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Vice-governador Major Rocha será investigado pelo Ministério Público por praticar abuso de poder ao inocentar policial

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A denúncia foi formulada pela Associação dos Oficiais da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Acre, que narrou que o Rocha, como governador do Estado em exercício, na data de 25 de maio de 2020, expediu o Decreto nº 6.014, publicado no Diário Oficial do Estado do Acre, nº 12.806, de 26 de maio de 2020, anulando punições impostas contra militar sob a argumentação de injustiça, mas sem apresentar os argumentos. As informações e do ac24horas

O inquérito civil será presidido pela promotora de justiça Myrna Mendonza, da promotoria de Patrimônio Público. Na portaria publicada na edição desta segunda-feira, 5, do Diário Oficial Eletrônico do MP do Acre, a decisão de Rocha anular as punições a Raquel teriam sido destituídas de requisito legais que constituem pressupostos necessários estabelecidos para sua existência e validade, desprovido de prévio e/ou concomitante Processo Administrativo, preconizado, legalmente, como sustentáculo de anulação por parte da Administração Pública.

De acordo com a portaria ministerial, Raquel responde a quatro Procedimentos Apuratórios de Comunicação Disciplinar – PACD, de números 11/2018, 14/2018, 04/2019 e 05/2019, versando sobre fatos diversos e ocorridos em épocas distintas.

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Nas redes sociais, Rocha rebateu e afirmou que a denúncia por abuso de poder é “estranha”, mas se colocou à disposição do Ministério Público e da promotora Myrna Teixeira de Mendonza para falar acerca do ocorrido.

“Geralmente o uso do poder e seu desvio de finalidade é utilizado por muitos para prejudicar alguém. Longe de mim também usar este mesmo poder para beneficiar alguém, no caso em específico, a militar Raquel Santos de Souza sem as devidas cautelas jurídicas”, afirmou.

Em sua argumentação, Rocha pontuou que sentiu na pele o que é ser perseguido, sofrer injustiças, ser preso por discordar de opiniões e afirmou que ao analisar as punições de Raquel, percebeu indícios que o convenceram de que houve uso do poder de forma indevida por parte do comandante dela à época.

“Esse mesmo oficial de ego ferido exerce forte influência na Associação dos Oficiais e orientou a ida da entidade ao Ministério Público que deve fazer seu trabalho. Estarei à disposição da Dra. Myrna Mendonza e do MP. Informo aos descontentes que continuarei discordando das injustiças praticadas na Caserna da PM e do Corpo de Bombeiros e, naquilo que eu puder intervir, assim eu farei”, encerrou.

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Devido a um governo que não tem amor a saúde, mãe do pequeno Théo lamenta: “havíamos planejado seu primeiro aninho, mas temos um túmulo para visitar”

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“Havíamos planejado seu primeiro aninho, mas temos um túmulo para visitar”, diz mãe do pequeno Théo

No dia quatro de Julho o pequeno Theo (uma das 12 crianças que morreram por complicações da síndrome gripal no Pronto Socorro de Rio Branco) estaria completando seu primeiro aninho de vida.

Símbolo da luta por justiça, Théo é muito lembrando diariamente pela sua mãe, Joelma Dantas, que tem feito uma luta incansável para que os culpados pela falta de respiradores e UTI sejam punidos.

Em uma postagem na sua rede social, Joelma fez um desabafo devido a perda precoce de seu filho e lembrou da festinha que havia planejado para comemorar o primeiro aninho do bebê.

“Amanhã seria seu aniversário de 01 aninho!

Meu filho, eu não aguento a tua falta!

Eu não entendo por que Deus te levou tão de repente. Uma gripezinha te tirou da minha vida!

Meu filho, pelo amor de Deus! Me ajuda a continuar a viver!

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Havíamos planejando seu primeiro aninho. E agora temos um túmulo pra ir visitar!

Nada faz sentido. É horrível morrer e continuar viva!

Me ajuda, meu filho! Me ajuda, pelo amor de Deus!” Finalizou a mãe.

Até hoje, nenhum dos membros da cúpula da saúde no governo Gladson Cameli foi responsabilizado pela possível negligência nas mortes das 12 crianças, o que tem angustiado ainda mais os familiares dos mesmos.

E Veja Também no 3 de Julho Notícias

Veja o Vídeo Abaixo: A vereadora do município de Brasileia, Neiva Badotti, afirma que o mensalinho, agora na atual gestão o feito é praticado via pix, o que antes era mensalinho por meio de folhinha agora, na gestão de Fernanda Hassem foi informatizado, ou seja, modernizaram a possível prática de lavagem de dinheiro.

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