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Morador de Cruzeiro do Sul afirma que Gladson só dá entrevista embriagado e ele é um vagabundo

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A situação no governo de Gladson Cameli está cada vez mais difícil, isto porque seu governo vem sendo marcado por uma grande quantidade de protestos nas mais diferentes áreas do Estado, que vão desde o funcionalismo público até as comunidades mais distantes, fato este que nunca se viu em governos anteriores 

Um morador de Cruzeiro do Sul que é proprietário de uma ponto as margens do Igarapé Preto fez um desabafo durante a gravação de um vídeo após o governador ter mandado a força tática para dispersar manifestantes da Comunidade Pentecostes.

Em vídeo, o comerciante que se identifica como José Humberto de Souza Almeida aparece indignado com a situação e revoltado com a atitude do governador em usar a força contra trabalhadores que reivindicavam o cumprimento das promessas de campanha feitas por Gladson.

Humberto profere inúmeras críticas e ofensas ao governador Gladson, chegando a afirmar que o chefe do executivo estadual só dá entrevista embriagado e que Gladson é um moleque, o cidadão aparece visivelmente alterado.

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Veja o Vídeo Abaixo: Em apoio às reivindicações dos servidores da Educação, Saúde e Segurança do Estado. Leo de Brito anunciou que entrou com uma ação popular, na Justiça Federal, para que o governador Gladson Cameli restitua aos cofres públicos os R$ 800 milhões que a Polícia Federal, por meio da Operação Ptolomeu, apontou que foram desviados. 

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Enquanto Gladson “dialoga com calango”, Policial com câncer tenta há 2 meses conseguir remédio que custa quase R$ 32 mil

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Lamentavelmente o poder público tem que ser muito omisso em relação a isso, sendo que ele tem uma função fundamental na segurança pública – Foto: Arquivo Gladson Cameli / Facebook / Arte Alemão Monteiro

O policial militar Kennedy Domingos, de 38 anos, luta contra o tempo para ter acesso a um medicamento que vai ajudar no tratamento contra um câncer na nasofaringe. O remédio custa quase R$ 32 mil e, há dois meses, o PM entrou na Justiça para obrigar o Estado a disponibilizar a medicação.

O militar descobriu a doença em 2018, após servir como policial militar no Acre durante 11 anos. Desde então se viu obrigado a deixar o trabalho de lado para se dedicar ao tratamento e vencer a doença. Ele contou que a doença iniciou com um caroço no pescoço. O médico passou exames e descobriu em que parte do corpo a doença estava.

Sem uma máquina de radioterapia disponível no estado acreano, o militar fez o tratamento em Porto Velho (RO). Na capital rondoniense, Domingos fez nove sessões de quimioterapia e 39 de radioterapia durante cinco meses. O tratamento funcionou e houve uma regressão da doença na época. Domingos retornou para o Acre e conseguiu ter uma vida um pouco mais normal.

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Em outubro de 2021, a doença apareceu novamente e o policial logo percebeu e de imediato começou o tratamento de quimioterapia no Unacom Porém, o tratamento não teve o mesmo efeito obtido antes e a doença ficou mais agressiva debilitando o policial cada vez mais. O militar perdeu mais de 10 quilos nas últimas semanas e passa o dia deitado.

Os médicos informaram que uma das chances de ele se recuperar é fazer um tratamento com uma medicação chamada nivolumabe a cada 14 dias. Contudo, o Serviço Único de Saúde (SUS) não disponibiliza o remédio e cada aplicação custa quase R$ 32 mil.

Sem dinheiro para custear o tratamento, Kennedy Domingos entrou com uma ação na Defensoria Pública para que o Estado forneça o medicamento. Uma decisão interlocutória da 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Rio Branco determinou que o Acre forneça por três meses o remédio, no prazo de 15 dias, para o militar sob pena de multa de R$ 500 por dia.

A Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) informou que o mandado de intimação para manifestação do Estado foi expedido nesta quinta-feira (26), mas que o prazo só começa a contar quando a Procuradoria Geral do Estado (PGE-AC) for intimada in loco. “A Sesacre aguarda ser comunicada oficialmente para o cumprimento das medidas cabíveis referente ao processo”.

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“Lamentavelmente o poder público tem que ser muito omisso em relação a isso, sendo que ele tem uma função fundamental na segurança pública, então, nada mais justo que o poder público veja o problema dele e dê a assistência que ele precisa”, afirmou o autônomo e amigo do PM, Alexandre Reis.

Casos como este em que pacientes precisam recorrer a justiça para que o Governo preste assistência pelo fato do Sistema Único de Saúde não disponibilizar certos medicamentos por meio da saúde pública, situações como esta tem ficado cada vez mais frequente, mas enquanto isso, o governador Gladson Cameli ou está dançando ou “conversando com calango” com o intuito de conquistar votos, pois tudo que faz é pensar na reeleição para passar mais quatro anos brincando de ser governador. 

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