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Se a reforma da maldade tivesse sido aprovada, os deputados da base de Gladson iriam assistir o jogo do Flamengo custeado pelo governador, afirma um servidor da Casa Rosada

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A redação do site 3 de Julho Notícias recebeu a informação de um funcionário da Casa Rosada, dando conta de que o governador Gladson estava disposto a negociar a aprovação da PEC da maldade com os deputados que fazem parte da base do governo Gladson na Assembleia Legislativa do Estado do Acre.

O servidor que não quis se identificar para não sofrer represália, afirma que durante uma reunião que aconteceu na Casa Rosada com a presença do governador e os deputados que o apoiam, o Progressistas teria proposto aos parlamentares que estavam presentes que, se a reforma da previdência estadual tivesse sido aprovada nas semanas anteriores, todos os deputados da base iriam assistir o jogo do Flamengo que acontecerá na Capital do Peru, Lima, com tudo pago pelo governador (viagem, estadia, entrada no jogo e todas as regalias).

Mas diante da pressão que os parlamentares sofreram pelos trabalhadores, apoiados pelos sindicatos e deputados de situação e os independente, os deputados da base do governo recuaram e a aprovação não aconteceu até o momento.

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Como resultado disso, segundo o servidor da Casa Rosada, o governador Gladson Cameli estaria dando um gelo nos parlamentares, pois ao que tudo indica, a troca da aprovação pelo jogo do flamengo não vai mais rolar, a PEC da maldade não foi aprovada e Gladson estaria disposto a desfazer o acordo.

Com isso, um grande desarranjo de simpatia estaria pelo ar entre sua base governamental e o próprio governo, os parlamentares estariam até empolgados com o agrado, mas já que não vai mais acontecer, os parlamentares ficaram extremamente desapontados, mas mesmo com a situação ruim não deixam que quem está de fora da situação perceba.

A redação deste veículo de comunicação tentou entrar em contato diretamente com o governador Gladson Cameli para que ele explanasse sobre esta situação, mas até a publicação desta matéria não logramos êxito.

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Novo secretário de Gladson Cameli participou dos governos do PT e foi preso na operação G7

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Novo secretário nomeado por Gladson foi um dos envolvidos na operação G7 e sua nomeação foi pedido dos empresários – Foto Reprodução

O Engenheiro Elétrico e empresário Assirbanipal Barbary, foi a mais nova nomeação de Gladson Cameli o “governo de 1 bilhão” (Progressista), que atendeu ao pedido de um grupo de empresários do Estado.

O mesmo irá substituir o ex-secretário Anderson Abreu; tio de Gladson Cameli que foi exonerado, depois de ser um dos alvos da operação Ptolomeu, que investiga possíveis desvios milionários da Educação e Saúde do governo do Acre.

Assur, é bem conhecido, pois também já foi preso e alvo de uma grande operação; o conhecido caso G7, que pautou as páginas policiais em 2013, no primeiro mandato do governador Tião Viana (PT).

Na época o mesmo era diretor da secretaria de desenvolvimento Urbano de Rio Branco e era um dos acusados, de integrar um esquema para fraudar licitações.

Com a chegada de Assirbanipal para a pasta de indústria e comércio, os empresários Acreanos esperam ter mais participação nos negócios e serviços ofertados pelos governo do Acre, já que quase tudo é entregue aos empresários amazonenses.

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A nomeação de Assur está publicada na edição do diário oficial desta quinta-feira (20). Assur já foi secretário adjunto de Gestão Urbana da prefeitura de Rio Branco na administração do petista Marcus Alexandre.

A operação aconteceu em maio de 2013 nos municípios de Tarauacá e na capital Rio Branco, na época foi preso o novo secretário de Gladson Cameli, Assirbanipal Barbary, a operação contou com o apoio de 150 agentes da Polícia Federal e a suspeita é que aproximadamente R$ 4 milhões tenham sido fraudados na época da operação.

Operação G7, da Polícia Federal no dia 10/05/2013, prende secretários e empreiteiros no Acre na época – Foto: Rayssa Natani

E Veja Também no 3 de Julho Notícias

Veja o Vídeo Abaixo: Em meio a maior crise do sistema de transporte coletivo dos últimos tempos, a população de Rio Branco vive um dilema e acorda todo dia sem saber se terá ônibus passando em sua região. O prefeito Tião Bocalom tentou amenizar o problema repassando R$ 2 milhões e quatrocentos mil para as empresas quitar os débitos com empregados, acordo não cumprido e que foi um dos motivos para a intervenção no setor.

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