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O “Superman do orçamento” puxou saco de Bolsonaro para ser ministro, mas foi descartado como mercadoria

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Márcio Bittar quer empurrar a esposa de goela abaixo para o senado, já no governo Bolsonaro, integrantes da equipe devem disputar cargos no pleito deste ano – Arte Alemão Monteiro / 3 de Julho

O senador Márcio Bittar aparentemente perdeu o “prestígio” com o presidente Bolsonaro, pois segundo informações repassada ao 3 de Julho Notícias Bittar espalhou nos quatro cantos do Estado para alguns empresários que seria ministro de Bolsonaro no lugar de um dos dez ministros que se afastam do cargo para poder concorrer as eleições de 2022.

Mas parece que mesmo com tanto puxa-saquismo e tanta bajulação por parte de Márcio Bittar e Cia não surtiu efeito para que ele fosse escolhido pelo presidente para ocupar o cargo de ministro, demostrando assim que Bolsonaro só queria usá-lo e depois descartá-lo como uma mercadoria de má qualidade.

Nesta quinta-feira (31), dez ministros se afastaram de seus respectivos cargos para estarem aptos a concorrer as eleições como determina a lei que diz que integrantes do Executivo devem deixar as funções em até seis meses antes do pleito.

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De acordo com informações repassadas por pessoas próximas de Bittar, na noite anterior, o senador acreano nem dormiu por conta da ansiedade aguardando a tão importante ligação de comunicando da escolha, porém estas ligação não aconteceu. Márcio Bittar ficou de fora e Bolsonaro anunciou os novos nomes de seus ministérios.

Veja abaixo a lista dos ministros que deixaram os cargos:

  • Damares Alves, do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos;
  • Tarcísio de Freitas, da Infraestrutura;
  • Onyx Lorenzoni, do Trabalho e Previdência;
  • Marcos Pontes, da Ciência e Tecnologia;
  • Rogério Marinho, do Desenvolvimento Regional;
  • Tereza Cristina, da Agricultura;
  • Flávia Arruda, da Secretaria de Governo;
  • João Roma, da Cidadania;
  • Gilson Machado, do Turismo
  • Walter Braga Netto, da Defesa
  • Veja abaixo quem vão assumir os cargos:
  • Cristiane Britto no Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos;
  • Marcelo Sampaio no Ministério da Infraestrutura;
  • José Carlos Oliveira no Ministério de Trabalho e Previdência;
  • Paulo César Rezende de Carvalho Alvim no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações;
  • Daniel de Oliveira Duarte Ferreira no Ministério do Desenvolvimento Regional;
  • Marcos Montes Cordeiro no Ministério da Agricultura;
  • Célio Faria Júnior na Secretaria de Governo;
  • Ronaldo Bento no Ministério da Cidadania;
  • Carlos Brito no Ministério do Turismo;
  • Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira no Ministério da Defesa
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O delegado Alexandre Ramagem, chefe da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) é outro que deixou o cargo. ainda sem nomeação de substituto. O secretário especial da Cultura, Mário Frias, também teve sua exoneração publicada no DOU desta quinta.

Entre os novos ministros, como indica a lista acima, estão Ronaldo Bento, secretário de Assuntos Estratégicos, para substituir João Roma; Carlos Brito, presidente da Embratur, para ocupar o lugar de Gilson Machado; e Marcelo Sampaio, atual secretário-executivo da Infraestrutura, na vaga de Tarcísio de Freitas.

No Ministério da Mulher, assume Cristiane Britto, atual chefe da Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres.

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Enquanto Gladson “dialoga com calango”, Policial com câncer tenta há 2 meses conseguir remédio que custa quase R$ 32 mil

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Lamentavelmente o poder público tem que ser muito omisso em relação a isso, sendo que ele tem uma função fundamental na segurança pública – Foto: Arquivo Gladson Cameli / Facebook / Arte Alemão Monteiro

O policial militar Kennedy Domingos, de 38 anos, luta contra o tempo para ter acesso a um medicamento que vai ajudar no tratamento contra um câncer na nasofaringe. O remédio custa quase R$ 32 mil e, há dois meses, o PM entrou na Justiça para obrigar o Estado a disponibilizar a medicação.

O militar descobriu a doença em 2018, após servir como policial militar no Acre durante 11 anos. Desde então se viu obrigado a deixar o trabalho de lado para se dedicar ao tratamento e vencer a doença. Ele contou que a doença iniciou com um caroço no pescoço. O médico passou exames e descobriu em que parte do corpo a doença estava.

Sem uma máquina de radioterapia disponível no estado acreano, o militar fez o tratamento em Porto Velho (RO). Na capital rondoniense, Domingos fez nove sessões de quimioterapia e 39 de radioterapia durante cinco meses. O tratamento funcionou e houve uma regressão da doença na época. Domingos retornou para o Acre e conseguiu ter uma vida um pouco mais normal.

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Em outubro de 2021, a doença apareceu novamente e o policial logo percebeu e de imediato começou o tratamento de quimioterapia no Unacom Porém, o tratamento não teve o mesmo efeito obtido antes e a doença ficou mais agressiva debilitando o policial cada vez mais. O militar perdeu mais de 10 quilos nas últimas semanas e passa o dia deitado.

Os médicos informaram que uma das chances de ele se recuperar é fazer um tratamento com uma medicação chamada nivolumabe a cada 14 dias. Contudo, o Serviço Único de Saúde (SUS) não disponibiliza o remédio e cada aplicação custa quase R$ 32 mil.

Sem dinheiro para custear o tratamento, Kennedy Domingos entrou com uma ação na Defensoria Pública para que o Estado forneça o medicamento. Uma decisão interlocutória da 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Rio Branco determinou que o Acre forneça por três meses o remédio, no prazo de 15 dias, para o militar sob pena de multa de R$ 500 por dia.

A Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) informou que o mandado de intimação para manifestação do Estado foi expedido nesta quinta-feira (26), mas que o prazo só começa a contar quando a Procuradoria Geral do Estado (PGE-AC) for intimada in loco. “A Sesacre aguarda ser comunicada oficialmente para o cumprimento das medidas cabíveis referente ao processo”.

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“Lamentavelmente o poder público tem que ser muito omisso em relação a isso, sendo que ele tem uma função fundamental na segurança pública, então, nada mais justo que o poder público veja o problema dele e dê a assistência que ele precisa”, afirmou o autônomo e amigo do PM, Alexandre Reis.

Casos como este em que pacientes precisam recorrer a justiça para que o Governo preste assistência pelo fato do Sistema Único de Saúde não disponibilizar certos medicamentos por meio da saúde pública, situações como esta tem ficado cada vez mais frequente, mas enquanto isso, o governador Gladson Cameli ou está dançando ou “conversando com calango” com o intuito de conquistar votos, pois tudo que faz é pensar na reeleição para passar mais quatro anos brincando de ser governador. 

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