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Maltratando o trabalhador: Estado demite cozinheiras da Maternidade de Cruzeiro do Sul, com três meses de salários atrasados

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Uma mensagem enviada por uma servidora terceirizada em grupos de WhatsApp de Cruzeiro do Sul, vem sendo reproduzida e sendo objeto de inúmeras críticas ao tratamento que o governo de Gladson Cameli (PP) tem dado aos empregados terceirizados no seu governo.

Uma cozinheira da Maternidade de Cruzeiro do Sul, cidade natal do Governador, relata o drama de quem estar a três meses sem receber salários e para piorar a situação ela e todas as demais companheiras de trabalho foram demitidas.

Veja o conteúdo da mensagem, que viralizou na noite de terça-feira, em diversos grupos de WhatsApp;

“Boa noite eu sou uma mãe de família estou desesperada, por que trabalho na maternidade de cruzeiro do Sul e estou com 3 meses que não recebo, quando foi hoje demitiram todos nós da cozinha da maternidade pela empresa “New Times”. Isso que fico indignada por esse governador que só presta para mentir. Por favor compartilhe para chegar até o governador, por que ele demitiu mães de família e ainda não pagam gente 3 meses atrasado o que ganhamos foi demissão”, desabafou a mulher.

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Os empregados de empresas terceirizadas que prestam serviços ao governo Cameli, estão constantemente nas páginas de jornais e raramente não é por salários atrasados. Tentamos contato com a secretaria de saúde do estado, mas até o momento não obtivemos retorno.

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Veja o Vídeo Abaixo: O vice-governador Wherles Rocha (PSL) e sua irmã, a pré-candidata ao governo Mara Rocha (PL), usaram suas redes sociais para gravar uma live e juntos debateram diversos problemas relacionados ao governo de Gladson Cameli (PP) e as inúmeras operações que vem sendo realizados ao longo da gestão de Gladson Cameli. Mara Rocha (PL) que é cotada para disputar o Palácio Rio Branco em 2022, não poupou críticas ao que chamou de Governo da corrupção e destacou que o governo Gladson (que tanto criticou o PT) tem superado em se tratando de corrupção.

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Governo paga R$ 14 mil para professores ficarem tomando banho de piscina na escola Armando Nogueira, professor das águas ainda debocha de colegas

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O fato de usarem a máquina pública para beneficiar meia dúzia de encostados tem gerado grande revolta dentro da Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esportes- SEE, na gestão de Gladson Cameli, sobretudo, por conta dos benefícios financeiros que são disponibilizados para alguns, como é o caso da Escola Estadual Armando Nogueira.

Não é novidade que a educação estadual está em decadência devido a falta de compromisso com o trabalho a ser desenvolvido e por estar servindo de cabide de emprego, pois na Escola Armando Nogueira, ainda em 2021, dois professores foram lotados na piscina olímpica para desenvolver atividades pedagógicas para os alunos integrais e das escolas militares, mas até a presente data essas atividades não estão acontecendo.

O que chama a atenção é o fato de um desses professores, identificado como Everton Araújo de Lima, que é professor de Educação Física, ser parente do secretário de educação Aberson Carvalho e foi tirado de sala de aula, sem que a escola fosse consultada para ficar a disposição da piscina onde vai trabalhar quando quer, sem contribuir para a educação pública, apenas recebendo seus proventos mês a mês. A gestora afirmou que ficou surpresa quando Everton chegou na escola com um memorando em mão dizendo que iria ficar a disposição na piscina.

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Já o outro professor, identificado como Luiz Rodomilson dos Santos, foi lotado na Escola Armando Nogueira em dezembro do ano passado, onde na oportunidade fez questão de dizer que ele era indicação da Secretaria para ficar a disposição da piscina e logo que foi lotado na escola seu salário era no valor de R$ 4.547,94 (quatro mil quinhentos e quarente e sete reais e noventa e quatro centavos).

Não satisfeito com o seu salário, Rodomilson chegou na escola ainda no início de fevereiro e disse que o secretário Aberson pediu que a escola solicitasse uma Dedicação Exclusiva – DE para ele (Rodomilson), mas a escola informou que a não pede dedicação exclusiva para professor. Como a escola não atendeu o desejo de Rodomilson, posteriormente ele chegou na escola dizendo que tinha resolvido tudo pela secretaria de educação. Com o passar do tempo, os demais professores começaram a questionar por que tinha um professor a disposição da piscina se não estava tendo atividades pedagógicas.

Na oportunidade a gestora da escola encaminhou um ofício a SEE, solicitando esclarecimento de porque havia professores lotado na piscina se a piscina não estava funcionando, mas a secretaria não respondeu. Incomodados, os demais professores consultaram o portal da transparência e vira que antes de solicitar Dedicação Exclusiva, Rodomilson recebia 4 mil reais e depois que Rodomilson falou que havia resolvido tudo pela secretaria ele passou a receber o valor de R$ 14.500,70 (quatorze mil e quinhentos reais e setenta centavos).

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Diante do valor que Rodomilson recebe, os demais professores ficaram indignados por ver um professor lotado na piscina sem exercer nenhuma função pedagógica e ainda ganhando um salário exorbitante deste. A realidade da escola é que tem dois professores de educação física, mas os dois estão a disposição da piscina, ambos sem exercer nenhuma função pedagógica.

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