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Deputado Sibá Machado, participa de reunião do colégio de líderes

Entenda o papel do Líder partidário: Líderes que representem pelo menos 31 deputados podem: requerer verificação de votação no plenário.

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Entenda o papel do Líder partidário: Líderes que representem pelo menos 31 deputados podem: requerer verificação de votação no plenário.

Da Assessoria

Sibá Machado

A atividade exercida por um deputado na função de líder é parte essencial do processo legislativo. Além de nortear a discussão e a votação de propostas, os líderes acumulam uma série de atribuições importantes, principalmente ligadas à articulação política e ao trabalho de unificação do discurso partidário.

Durante as votações, cabe ao líder expressar a opinião de quem ele representa: o partido, o bloco parlamentar, o governo ou a oposição. Ele também participa do colégio de líderes – órgão que, entre outras atribuições, define a pauta de votações do plenário. O colegiado é formado pelos líderes da Maioria, da Minoria, dos partidos, dos blocos e do governo.

No plenário, cabe ao líder orientar a bancada quanto ao voto; falar por sua bancada no período destinado às comunicações das lideranças; e inscrever integrantes da bancada no horário destinado às comunicações parlamentares. O líder pode solicitar: a votação em globo de destaques; a dispensa da discussão de matérias que tenham parecer favorável de todas as comissões; o adiamento da discussão e da votação de um projeto. Também é função do líder registrar candidatos para concorrer a cargos da Mesa Diretora.

Líderes que representem pelo menos 31 deputados podem:
requerer verificação de votação no plenário.
Líderes que representem pelo menos 52 deputados podem:
solicitar votação secreta;
solicitar regime de prioridade para propostas;
solicitar o adiamento de votação de propostas em regime de urgência;
apresentar destaques para votação em separado;
apresentar emendas aglutinativas;
apresentar emendas a propostas que estão sendo votadas em segundo turno
Líderes que representem pelo menos 103 deputados podem:
apresentar requerimentos de urgência para propostas;
apresentar emendas a propostas votadas em regime de urgência no Plenário
Líderes que representem a maioria absoluta dos membros da Câmara (257 deputados) podem:
requerer a inclusão na pauta do plenário de propostas para votação imediata.

Comissões

Nas comissões, os líderes têm a prerrogativa de encaminhar as votações e pedir a verificação do quorum para validar uma determinada votação, mesmo que não seja integrante da comissão. Também compete aos líderes indicar os parlamentares para compor as comissões e, a qualquer tempo, substituí-los. São eles, ainda, que indicam os candidatos a presidente das comissões a que tem direito seu partido/bloco. Os líderes também podem solicitar a criação de uma comissão especial para analisar uma proposta mais complexa.

Quem tem direito a líder

De acordo com o Regimento Interno da Câmara, para ter direito a uma liderança a representação partidária deve ter pelo menos cinco deputados. Os partidos menores não têm direito a compor liderança e não integram o colégio de líderes. Entretanto, nesse caso, o Regimento permite a indicação de um integrante para expressar a posição do partido nas votações.

O texto regimental concede ainda à Maioria e à Minoria o direito de escolherem líderes, ficando a cargo do presidente da República a indicação de deputados para exercerem a liderança do governo na Câmara.

Espontaneamente, as representações de dois ou mais partidos podem constituir um bloco parlamentar, que passará a ter uma liderança comum, exercida por apenas um líder. Visto simbolicamente como um partido grande, o bloco parlamentar depende de pelo menos 16 deputados para ser criado, e sempre que o desligamento de uma bancada implicar a perda desse quorum fixado o bloco é extinto.

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Inquérito da apreensão dos mais de 150 kg de cocaína apreendida na Van da prefeitura de Brasileia segue em segredo de justiça

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Delegada de Brasiléia diz que há outros suspeitos envolvidos, razão pela qual o procedimento continua em aberto – Foto: Reprodução

Segue em segredo de justiça o procedimento investigativo aberto há mais de três meses pela Polícia Civil de Brasiléia que resultou na apreensão de 156 quilogramas de cocaína pura, ocorrida na última quinta-feira (2), na BR-317. A apreensão foi feita pelo Grupo Especial de Fronteira (Gefron).  Veja mais no ac24horas

A droga estava sendo transportada por um homem de 27 anos, de iniciais S.A.C., que se dirigia a Rio Branco como passageiro de um veículo da Secretaria Municipal de Saúde da prefeitura de Brasiléia que faz o transporte de pacientes renais para a realização de sessões de hemodiálise ou consultas na capital. Ele era um desses pacientes.

A polícia investiga se o acusado, que já teve a sua prisão em flagrante convertida para prisão preventiva, teve ajuda de outras pessoas para transportar a droga. Ele embarcou no carro oficial, supostamente sozinho, cinco bolsas abarrotadas do entorpecente classificado como de alta pureza por perícia feita pela Polícia Federal.

A delegada responsável pelo caso, Carla Ivane de Britto, que também é coordenadora da Polícia Civil na Regional do Alto Acre, disse ao ac24horas que por haver outras pessoas envolvidas, o procedimento segue em curso, não sendo desconsiderados nenhum dos que figuram como suspeitos.

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“Esse procedimento segue em instrução (coleta de indícios e realização de oitivas) e em segredo de Justiça com o intuito de não atrapalhar as investigações e outros desdobramentos. Ressalto que por haver outras pessoas envolvidas, o nosso trabalho segue em curso, não se desconsiderando nenhuma das pessoas que temos como suspeitos”, explicou.

A delegada ainda informou que solicitará ao Judiciário a disponibilização das informações obtidas quando da lavratura do flagrante pela Polícia Federal para acrescentar o que for relevante ao procedimento da Polícia Civil que tramita na Delegacia Geral de Brasiléia.

Pelas investigações feitas até o momento, a droga teria como destino a capital cearense, Fortaleza, onde poderia, pelo grau de pureza, ser comercializada por até R$ 40 mil o quilograma, que renderia ao crime um montante superior a R$ 7 milhões, segundo estimou o coordenador do Gefron, delegado Rêmulo Diniz.

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Veja o Vídeo Abaixo: Vereador diz que o prefeito Kiefer Cavalcante paga mais de 5 mil para dono de empresa que faz faculdade em Rio Branco – Vereador Ronaldo Reis de Feijó, gravou um vídeo onde fez graves denúncias contra a atual gestão do prefeito Kiefer Cavalcante a quem acusa de perseguição política e possível pagamentos irregulares em sua gestão. De acordo com o vereador, o prefeito demitiu a sua esposa só aconteceu depois que trouxe a tona um pagamento supostas irregularidades o que confirma a perseguição política que vem sofrendo por parte do gestor.

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