Lei Complementar nº 39, de 29 de dezembro de 1993 e em leis específicas”, diz parte do Artigo 2.

Edvaldo Magalhães lamentou a rejeição da emenda. Disse que o eixo da emenda era “estender a todos os profissionais o adicional de insalubridade pelo teto máximo, já que o vírus não escolhe quem vai infectar. Todos estão igualmente expostos”, ao se referir que o novo coronavírus não faz acepção de pessoas.

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Por Notícias da hora

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Isto são coisas desumanas. Não podemos dizer que a saúde tá bem, isto é um absurdo, governador!, diz Antônia Sales

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A deputada Antonia Sales (MDB) denunciou que está faltando nos hospitais o medicamento que é usado no tratamento de pacientes transplantados de rins e fígado, o Tracolimus. Ainda segundo a emedebista, existe apenas um nefrologista no Setor de Nefrologia da Fundação Hospitalar do Acre para atender 400 pacientes.

“Essa denúncia chegou até mim por um paciente, e eu fiquei muito preocupada. Ainda de acordo com esse paciente, o transplante está paralisado há mais de 4 anos. São 25 mil pessoas que estão esperando por um exame de ecodoppler. Senhor governador, faça alguma coisa, essas pessoas não podem ficar sem o tratamento”, disse.

A parlamentar também falou sobre o lançamento do super mutirão de cirurgias eletivas feito na última terça-feira (17), pelo governador Gladson Cameli (Progressistas).

“Peço a Deus que aconteça de fato porque a nossa saúde pública não anda nada bem. Recebemos, ontem, um aviso que o mutirão atenderá 5 mil pacientes e eu torço muito para que isso aconteça. Vou ficar acompanhando isso, porque falta muita coisa. As nossas unidades de saúde precisam funcionar porque quem precisa do hospital é o povo, o bacana pega o seu jato e vai para outro estado, vai até para os Estados Unidos”, concluiu. (Assessoria Aleac)

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