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Vereadores Alcione e Messias visitam UBS São Cristóvão e do Nari e constatam grande descaso com a saúde pública

A Secretária Tereza Flores tem conhecimento dos problemas, uma vez que os moradores já reclamaram para a mesma, mas não tomou nenhuma providência.

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A Secretária Tereza Flores tem conhecimento dos problemas, uma vez que os moradores já reclamaram para a mesma, mas não tomou nenhuma providência.

Por Alemão Monteiro

No exercício da função parlamentar, nesta segunda feira dia 19 de março, os Vereadores Alcione Ferreira e Messias Lopes estiveram visitando a Unidade Básica de Saúde São Cristóvão que atende a área rural de Epitaciolândia com abrangência das áreas: Estrada Velha, Comunidade do Prata, Nossa Senhora Aparecida, Ramal do Porto Rico, Ramal do Matogrosso e demais adjacências.

Nesta oportunidade os parlamentares ao chegar à unidade de saúde áshs8:30, verificaram a principal dificuldade da população, que é a falta de regularidade no atendimento médico.

Alcione e Messias aguardaram a equipe médica no local e até a chegada dos profissionais conversaram com pacientes que chegavam à referida Unidade, os pacientes reforçaram a reclamação, onde decidiram não aguardar e procuraram atendimento na zona urbana.

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Os nobres edis estiveram visitando a agente de saúde da comunidade e em seguida retornaram novamente à unidade áshs9:00, só ai é que a equipe médica foi chegar ao local e só então os parlamentares foram informados durante uma conversa com os servidores que o problema está na falta de transporte que deve ser oferecido pela secretaria de saúde.

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Há semanas que não tem transporte e quando tem não é suficiente para levar os servidores, os quais foram elogiados pelo atendimento, ou seja, está faltando gestão por parte da responsável pela pasta. 

Fato similar está ocorrendo na Unidade de Saúde do Nari Bela Flor. No mesmo dia, no retorno os Vereadores passaram nesta unidade de saúde que dista apenas 9 km da cidade, e a reclamação foi generalizada, não á médico, e quando á este só chega àshs 11,00. Apesar de vários moradores já terem reclamado para a secretária Tereza Flores até o momento não foi tomada nenhuma medida.

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CPI do Transporte Público: ex-superintendente Sawana Carvalho é ouvida por vereadores de Rio Branco

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Ex-superintendente Sawana Carvalho foi ouvida na Câmara de Rio Branco –  Foto: Reprodução

Os vereadores de Rio Branco realizaram, nessa quinta-feira (26), a 8ª reunião do inquérito da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Transporte Público na Câmara Municipal. A convidada dos parlamentares foi a ex-superintendente da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans) Sawana Carvalho.

Sawana foi ouvida como testemunha condição no inquérito da CPI. Ela esteve à frente da RBTrans entre 1º de julho a 31 de dezembro de 2020.

Na última terça (24), a ex-prefeita da capital acreana Socorro Neri esteve na Casa participando da 7ª reunião e respondeu perguntas do vereador e vice-presidente da CPI, Fábio Araújo, da presidente da comissão, vereadora Michelle Melo, e do vereador Emerson Jarude.

A primeira reunião da CPI ocorreu em 21 de setembro do ano passado. Pelo primeiro prazo, o grupo teria 180 dias para finalizar, ou seja, deveria ser concluída até final de abril e começo de maio deste ano, já que os dias de recesso da Câmara – de 16 de dezembro a 2 de fevereiro (48 dias) – não foram contabilizados. No início de fevereiro, os parlamentares pediram a prorrogação por mais 180 dias.

Subsídio

Sawana Carvalho foi questionada sobre Projeto de Lei que autorizava o subsídio de mais de R$ 2 milhões para as empresas de ônibus durante a pandemia e, que segundo a proposta, seria para pagar os salários atrasados os servidores das empresas.

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Ela destacou que um dos compromissos acatados pelas empresas de ônibus seria a disponiblização de mais carros para a atender a população. Segundo a ex-superitendente, o Sindicato das Empresas de Transportes Coletivos do Acre (Sindcol) requereu um reequilíbrio financeiro por parta da RBTrans quando houve uma queda no número de passageiros com a chegada da pandemia.

A partir de então, segundo Sawana, a prefeitura e a RBTrans iniciou um processo administrativo, foi feito mapeamento das reclamações e chegou-se ao entendimento de que seria necessário subsidiar o transporte público.

“Isso foi levado à Justiça, fizemos com amparo de todos os órgãos de controle dentro do Tribunal de Justiça do Acre esse acordo, que na época ficou consolidado que o cumprimento desse seria mediante autorização legislativa dessa Casa. Então, esse subsídio seria repassado para essas empresas para pagamento de déficit trabalhista que tinham, que não era de responsabilidade da RBTRans esse controle e que com isso a contrapartida seria eles colocarem mais ônibus nas ruas. Naquela época a gente estava, acho, que com 63 carros nas ruas e, com esse aporte, teria a obrigação de, além de sanar essas questões trabalhistas, pagar os salários dos trabalhadores e colocar mais 114 carros nas ruas”, relembrou.

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A presidência da CPI frisou durante a reunião que a ex-superintentende ficou pouco tempo à frente da RBTrans e, segundo o que já foi apurado, o sistema já tinha entrado em colapso. Dessa forma, Sawana estava expondo algumas de suas opiniões.

A convidada falou que, na época que assumiu a superintendência, a ex-prefeitura Socorro Neri alertou que era necessário fazer uma licitação para o transporte público. Na opinião da ex-superintendente, a capital acreana precisa revisar o plano diretor, mapear as linhas que existem e que atendem a população e pensar não apenas no transporte, mas também no trânsito.

Para ela, uma das soluções para a crise no transporte público seria voltar com as linhas troncais.

“Quando o morador lá da Parte Alta da cidade reclama do tempo é porque tem que descer a cidade, ir para o Terminal Urbano e retorna. O transporte não impacta no trânsito? Impacta. Então, precisa rever o plano diretor, o trânsito, questão de sincronização semafórica. É muito importante o tempo de transporte, o monitoramento, o embarque e desembarque mais rápido, ônibus articulados e biarticulados descendo só para a área central, dentro dos bairros ficarem ônibus menores. Não se trabalha transporte sem o trânsito, sem olhar o trânsito”, argumentou. Veja mais no G1 Acre

Empresa Ricco assumiu o transporte público de Rio Branco em fevereiro deste ano – Foto: Andryo Amaral/Rede Amazônica

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