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Governo envia tubos para recuperação provisória de rodovia que rompeu durante a chuva

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Em apoio ao Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit), o governo do Acre, por meio do Departamento de Estradas e Rodagem (Deracre), enviou na manhã deste domingo, 27, materiais necessários para recuperação provisória da BR-364.

O trecho entre os municípios de Tarauacá e Cruzeiro do Sul desmoronou durante o período de chuvas ocorrido nas últimas 24hs, necessitando de ações emergenciais para evitar possíveis acidentes e ainda garantir a passagem de veículos e pedestres.

Segundo o diretor presidente do Deracre, Petrônio Antunes, por se tratar de uma rodovia federal, a manutenção na via será realizada pelo Dnit, contudo o governo disponibilizou apoio com o envio de tubos e brita para ajudar no reparo provisório, até que haja condições de tempo para a execução de uma ação mais efetiva.

“Logo que ficamos cientes do rompimento, entramos em contato com o Dnit, disponibilizamos o apoio e nos solicitaram esse material que já foi enviado no final da manhã deste domingo (ao local do rompimento). O superintendente do Dnit já foi pra lá e também enviamos um responsável para ajudar no que for preciso. A previsão é de que se estabeleça o tráfego em 72 horas, devido à logística do envio de material, mas estaremos dando apoio para que se estabeleça o mais rápido possível”, explicou Antunes.

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Vereador Ronaldo Reis denuncia trabalho mal feito pelo governador Gladson Cameli realizado na escola Dom Pedro, na BR-364, em Feijó

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A Escola Dom Pedro I localizada no quilômetro cinquenta e sete da BR-364 no município de Feijó, está abandonada pelo governo do estado, diz vereador Ronaldo Reis.

Segundo informações as reformas que foram realizadas foram apenas pra camuflar, já que o trabalho realizado foi mal feito.

“As salas são pequenas e não comporta de maneira adequada a quantidade de alunos. Desde 2020 que encaminhamos ofícios informando que a escola não tem condição de receber alunos, um mês após as reformas, alguns lugares estão caindo, quebrando”. Informou o denunciante ao blog.

Em 2021 uma empresa foi fazer a reforma, mas antes de concluir, fizeram uma pausa para voltar depois, e não voltaram, segundo informações.

“Vem sempre pessoas da secretaria, mas apenas tiraram fotos e vão embora e não resolve nada”. Lamenta uma moradora.

“O ano letivo já deveria ter começado, mas o descaso do poder público com a situação é tão grande, que depois de dois anos e meio sem aula. A evasão, desistência e transferência são vivenciadas todos os dias”. Relata a comunidade escolar.

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“Tenho vergonha, como gestor escolar de participar desse descompromisso do poder público molha dentro da escola porque a cobertura foi iniciada, mas não foi terminada, os banheiros não funcionam,  não tem banheiros para cadeirante, precisa-se de vigias porque já houve roubo e é perigoso deixar os computadores,  impressoras e etc., porteiro,  secretaria (o), auxiliar escolar,  mais um servente”. Destacou os profissionais em educação da escola.

Desde 2018 que a gestão da escola solicita a organização da energia, pois o transformador é pra escola e outras casas, e até agora nada foi feito.

A própria comunidade começou um abaixo assinado para ver se muda a situação da escola, mais até o momento continuam desamparados pelo governo do estado.

“Esse é o retrato do governo de Gladson Cameli em Feijó, juntamente com o deputado Marcus Cavalcante, já que o núcleo de educação foi entregue a ele para acomodar seus pares, um descaso com a educação.” Destacou o vereador Ronaldo Reis.

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