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A Construção das estradas de rodagem no Acre estamos na 7ª edição da Coluna “Entre Figurações e Representações”, neste artigo vamos abordar sobre as estradas e rodagens

A Construção das estradas de rodagem no Acre

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A Construção das estradas de rodagem no Acre

A construção de estradas de rodagem no Acre era considerada por seus administradores, os prefeitos dos Departamentos,

A construção de estradas de rodagem no Acre era considerada por seus administradores, os prefeitos dos Departamentos,

Outro meio importante, assim como o rio, que viria permitir que as notícias chegassem e saíssem, que a comunicação transitasse e se desenvolvesse no Território acreano, foi a estrada de rodagem.

A construção de estradas de rodagem no Acre era considerada por seus administradores, os prefeitos dos Departamentos, uma idealização que traria uma maior integração com o país, e o caminho que levaria ao tão sonhado “progresso” para essas terras. Já para os chefes políticos do país, uma oportunidade de maiores lucros com os produtos acreanos, como a borracha, a castanha e outros, já que se teria maior facilidade de escoamento de tais produtos à exportação. E esse desejo já era visto nos primeiros anos do século XX.

Em 1907 já se viam planos de governo para a abertura de estradas de rodagens no Acre para auxiliar asestradas fluviais, encurtar caminhos, enfim, facilitar o transporte, a comunicação do Território acreano e os interesses econômicos dos grandes proprietários de terras, empresários e dos governantes do país. E veríamos isso, nitidamente, anos mais tarde, com a chegada da pecuária no estado do Acre.

No ano corrente é criada uma comissão de obras federais no território do Acre, sob decreto federal de Nº 6.406, de oito de março do ano de 1907. E isso é observado nos relatórios dos anos de 1907 e 1908 do Ministério da Justiça e Negociações Interiores:

O Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brasil, para dar execução ao disposto no art. 8º, letra C, da lei n. 1617, de 30 de dezembro de 1906, decreta: Art. 1º Fica creada no Território do Acre uma com missão de obras com jurisdição nos três departamentos do mesmo Território e imediatamente subordinada ao Ministério da Justiça e Negócios Interiores. […] Art. 7º Compete à comissão promover a realização das seguintes obras: 1º, abertura de estradas; 2º desobstrução de rios; […][1].

O incessante desejo de interligar o Território acreano às suas demais localidades, ou seja, interligá-lo entre seus departamentos e zonas de escoamento de produtos (alguns pontos de navegação), intra territorialmente, era a meta do governo do país, já que o Território acreano era apenas alcançado pelas vias fluviais, e também para encurtar distâncias, ou melhor, para não desperdiçar o longo tempo que se consumia nas viagens fluviais e não ficar refém dos períodos de enchentes ou secas dos rios.

Artigo de autoria do Msc. Jefferson Henrique Cidreira, professor efetivo de História pela Secretaria de Educação do Estado do Acre; Gestor da Escola Boa União da Prefeitura de Senador Guiomard; Graduado em História Licenciatura pela Universidade Federal do Acre; Aluno do curso de Licenciatura em Inglês pela UFAC; Pós Graduado pela Universidade de Várzea Grande – RJ em Planejamento e Gestão Escolar e, Mestre em Letras: Linguagem e Identidade sob a linha de pesquisa: Cultura e Sociedade pela Universidade Federal do Acre.

 Fonte-portal quinari

 

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Os irmãos Hassem deram um chá de cadeira em Márcia Bittar e não compareceram em reunião na câmara de Brasileia

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A pré-candidata ao Senado, Márcia Bittar, esteve no município de Brasileia com o intuito de se reunir na Câmara de Brasileia, com os novos filiados do grupo do casal Bittar, os pré-candidatos Tadeu Hassem e Israel Milani, acompanhado da esposa, prefeita Fernanda Hassem, mas o problema é que na hora da reunião, os irmãos Hassem e o Primeiro Damo deram um chá de cadeira em Márcia e não apareceram.

Segundo informações repassadas a redação do site 3 de Julho Notícias com exclusividade, a reunião contou apenas com a presença de Márcia Bittar e poucos apoiadores, dentre eles a presidente da Câmara, Arlete Amaral; o ex-vereador Vagner Galli; Blandina; Zemar e outros. Já a turma dos irmãos Hassem não apareceu, comportamento este, tido com ingratidão, haja vista que, quando foi para Tadeu e Israel se filiarem aos partidos políticos sob comando de Márcio Bittar, o casal juntamente com um dos filhos se fizeram presentes no ato como forma de dar boas vindas.

Dentre as muitas especulações, a que apresenta mais força é de que o grupo não quer aparecer publicamente com os Bittar, pois isso colocaria os irmão Hassem em maus lenços pelo fato de estares iludindo outros políticos com o argumento de apoio.

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Atualmente, o Casal Bittar encontra-se em situações estreitas com o governador Gladson Cameli, precisamente ambos os grupos estão rompidos, por ventura tem políticos tirando proveito desta situação e fazendo jogo triplo. As relações entre os irmão Hassem estão cada vez mais comprometedora, isto porquê a prefeita de Brasileia, Fernanda Hassem e Cia, prometeu apoiar, o senador Petecão, grupo no qual a sogra está acomodada; prometeu apoiar o grupo do senador Márcio Bittar, onde o irmão Tadeu Hassem e o esposo Israel estão filiados e por último após fazer as pazes com o Governador Gladson prometeu apoio, inclusive, Fernanda já colocou boa parte da família e amidos mais próximos no governo com cargos de chefia e altas CECs.

Dentre os nomeados está a esposa de Tadeu, Higia, e uma sobrinha dos irmão Hassem esse seria um dos motivos para que os Hassem não apareçam na foto com os Bittar, para não correr o risco os altos cargos da família.

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