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Marcio Bittar faz manobra e dá “golpe” em Alan Rick que não será mais o vice na chapa do desgastado Gladson Cameli para concorrer ao governo

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Deputado federal Alan Rick, do União Brasil, é cotado para vice de Gladson Cameli, que concorre à reeleição este ano. Deputado diz que Marcio fez manobra e que foi vítima de “golpe”. Foto: Reprodução Folha do Acre

O Progressistas no Acre vai apresentar o governador Gladson Cameli à reeleição tendo como vice o deputado federal Alan Rick (UB), o presidente do União Brasil no Acre, o senador Marcio Bittar, destituiu o parlamentar do cargo de vice-presidente do partido.

Em nota enviada à imprensa e divulgada em suas redes sociais, Alan Rick anunciou a saída dele e fez duras críticas à Bittar.

“Nesta quarta-feira (3), fui surpreendido com minha destituição e de vários outros membros da executiva estadual do União Brasil por ação coordenada pelo senador licenciado Marcio Bittar, atual presidente estadual da legenda. Entendo que a destituição da executiva estadual por decisão unilateral do presidente ocorreu de forma arbitrária, ilegal e desrespeita o trabalho de todos os envolvidos para a construção do União Brasil no Acre”, destacou.

As movimentações para decidir quem vai ser o vice de Gladson Cameli sempre tiveram Marcio Bittar como peça fundamental. Inclusive, no início das negociações partidárias, chegou a ser lançado o nome da ex-mulher do senador, Marcia Bittar (PL), para ser vice na chapa. Gladson e Marcia chegaram a participar de alguns eventos públicos e até confirmaram a aliança.

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Porém, no final de julho, a assessoria de Gladson informou a escolha de Alan e já havia sinalizado para uma possível dificuldade. Além do deputado federal, outros membros que deveriam votar a favor dele também foram destituídos.

“O escolhido é o deputado federal Alan Rick (UB). Mas, como já foi amplamente divulgado pela imprensa, existem problemas internos no União Brasil que podem inviabilizar a escolha de Alan. Gladson espera que essa questão tenha um desfecho favorável nos próximos dias. Mas, caso as dificuldades políticas internas do União Brasil não sejam superadas e, portanto, o nome de Alan seja inviabilizado, a coligação tomou uma decisão. Com o apoio de todos os partidos, Gladson Cameli terá a liberdade de escolher entre os partidos que compõem sua coligação o seu companheiro de chapa”, disse a nota enviado no dia 30 de julho.

Na ocasião, foi informada a aliança entre Progressistas, PSDB, Podemos, PDT, Solidariedade, Cidadania, Democracia Cristã, Brasil 35, Patriotas e PMN. Ainda na nota divulgada após sua destituição, o deputado federal disse que a manobra é para tentar impedir sua candidatura e acusou o senador de “golpe”.

“A tentativa de tirar o meu nome da disputa, inviabilizando uma possível candidatura a vice-governador ou a senador é uma tentativa de golpe e uma afronta à vontade livre e espontânea da imensa maioria dos membros do partido. Estou tomando todas as medidas judiciais e políticas cabíveis para reaver o direito de colocar o meu nome para a avaliação do povo, seja como candidato a senador da República ou a vice-governador”, finaliza.

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A reportagem tentou ouvir o senador e também presidente do UB, Marcio Bittar, que disse que não se posicionaria nem sobre a decisão e nem sobre o que o deputado alega em sua nota. Tácita Muniz, G1 Acre

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Se Gladson Cameli passar mais 4 anos como governador poderá ser o homem mais rico do Acre; em menos de 4 anos seu patrimônio cresceu 76%

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Ac24horas – O patrimônio do governador Gladson Cameli (PP), que busca a reeleição nas eleições deste ano, cresceu cerca de 76% nos últimos quatro anos. A informação consta no Portal DivulgaCand do Tribunal Superior Eleitoral que mostra os registros oficiais e contas eleitorais das eleições de 2022. A candidatura de Cameli e e da senadora Mailza como vice foi registrada nesta terça-feira, 9, no sistema eleitoral. O Progressista não realizou nenhum ato sobre o registro no Tribunal Regional Eleitoral.

De acordo com a lista de bens disponibilizada pelo candidato progressista, seu patrimônio totalizado em 2022 é de R$ 5,1 milhões (R$5.161.383,44). Nas eleições de 2018, quando concorreu pela cadeira de governador pela primeira vez, Cameli registrou R$ 2.9 milhões em bens e quando disputou o senado federal em 2014, seus bens eram avaliados em apenas R$ 514 mil.

De acordo com a lista de bens atualizados disponibilizadas pelo governador ao TSE, consta uma aeronave de R$ 1,5 milhões, dois carros de R$ 600 mil e R$ 449 mil, respectivamente, um terreno avaliado em R$ 600 mil e alíquota de empresas no valor de R$ 1 milhão. Esses são os itens mais caros declarados por Cameli.

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