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“Se essa chapa Gladson Cameli e Márcia Bittar se concretizar eu posso disputar o governo do Acre “, diz ex-senador Jorge Viana

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O ex-governador Jorge Viana (PT), resolveu sair da toca e falar como pré-candidato crítico aos desmandos do governo Gladson Cameli.

Em entrevista ao programa Gazeta Entrevista, o petista fez uma avaliação do cenário e afirmou que as conversas com PSB e aliados seguem firmes, mas que é preciso olhar para o que está em jogo.

“Nós estamos conversando, o Acre está sem um investimento nem do Bolsonaro e muito menos do governo do estado. Estão encerrando quatro anos sem construir nenhuma casa, o povo sem perspectiva e nos precisamos unir o povo entorno da mudança. Os empresários vivem refém de Manaus e com a Márcia Bittar vamos ficar dependendo do Mato Grosso do Sul, eu se for preciso disputo o governo e o povo quem decide”, disse Jorge.

Ainda segundo o mesmo, o tempo é o senhor da ração e que a possível Vitória de Lula é um fator animador para o país e o Acre.

Casal Bittar mostra força ao indicar Márcia como vice

O clima está tenso no ambiente do Palácio Rio Branco e arredores, e pelo visto, vai ser difícil para o Governador Gladson Cameli juntar o balaio de gatos entorno de si, pois os grupos estão descontentes com Marcia ocupando a vaga de vice.

A notícia de que está confirmado o nome de Márcia Bittar (PL) como vice na chapa de Gladson, causou uma revolta dentre aliados que esperavam Alysson Bestene ou Rômulo Grandidier para fazer parte da chapa progressistas.

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Enquanto Márcio Bittar fez os aliados engolir a seco o nome de sua esposa, um grupo de militantes do PP levanta o movimento,’ Queremos Rômulo Grandidier’. Se vai ter reviravolta não se sabe, mas que o Governador e seus assessores terão trabalho para pacificar a situação, isso é fato!

Direção do PP fará mobilização para evitar ataques a Márcia Bittar

Partido Progressista escolheu o dirigente Lívio Veras, para comandar uma campanha de unificação do debate dos militantes do partido no Acre e dos aliados mais próximos do Palácio Rio Branco.

A ideia é colocar um colete a prova de críticas públicas, quando o assunto se trata da escolha do nome de vice na chapa de Gladson Cameli. A guerra que se instalou entre os grupos de dois dos postulantes a vice, Rômulo Grandidier e de Alysson Bestene foi pesada, o partido tem uma crise interna para ser sanada, ainda mais depois da notícia que o vice poder ser nenhum deles; mas sim Márcia Bittar (UB).

Márcia Bittar é uma das postulantes a mandato este ano com os maiores índices de rejeição política, principalmente dentre servidores públicos, a quem costuma fazer falas desastrosas. O movimento cria um clima de bloqueio ao governador, para que a militância Progressista que costuma fazer críticas publicamente contra Márcia, compreenda que a escolha do governador deva ser chancelada e acolhida.

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Nem Alysson Bestene nem Rômulo Grandidier

Márcia Bittar (PL), pode ser uma das pré-candidatas mais polêmicas desse processo eleitoral, mas tem um fator determinante ao seu lado. O esposo senador Márcio Bittar (UB), tem trânsito livre com Bolsonaro e sua família e aproveitou isso para enquadrar Cameli e impor a esposa na chapa majoritária.

Gladson, queria certamente o contador da família e o ex-secretário da casa civil, Rômulo Grandidier, compondo sua chapa de vice e já definiu que o deputado federal Alan Rick (UB) será seu escolhido na disputa ao senado. Para não perder o apoio do grupo do senador Márcio Bittar, que tem o comando do União Brasil, Republicanos e PL, o governador Gladson Cameli teve que fazer uma mexida no tabuleiro e achar vaga para Márcia Bittar na chapa.

Sem força política e sem defesa de quem poderia influenciar na decisão, Rômulo Grandidier rodou e viu Márcia Bittar ser praticamente anunciada como vice de Cameli. A reunião entre o governador e o senador Márcio, aconteceu na tarde de sexta-feira em Brasília e ambos selaram o compromisso.

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Se Gladson Cameli passar mais 4 anos como governador poderá ser o homem mais rico do Acre; em menos de 4 anos seu patrimônio cresceu 76%

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Ac24horas – O patrimônio do governador Gladson Cameli (PP), que busca a reeleição nas eleições deste ano, cresceu cerca de 76% nos últimos quatro anos. A informação consta no Portal DivulgaCand do Tribunal Superior Eleitoral que mostra os registros oficiais e contas eleitorais das eleições de 2022. A candidatura de Cameli e e da senadora Mailza como vice foi registrada nesta terça-feira, 9, no sistema eleitoral. O Progressista não realizou nenhum ato sobre o registro no Tribunal Regional Eleitoral.

De acordo com a lista de bens disponibilizada pelo candidato progressista, seu patrimônio totalizado em 2022 é de R$ 5,1 milhões (R$5.161.383,44). Nas eleições de 2018, quando concorreu pela cadeira de governador pela primeira vez, Cameli registrou R$ 2.9 milhões em bens e quando disputou o senado federal em 2014, seus bens eram avaliados em apenas R$ 514 mil.

De acordo com a lista de bens atualizados disponibilizadas pelo governador ao TSE, consta uma aeronave de R$ 1,5 milhões, dois carros de R$ 600 mil e R$ 449 mil, respectivamente, um terreno avaliado em R$ 600 mil e alíquota de empresas no valor de R$ 1 milhão. Esses são os itens mais caros declarados por Cameli.

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