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Coffee break com dinheiro do povo: Enquanto o povo aperta o cinto, Marquinhos Tibúrcio afrouxa o paletó para caber mais um pão de queijo

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Em Brasileia, o ano legislativo não termina com aplausos, discursos ou prestação de contas. Termina com um bom coffee break. Sim, senhor. Porque enquanto o povo aperta o cinto, a Câmara afrouxa o paletó para caber mais um pão de queijo.

Sob o comando do sempre diligente presidente Marcos Tibúrcio, carinhosamente chamado de Marquinhos Tibúrcio, a Câmara resolveu que ninguém fecha o ano com gosto amargo na boca. Resultado: R$ 1.400 em um elegante coffee break no Hotel Vitória-Régia, aquele estabelecimento que, por coincidência (ou por contrato recorrente), vive prestando serviços à Casa. Um verdadeiro parceiro do povo — ou melhor, do erário.

Mas não pense você que os vereadores ficaram só com cafezinho e biscoito amanteigado. Para 2025, a criatividade não tirou férias: veio aí um auxílio alimentação turbinado — R$ 600 a mais, porque o rango de vereador, meus amigos, não é feito de PF. É feito de verbo indenizatória. Refeição gourmet, paga com tempero público.

E assim seguimos: entre um cafezinho e outro, entre uma licitação camarada e um reajustezinho básico, o povo vai digerindo. Não o coffee break, claro, mas a farra com o dinheiro público — que, por sinal, parece ser o prato principal da casa.

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Enquanto isso, o cidadão assiste a tudo com uma mistura de incredulidade e resignação. Afinal, na farra com dinheiro público, o café é gourmet, os biscoitos são importados, e o povo… bem, o povo que se contente com o aroma.

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Grupo de Marina Silva cogita deixar Rede após derrota para Heloísa Helena; Ministra e parlamentares já são sondados pelo PSB de Geraldo Alckmin

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As “Marinas” estão no grupo que questiona legitimidade de processo eleitoral da Rede Sustentabilidade  – Imagem: Reprodução/ Instagram

Após derrota no congresso da Rede Sustentabilidade para a ala liderada pela ex-senadora Heloísa Helena, integrantes de grupo comandado pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, cogitam deixar o partido.

O que aconteceu

Ala de Marina contesta resultados, espera decisões da Justiça, e o futuro da ministra na sigla é incerto. Ela e parlamentares já são sondados por outros partidos, como o PSB, do vice-presidente, Geraldo Alckmin.

Lideranças próximas admitem que, caso a Justiça não reverta o resultado, a permanência se tornaria “insustentável” sob o comando da ala de Heloísa Helena. Segundo fontes ouvidas pelo Portal UOL, a ministra pretende aguardar o andamento de ações judiciais que contestam o resultado do congresso.

Marina diz oficialmente que não há uma decisão sobre deixar a Rede. “Não tem nenhuma confirmação de saída de ninguém da Rede”, afirma o comunicado do grupo.

Racha na Rede foi exposto após congresso nacional da sigla, considerado pelo grupo de Marina como “violento”, “arbitrário” e “desrespeitoso”. Representando o grupo de Heloísa Helena, Paulo Lamac venceu a disputa interna, com 73,5% dos votos, e se tornou o novo porta-voz do partido, o que significou derrota para Marina Silva.

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Ala de Marina afirma que houve fraudes no processo eleitoral, mas Lamac nega e critica questionamentos. “Cada vez que não se reconhece, num processo democrático, a vitória dos adversários, a gente flerta com regimes autoritários”, afirmou o novo porta-voz do partido

Apesar das acusações de irregularidades, a Justiça negou pedidos do grupo de Marina para suspender o congresso.

Risco de debandada

Saída de Marina poderia provocar debandada de parlamentares da Rede. A avaliação do entorno dela é de que a ministra é um “polo aglutinador” no partido e sua desfiliação poderia levar outros quadros com mandato a fazerem o mesmo.

O deputado federal Túlio Gadelha (Rede-PE) é um dos nomes com futuro incerto. Ele tem relação conflituosa com Heloísa Helena e demonstra descontentamento com os rumos do partido. Nos bastidores, circula a informação de que o parlamentar estaria negociando filiação ao PDT. Túlio foi procurado pela reportagem para comentar o assunto, mas não respondeu.

Grupo “das Marinas”, de São Paulo, deve decidir futuro conjuntamente. Marina Helou (Rede-SP) e a vereadora de São Paulo Marina Bragante (Rede-SP) definirão juntas se continuam ou não na Rede. A decisão, no entanto, deve ser atrelada ao que fará Marina Silva, de quem ambas são próximas.

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“A gente tem reavaliado a nossa participação no partido”, diz deputado estadual da Paraíba. Ligado ao grupo de Marina Silva, Chió (Rede-PB) revelou decepção com o processo de escolha de Lamac. “Vim para o partido pensando que aqui não teria dono, seria democrático, mas o que eu vi aqui foi o contrário”, criticou (Veja matéria completa no portal UOL)

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