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Haja gastrite!! Enquanto falta insumos hospitalares e medicamentos básicos, Governo Gladson irá adquirir 100 mil omeprazol

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Governo resolveu fazer a aquisição de 100 mil cápsulas de omeprazol pelo período de dois meses – Foto: Reprodução / Arte alemão Monteiro

Seria irônico se não fosse trágico o que vem acontecendo com a saúde do Estado Acre no governo de Gladson Cameli, isso porque nos hospitais do Estado e Unidade de Pronto Atendimento falta desde insumos hospitalares até produtos de limpeza, sobretudo medicamentos básicos para tratar as mais diversas enfermidades, principalmente nos hospitais do interior, como no Alto Acre e no Juruá.

Diante destas dificuldades, o Governo por meio do Departamento de Assistência Farmacêutica, resolveu que comprando uma grande quantidade de omeprazol resolveria o problema, com isso, o Governo de Cameli resolveu fazer a aquisição de 100 mil cápsulas deste medicamento pelo período previsto de novembro e dezembro, deixando de suprir de fato as necessidades da saúde pública.

Em conversa com uma servidora da saúde que não quis se identificar por motivo de represália, a mesma informou que é um absurdo o que o governo vem fazendo, onde muitos procedimentos tem deixado de ser realizado por falta de material hospitalar e medicamentos da atenção básica que são os mais necessitados e esta situação sempre é levado ao conhecimento dos responsáveis, mas até o momento ninguém fez nada para resolver.

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“Com essa compra exagerada de omeprazol para usar em dois meses é provável que acreditem que na saúde pública só há pessoas com problemas no estomago ou no trato digestivo e os pacientes com outros problemas de saúde talvez fiquem sem ter aquilo que realmente precisam, por conta desse tipo de situação. Quando se trata de qualquer problema que requer um atendimento mais específico nós mandamos para Rio Branco porque nos hospital do interior falta muita coisa, é um absurdo o que eles estão fazendo”, concluiu a servidora.

Para buscar mais informações a respeito do assunto, tentamos contato com com a Secretaria de Estado de Saúde através do número de telefone “(68) 3215-27XX” com o intuito de obter respostas, mas até a publicação desta matéria não obtivemos sucesso.

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Veja o Vídeo Abaixo: Não vou munda meu voto, tenho costume de orar com minha palavra, diz vereador Jurandir. O clima na Câmara de Vereadores esquentou, após parte dos servidores da prefeitura de Brasileia tumultuar a sessão e descumprirem o Regimento Interno, por esse motivo, os vereadores chamou a atenção da Presidente da Casa, Arlete Amaral, por conta da sua inércia diante da situação vexatória. 

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Deputados recebem áudios de servidores da Saúde que choram exaustos pelo excesso de trabalho e lamentam fim do pagamento do auxílio

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O deputado Neném Almeida (Podemos), cobra a volta do pagamento do auxílio – Foto: Reprodução

Acre in Foco – O governo do Acre pagou a última parcela do Auxílio Temporário de Emergência em Saúde (ATS), no mês de dezembro de 2021. Esse adicional de insalubridade destinava-se a suprir os gastos excepcionais e emergenciais decorrentes da exposição excessiva de agentes públicos aos efeitos da pandemia.

Cada funcionário da linha de frente de combate à pandemia de covid-19 recebeu um adicional de cerca de R$ 500 por mês, desde julho de 2021. Um ano e 4 meses depois do intenso trabalho contra o coronavírus. A pandemia de covid-19 se intensificou a partir de março de 2020. O mês de férias dos servidores não foi contemplado com o auxílio que também não foi pago no mês de setembro, garantem os funcionários da Saúde.

O auxílio acabou em dezembro de 2021. Em janeiro de 2022, a covid-19 associada a gripe H3N2 voltaram a lotar as unidades de saúde. O padrão de 5 pacientes para cada técnico foi alterado para 14 pacientes para cada técnico. Um número considerado impossível: “é desumano”, chora de exaustão a servidora em áudio enviado aos deputados.

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Isso vem acontecendo com frequência e a gestão da unidades não consegue resolver porque não tem profissional suficiente para atender a demanda”, afirma diretoria de Unidade de Saúde.

O deputado Neném Almeida (Podemos), cobra a volta do pagamento do auxílio e justifica: “muitos destes servidores após o contato com essa doença ficaram com sequelas (respiratória, ansiedade, depressão) e outros chegaram a perder a própria vida nessa guerra. Eles voltaram a ser muito exigidos no combate à doença, em 2022 e por isso é extremamente importante que todos os servidores que estejam na linha de frente, sejam contemplados com o benefício”.

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