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Delação de Yousseff revela que Gladson Cameli recebia entre R$ 30 a R$ 150 mil por mês

Tudo começou quando o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF)

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Gladson recebia propina de até 150 mil todos os meses, diz delator

Da redação 3 de Julho Noticias

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O delator do esquema de desvio de dinheiro da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, disse em depoimento à Procuradoria Geral da República, que o então deputado federal e hoje senador pelo Partido Progressista (PP) Gladson Cameli, recebia propina mensal que variava entre R$ 30 mil e R$ 150 mil.

Lava-Jato_depoimento-1No depoimento, Paulo Roberto é taxativo em afirmar ter certeza que Gladson, além de outros parlamentares de menor importância dentro do PP recebiam os valores acima citados.

Outros parlamentares do PP, como José Janene, Mário Negromonte, João Pizzolatti, Pedro Correia e Neldon Muerer, considerados de maior influência no partido, recebiam valores que giravam em torno de R$ 250 mil e R$ 300 mil.

O depoimento que incrimina o parlamentar acreano consta da denúncia apresentada pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot entregou ao Supremo Tribunal Federal (STF) para abertura de inquérito no último dia 03. A lista contém o nome de 54 pessoas que têm direito a foro privilegiado, ou seja, que são investigados apenas pelo corte maior do País.

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A lista foi divulgada na tarde desta sexta-feira, 06, por determinação do ministro  Teori Zavascki, relator do processo.

De acordo com as investigações feitas pela polícia federal, cerca de R$ 10 bilhões foram desviados da Petrobrás para o pagamento de propina a políticos e diretores da empresas.

Documentos disponibilizados no Portal do Ministério Público Federal revelam que o então deputado federal Gladson Cameli (PP), que atualmente exerce o mandato de senador, fazia parte do baixo clero do Partido Progressista, que na concepção do doleiro Alberto Yousseff, um dos delatores do esquema, recebia a menor parte do esquema, de R$ 30 mil a R$ 150 mil por mês.  Já outros parlamentares do PP, como José Janene, Mário Negromonte, João Pizzolatti, Pedro Correia e Neldon Muerer, considerados de maior influência no partido, recebiam valores que giravam em torno de R$ 250 mil e R$ 300 mil.

O depoimento que incrimina o parlamentar acreano consta na denúncia apresentada pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot, que entregou ao Supremo Tribunal Federal (STF) para abertura de inquérito no último dia 03. A lista contém o nome de 54 pessoas que têm direito a foro privilegiado, ou seja, que são investigados apenas pelo corte maior do País.

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De acordo com as investigações feitas pela polícia federal, cerca de R$ 10 bilhões foram desviados da Petrobrás para o pagamento de propina a políticos e diretores da empresa.

O OUTRO LADO

Em nota encaminhada à todas as redações do Acre, a assessoria do Senador Gladson Cameli afirmou que as doações recebidas durante o período eleitoral de 2014 pelo comitê de campanha do Senador Gladson Cameli foram obtidas de maneira lícita, e devidamente declaradas em sua Prestação de Contas, aprovada, sem ressalvas, junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE/AC).

“Causa-nos estranheza a vinculação do nome do senador na lista divulgada pelo STF, uma vez que ele não possui qualquer ligação efetiva com a Petrobrás, seus diretores ou protagonistas das investigações em curso. Em síntese: não há nenhuma ligação direta entre o senador Gladson Cameli com o núcleo alvo de investigações na Petrobrás”, explica o comunicado.

Ainda na nota, o gabinete do senador cobra que os culpados sejam punidos e reafirma  a “plena confiança na Justiça Brasileira”.

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Se Gladson mudar de local a maternidade de Tarauacá, nós retornaremos disse Jenilson Leite, pré-candidato ao governo do Acre

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Na sessão desta terça-feira, 26, o deputado estadual e médico Jenilson Leite (PSB), declarou que caso o governador Gladson Cameli conclua a transferência da Maternidade Ethel Muriel Guedes, localizada no centro da cidade, para o Hospital Dr. Sansão Gomes, distante 2 km do centro, ele retornará com a maternidade para o centro e construirá um prédio novo.

Jenilson que é pré-candidato ao governo do Acre e presidente em exercício, recebeu na Casa, junto com outros deputados, uma comitiva de 8 vereadores do município, onde eles pedem apoio aos deputados para que essa transferência não seja feita, “Nós recebemos estes vereadores, pois eles estão trazendo uma demanda da população que decidiu pela não mudança do maternidade para o hospital”, disse.

“Grande parte das pessoas que são atendidas ficam nos bairros mais simples e perto da maternidade e levando a unidade para perto do hospital vai causar transtorno, devido o acesso pelas ruas esburacadas, por isso deixamos claro que caso o governador Gladson tire a Maternidade Ethel Muriel Guedes de onde ela está e não devolva para um prédio novo no mesmo local, nós devolveremos quando nós assumirmos o Governo do Acre”, disse Jenilson.

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Estiveram reunidos os vereadores Arife Rego, Manoel Monteiro, Zé Prego, Irmão Carlinhos, Gleiciane, Pedro Claver, Dikin e Veinha do Valmar. Os vereadores trazem em mãos um abaixo-assinado, onde já entregaram na Casa Civil e Secretaria de Saúde.

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Veja o Vídeo Abaixo: Vereadora Neiva Badotti – “Não me manda recado, mais! Este tipo de recado é de quem deve, é de quem está com medo, eu vou continuar fiscalizando, denunciando doa a quem doer. Eu tenho certeza que essas denuncias não vão passar despercebidas, eu confio plenamente no Poder Judiciário na Policia Federal que não vão usar dois pesos e duas medidas para ninguém. Ninguém está acima da Lei, nem a senhora prefeita, nem o Governo do Estado e nem o presidente da República interfere na PF, não me mande mais recado!!”, concluiu a parlamentar.

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