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Deputada Leila Galvão solicita energia e água potável para comunidade do Nazaré, em Brasileia

A deputada Leila Galvão destacou na sessão a atividade social realizada na comunidade do Nazaré, em Brasileia.

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A deputada Leila Galvão destacou na sessão a atividade social realizada na comunidade do Nazaré, em Brasileia.

A ação foi promovida pela Umamb, que tem como presidente Joana Bandeira. Segundo a parlamentar, a atividade proporcionou diversas ações sociais que levaram conhecimento e alegria aos moradores.

“A união de diversos parceiros fez a diferença. Fiquei feliz em participar dessa atividade que proporcionou diversas ações sociais que levaram conhecimento e alegria às crianças e famílias. Meu gabinete sempre estará à disposição para apoiar ações como esta”, disse.

Durante o encontro na comunidade do Nazaré, a deputada recebeu várias reivindicações dos moradores. Dentre elas, serviços essenciais como instalação de energia e água. Neste sentido, Leila Galvão apresentou duas indicações, uma delas solicita do diretor-presidente da Eletrobras Distribuição Acre, Joaquim Rolim, a implantação da rede elétrica naquela comunidade.

“Atualmente essa comunidade vive literalmente às escuras, sem usufruir de benefícios como o uso de aparelhos eletrodomésticos e meios de comunicação. Peço que as famílias sejam beneficiadas com o projeto Energia+, que visa atender as novas comunidades realizando a regularização das unidades consumidoras de fornecimento de energia”, afirmou.

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A outra indicação solicita do diretor-presidente do Depasa, Edvaldo Magalhães, a instalação da rede de distribuição de água potável naquela comunidade. A deputada ressaltou que a comunidade foi formada em 2015 e por se tratar de uma invasão de terra não possui acesso a água potável.

“Se trata de uma comunidade nova, formada por 120 famílias e que não tem acesso nenhum a água potável. Eles não têm condições nenhuma de custear abastecimentos diários com caminhões-pipas ou até mesmo para abertura de poços. O grande anseio dos moradores é ter o acesso a água, pois custear esse abastecimento na comunidade geraria despesa extra no orçamento das famílias”, explicou.

deputada leila galvão

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CPI do Transporte Público: ex-superintendente Sawana Carvalho é ouvida por vereadores de Rio Branco

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Ex-superintendente Sawana Carvalho foi ouvida na Câmara de Rio Branco –  Foto: Reprodução

Os vereadores de Rio Branco realizaram, nessa quinta-feira (26), a 8ª reunião do inquérito da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Transporte Público na Câmara Municipal. A convidada dos parlamentares foi a ex-superintendente da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans) Sawana Carvalho.

Sawana foi ouvida como testemunha condição no inquérito da CPI. Ela esteve à frente da RBTrans entre 1º de julho a 31 de dezembro de 2020.

Na última terça (24), a ex-prefeita da capital acreana Socorro Neri esteve na Casa participando da 7ª reunião e respondeu perguntas do vereador e vice-presidente da CPI, Fábio Araújo, da presidente da comissão, vereadora Michelle Melo, e do vereador Emerson Jarude.

A primeira reunião da CPI ocorreu em 21 de setembro do ano passado. Pelo primeiro prazo, o grupo teria 180 dias para finalizar, ou seja, deveria ser concluída até final de abril e começo de maio deste ano, já que os dias de recesso da Câmara – de 16 de dezembro a 2 de fevereiro (48 dias) – não foram contabilizados. No início de fevereiro, os parlamentares pediram a prorrogação por mais 180 dias.

Subsídio

Sawana Carvalho foi questionada sobre Projeto de Lei que autorizava o subsídio de mais de R$ 2 milhões para as empresas de ônibus durante a pandemia e, que segundo a proposta, seria para pagar os salários atrasados os servidores das empresas.

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Ela destacou que um dos compromissos acatados pelas empresas de ônibus seria a disponiblização de mais carros para a atender a população. Segundo a ex-superitendente, o Sindicato das Empresas de Transportes Coletivos do Acre (Sindcol) requereu um reequilíbrio financeiro por parta da RBTrans quando houve uma queda no número de passageiros com a chegada da pandemia.

A partir de então, segundo Sawana, a prefeitura e a RBTrans iniciou um processo administrativo, foi feito mapeamento das reclamações e chegou-se ao entendimento de que seria necessário subsidiar o transporte público.

“Isso foi levado à Justiça, fizemos com amparo de todos os órgãos de controle dentro do Tribunal de Justiça do Acre esse acordo, que na época ficou consolidado que o cumprimento desse seria mediante autorização legislativa dessa Casa. Então, esse subsídio seria repassado para essas empresas para pagamento de déficit trabalhista que tinham, que não era de responsabilidade da RBTRans esse controle e que com isso a contrapartida seria eles colocarem mais ônibus nas ruas. Naquela época a gente estava, acho, que com 63 carros nas ruas e, com esse aporte, teria a obrigação de, além de sanar essas questões trabalhistas, pagar os salários dos trabalhadores e colocar mais 114 carros nas ruas”, relembrou.

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A presidência da CPI frisou durante a reunião que a ex-superintentende ficou pouco tempo à frente da RBTrans e, segundo o que já foi apurado, o sistema já tinha entrado em colapso. Dessa forma, Sawana estava expondo algumas de suas opiniões.

A convidada falou que, na época que assumiu a superintendência, a ex-prefeitura Socorro Neri alertou que era necessário fazer uma licitação para o transporte público. Na opinião da ex-superintendente, a capital acreana precisa revisar o plano diretor, mapear as linhas que existem e que atendem a população e pensar não apenas no transporte, mas também no trânsito.

Para ela, uma das soluções para a crise no transporte público seria voltar com as linhas troncais.

“Quando o morador lá da Parte Alta da cidade reclama do tempo é porque tem que descer a cidade, ir para o Terminal Urbano e retorna. O transporte não impacta no trânsito? Impacta. Então, precisa rever o plano diretor, o trânsito, questão de sincronização semafórica. É muito importante o tempo de transporte, o monitoramento, o embarque e desembarque mais rápido, ônibus articulados e biarticulados descendo só para a área central, dentro dos bairros ficarem ônibus menores. Não se trabalha transporte sem o trânsito, sem olhar o trânsito”, argumentou. Veja mais no G1 Acre

Empresa Ricco assumiu o transporte público de Rio Branco em fevereiro deste ano – Foto: Andryo Amaral/Rede Amazônica

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