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O ano de 2019 quase se foi, mas as tretas e desavenças entre aliados de Gladson Cameli não terão recesso de fim de ano

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Uma aliança que se preocupou em ganhar do PT, mas não se preparou para governar o estado em uma sintonia e unidade política. O ego de alguns caciques que fazem parte do arco de alianças do Palácio Rio Branco, parece ser maior que o compromisso de concretizar as promessas de campanha.

Mal saíram de uma eleição o grupo de partidos que venceram a FPA em 2018, iniciaram a guerra nos bastidores pela disputa de 2020, principalmente na capital Rio Branco.

Uma Operação isola Rocha e o PSDB está sendo bem executada por seus aliados, que não engolem Minoru Kimpara. O vice governador foi quem primeiro iniciou sua corrida pelo fortalecimento do ninho Tucano e não pediu licença por onde passou, trazendo inclusive um ex-petista e ex- reitor da UFAC Minoru Kimpara para anunciar seu nome rumo a disputa pela prefeitura da capital.

No início o governador Gladson Cameli abençoou a vinda de Kimpara, chegou afirmar que seria este seu candidato, causando assim euforia dentre os pares do Progressista.

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Experientes e com muitas divergências ao projeto de Rocha, o deputado estadual José Bestene (Progressista) entra em campo, iniciando uma construção paralela, tendo como objetivo isolar o PSDB.

A confusão aumentou e o cacique maior, Gladson Cameli, deixou a aldeia se entender nas páginas dos jornais. São acusações e troca de ofensas quase que diariamente entre aliados, sem um moderador que possa amenizar as tretas.

Rocha se mostra irredutível e firme na construção do projeto tucano. Outro que estava de fora do debate, o senador Márcio Bittar – MDB que resolveu se pronunciar sobre as brigas na tarde desta sexta-feira. O emedebista afirmou que essa confusão prejudica o Acre e que os dirigentes poderiam refletir e dar uma trégua nas brigas.

Fiquemos atentos, pois certamente antes do Natal teremos novos capítulos. O povo que elegeu o grupo para governarem o Acre juntos, começa a fazer críticas nas redes sociais, vendo que além de derrotar o PT, estes estão cercados de interesses pessoais.

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Novo secretário de Gladson Cameli participou dos governos do PT e foi preso na operação G7

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Novo secretário nomeado por Gladson foi um dos envolvidos na operação G7 e sua nomeação foi pedido dos empresários – Foto Reprodução

O Engenheiro Elétrico e empresário Assirbanipal Barbary, foi a mais nova nomeação de Gladson Cameli o “governo de 1 bilhão” (Progressista), que atendeu ao pedido de um grupo de empresários do Estado.

O mesmo irá substituir o ex-secretário Anderson Abreu; tio de Gladson Cameli que foi exonerado, depois de ser um dos alvos da operação Ptolomeu, que investiga possíveis desvios milionários da Educação e Saúde do governo do Acre.

Assur, é bem conhecido, pois também já foi preso e alvo de uma grande operação; o conhecido caso G7, que pautou as páginas policiais em 2013, no primeiro mandato do governador Tião Viana (PT).

Na época o mesmo era diretor da secretaria de desenvolvimento Urbano de Rio Branco e era um dos acusados, de integrar um esquema para fraudar licitações.

Com a chegada de Assirbanipal para a pasta de indústria e comércio, os empresários Acreanos esperam ter mais participação nos negócios e serviços ofertados pelos governo do Acre, já que quase tudo é entregue aos empresários amazonenses.

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A nomeação de Assur está publicada na edição do diário oficial desta quinta-feira (20). Assur já foi secretário adjunto de Gestão Urbana da prefeitura de Rio Branco na administração do petista Marcus Alexandre.

A operação aconteceu em maio de 2013 nos municípios de Tarauacá e na capital Rio Branco, na época foi preso o novo secretário de Gladson Cameli, Assirbanipal Barbary, a operação contou com o apoio de 150 agentes da Polícia Federal e a suspeita é que aproximadamente R$ 4 milhões tenham sido fraudados na época da operação.

Operação G7, da Polícia Federal no dia 10/05/2013, prende secretários e empreiteiros no Acre na época – Foto: Rayssa Natani

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Veja o Vídeo Abaixo: Em meio a maior crise do sistema de transporte coletivo dos últimos tempos, a população de Rio Branco vive um dilema e acorda todo dia sem saber se terá ônibus passando em sua região. O prefeito Tião Bocalom tentou amenizar o problema repassando R$ 2 milhões e quatrocentos mil para as empresas quitar os débitos com empregados, acordo não cumprido e que foi um dos motivos para a intervenção no setor.

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