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Prefeito de Rio Branco, Bocalom, samba na cara da justiça para promover o padrinho bolsonarista e senador Márcio Bittar

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Os órgãos de Justiça, fiscalização e controle andam em baixa na opinião pública acreana e para se ter a certeza, basta puxar o assunto em qualquer roda de conversa.

Parte desse descrédito é devido ao abuso cometido por políticos e a falta de punição pelas instituições consolidadas, que deveriam coibir as infrações por eles cometidas.

O bolsonarista Sebastião Bocalom – PL, adotou uma postura autoritária na sua administração da capital Rio Branco e vai ignorando as leis, fazendo do seu jeito e ninguém toma medidas.

Apadrinhado pelo senador da extrema direita, Márcio Bittar -UB, a dupla deita e rola como se diz no ditado popular, mas isso acontece por passividade jurídica.

Quem passa pela Avenida Dias Martins dá de cara com um banner gigante, que faz promoção pessoal do senador, no entorno das obras do Elevado da AABB.

A emenda para construir o mesmo foi oriunda de emenda de Bittar, mas quem faz a obra é a prefeitura, que transformou o espaço em uma promoção política do senador, que inclusive já escolheu o nome de seu pai para batizar a obra.

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Certamente juízes, promotores, vereadores e conselheiros do TCE passam pelo local diariamente, mas nada fazem. Rio Branco está virando uma sucupira e a política pão e circo prevalece.

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1ª Vara da Fazenda defere liminar ajuizada pelo vereador Eber Machado que proibe que os novos secretários de Bocalom usufruam de salários exorbitantes

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Vereador Ebero Machado e o prefeito de Rio Branco Tião Bocalom – Foto: Reprodução

Os trabalhos mal começaram e o vereador de Rio Branco, Eber Machado, já teve uma grande vitória enquanto parlamentar, teve a liminar deferida pela justiça, que proibe que os novos secretários usufruam de salários exorbitantes.

A 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Rio Branco, por meio do Juiz de Direito,  Marlon Martins, deferiu a tutela de urgência ajuizada pelo vereador Eber Machado, para determinar a suspensão imediata dos efeitos legais e jurídicos da Lei Municipal nº 2.547/2024, impedindo que os subsídios dos Secretários Municipais sejam pagos nos novos patamares até o julgamento do mérito desta ação.

Na decisão, o magistrado determinou que o município de Rio Branco, representado pelo Prefeito Tião Bocalom  se abstenha de processar quaisquer pagamentos com base nos novos subsídios fixados pela referida lei, sob pena de responsabilidade administrativa e penal dos gestores públicos.

Entenda o Caso:

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), sancionou nesta sexta-feira, 3 de janeiro, a Lei Municipal n° 2.547, que eleva o salário dos secretários municipais para R$ 28.500,00. A lei altera dispositivos da Lei n° 2.512, de 7 de fevereiro de 2024, e prevê que as despesas decorrentes do reajuste sejam cobertas pelas dotações orçamentárias do município. A medida foi aprovada pela Câmara Municipal antes de ser sancionada pelo Executivo, mas não sem controvérsias. Um parecer elaborado pelos procuradores da Casa Legislativa, apontou possíveis irregularidades.

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Diante da situação, o vereador Eber Machado ajuizou uma Ação Popular com pedido de tutela de urgência em face da Câmara Municipal de Rio Branco, de seu presidente Raimundo Neném, de sua vice-presidente Lene Petecão e, posteriormente, emendada para incluir o Município de Rio Branco e o Prefeito Sebastião Bocalom pedindo a impugnação da Lei Municipal nº 2.547/2024, que alterou a Lei nº 2.512/2024, fixando aumento na remuneração dos novos secretários municipais.

Ao tomar ciência da decisão, o vereador Eber Machado fez uma postagem em sua rede social comemorando o feito: “Nossa Ação Popular foi aceita pela justiça e o aumento do salário dos secretários de Rio Branco está suspensa. A lei está suspensa e o Prefeito Bocalom não dará esse aumento abusivo aos amigos secretários. A Justiça sendo Feita por Rio Branco”.

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