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Ao receber novo lote de vacinas Gladson diz que estado quer comprar 1 milhão de doses

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Governador Gladson Cameli recebeu o lote de medicamentos no pátio do aeroporto de Rio Branco Fotos: Odair Leal

Assessoria – A segunda remessa de vacinas contra a Covid chegou ao Acre ao meio-dia deste domingo, 24, transportada gratuitamente pela companhia Azul Linhas Aéreas. São 5.080 doses produzidas pelo laboratório britânico Astrazeneca, fabricada no Brasil pela Fiocruz. O governador Gladson Cameli e o secretário de saúde, Alysson Bestene, receberam o lote de medicamentos no pátio do aeroporto de Rio Branco, de onde a carga seguiu escoltada pela Polícia Federal e pelo Grupo Especial de Fronteira (Gefron) até o local onde vai ficar armazenada para distribuição.

O governador informou que igual ao que ocorreu com o primeiro lote, parte dessa remessa será enviada para as 21 cidades do estado, destinada exclusivamente para os profissionais da saúde. Ele anunciou, ainda, que vai a São Paulo tentar comprar um milhão de doses.

“Eu não vou ficar aqui parado esperando mandarem pra gente. Vou a São Paulo procurar os meios para que a gente possa comprar um milhão de doses, pra que a gente não fique mais nessa dúvida, de uns sim e outros, não. Todos nós precisamos de uma resposta à altura e eu sou responsável como governador por buscar essas soluções”, enfatizou Cameli.

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O secretário de Saúde, Alysson Bestene, disse que o número de doses enviadas ao Acre atinge uma cobertura de 20% dos profissionais de saúde, garantindo que as vacinas irão chegar a todas as cidades, como ocorreu na semana passada.

“Vamos agora montar a logística para distribuição e encaminhar para os municípios a quantidade conforme a orientação do Ministério da Saúde. Aqui em Rio Branco vamos dar continuidade à imunização a partir desta segunda-feira, 25”, garante.

Fiscalização para evitar irregularidades

O governador esclareceu que o Acre montou um rígido sistema de controle para evitar irregularidades na distribuição das doses, como ocorreu em outros estados. O Ministério Público, segundo ele, tem amplo e total acesso a esse sistema. Gladson afirmou que não vai tolerar que pessoas que não estão na lista das prioridades sejam contempladas agora com a vacina.

“Não foi o governador quem impôs essa regra, foi o governo federal e o Ministério da Saúde, e nós vamos seguir a risca. A fiscalização, a presença dos órgãos de controle vai garantir esta transparência. Eu sei que todos querem. Eu peço que as pessoas tenham paciência, porque vai chegar a vez de todos. Não vamos perder a esperança que eu vou até o último momento na busca pelas doses para imunizar todo os acreanos”, diz Cameli.

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O governador informou que igual ao que ocorreu com o primeiro lote, parte dessa remessa será enviada para as 21 cidades do estado Fotos: Odair Leal

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A pedido de Jenilson Leite, Aleac realiza audiência pública para tratar sobre indisponibilidade de vagas para profissionais biomédicos

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A pedido do deputado estadual Jenilson Leite (PSB), a Assembleia Legislativa do Acre realizou na manhã desta quarta-feira (6), uma audiência pública para tratar sobre indisponibilidade de vagas para profissionais biomédicos, de saúde coletiva e odontologiano concurso público anunciado recentemente pela Secretaria de Saúde.

Na terça-feira (5), estes profissionais procuraram os parlamentares e pediram apoio da Casa Legislativa.

A representante dos bacharéis em saúde coletiva, Carol Martins, disse que no Plano de Cargos e Carreiras e Remuneração (PCCR) prevê 25 vagas para a categoria e apenas 9 estão ocupadas, restando 16 vagas, sendo uma delas de vacância. “Estamos aqui em defesa do SUS, pois esse é o legado da Saúde Coletiva”, disse.

Após ouvir os profissionais, o diretor jurídico da Sesacre, João Victor Toledo não descartou a retificação do edital para incluir mais vagas, desde que identificadas as vacâncias. “Se conseguirem identificar vacâncias desde 2014, encaminhem que vamos analisar, validar e se for necessário, a gente pode incluir”, disse.

O diretor deixou claro que não há possibilidade de abrir novas vagas, apenas serão consideradas as vacâncias. O deputado Jenilson, proponente da audiência, destacou que é fundamental que o edital seja retificado.

“Entendemos que a área da Saúde é importante, mas há o entendimento legal. Não podemos ter em mente o contexto de vagas que podem entrar em vacância futuramente, trabalhamos com as que existem. Existe a necessidade real que é levantada junto à rede de assistência. Vacâncias são aquelas vagas que desde o último concurso efetivo, em 2014, por razão de aposentadoria ou falecimento, ficaram abertas”, explicou.

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“Essa Casa sempre foi uma casa de debates e resolutiva, não é uma atuação no sentido de mudar o interesse do executivo, mas de chamá-lo para refletir sobre seu papel, a demanda popular chega e nós fazemos as abordagens necessárias e aqui nesta audiência chegamos ao entendimento da necessidade de retificação do edital, ampliando as vagas para os diferentes segmentos da saúde neste concurso. Houve por parte do Governo esse entendimento, de fazer novos estudos, e a partir deles, ver como faz a retificação contemplando melhor as necessidades”, afirmou.

O secretário de Planejamento e Gestão, em exercício, Luiz Victor Diniz Bonecker, afirmou que atualmente o Estado está impedido de abrir mais vagas tendo em vista o limite está acima da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

“Eu entendo perfeitamente que a necessidade que o Estado tem é maior que isso, que a área da Saúde Púbica é primordial, mas a gente tem um impedimento legal hoje. A gente só pode convocar para substituição dentro das vacâncias”, acrescentou o secretário.

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O procurador-geral do Estado, Marcos Motta, sugeriu a abertura de mais uma vaga no edital para contemplar as áreas que participam da audiência. “O mais importante nesse processo é que a gente abra, pelo menos, mais uma vaga nessas áreas que estão aqui pleiteando. Por que? Porque se houver vacância e se tiver feito o concurso e tiver cadastro de reserva, eu consigo fazer o provimento”.

O deputado Roberto Duarte (Republicanos) ponderou que é necessário haver ratificação no edital. “Recebi muitas reclamações de diversas outras categorias e acredito que sua fala contemple isso, e que haja pelo menos cadastro de reserva para essas categorias, onde não há vacância, mas no caso de odontologia, segundo um estudo feito pelo próprio Governo, há pelo menos 25 vacâncias e no edital consta apenas 4 vacâncias e 2 cadastro de reserva, e precisa estar no edital”, pontuou Duarte que reforçou que no caso dos téncnicos em enfermagem, há previsão de cerca de 800 servidores para se aposentar nos próximos anos, com isso, havendo cadastro de reserva no edital, eles poderiam ser chamados.

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