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No primeiro ano de governo, Gladson Cameli e o vice Rocha receberam quase R$ 250 mil em diárias

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Portal do Rosas – Gladson Cameli e Wherles Rocha não têm em comum apenas o fato de pilotarem, sem direção certa, o governo mais mal avaliado do Brasil. O que menos cumpriu promessas feitas em campanha.

Também não guardam semelhança apenas no discurso de culpar o passado por tudo o que deixaram de fazer nos primeiros 365 dias da sua administração de “mudança”.

Cameli e Rocha têm o mesmo gosto por aviação. Adoram viajar.

Juntos, o governador e o vice-governador do Acre consumiram R$ 243.8 mil em diárias com viagens dentro do Estado, para outros estados brasileiro e várias ao exterior.

Governador, Cameli consumiu R$ 130,2 mil. Rocha recebeu R$ 113,4 mil.

Por lei, tanto o governador quanto o vice-governador têm todas as suas despesas custeadas pelo erário. Não há ilegalidade.

O máximo que se pode cobrar é um pouco mais de moralidade e verdade. Afinal, um Estado vendido pelos seus governantes como “quebrado” não pode ser dá ao luxo de pagar quase uma quarto de milhão com esse tipo de coisa.

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Deputados recebem áudios de servidores da Saúde que choram exaustos pelo excesso de trabalho e lamentam fim do pagamento do auxílio

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O deputado Neném Almeida (Podemos), cobra a volta do pagamento do auxílio – Foto: Reprodução

Acre in Foco – O governo do Acre pagou a última parcela do Auxílio Temporário de Emergência em Saúde (ATS), no mês de dezembro de 2021. Esse adicional de insalubridade destinava-se a suprir os gastos excepcionais e emergenciais decorrentes da exposição excessiva de agentes públicos aos efeitos da pandemia.

Cada funcionário da linha de frente de combate à pandemia de covid-19 recebeu um adicional de cerca de R$ 500 por mês, desde julho de 2021. Um ano e 4 meses depois do intenso trabalho contra o coronavírus. A pandemia de covid-19 se intensificou a partir de março de 2020. O mês de férias dos servidores não foi contemplado com o auxílio que também não foi pago no mês de setembro, garantem os funcionários da Saúde.

O auxílio acabou em dezembro de 2021. Em janeiro de 2022, a covid-19 associada a gripe H3N2 voltaram a lotar as unidades de saúde. O padrão de 5 pacientes para cada técnico foi alterado para 14 pacientes para cada técnico. Um número considerado impossível: “é desumano”, chora de exaustão a servidora em áudio enviado aos deputados.

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Isso vem acontecendo com frequência e a gestão da unidades não consegue resolver porque não tem profissional suficiente para atender a demanda”, afirma diretoria de Unidade de Saúde.

O deputado Neném Almeida (Podemos), cobra a volta do pagamento do auxílio e justifica: “muitos destes servidores após o contato com essa doença ficaram com sequelas (respiratória, ansiedade, depressão) e outros chegaram a perder a própria vida nessa guerra. Eles voltaram a ser muito exigidos no combate à doença, em 2022 e por isso é extremamente importante que todos os servidores que estejam na linha de frente, sejam contemplados com o benefício”.

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