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Governo do Acre prepara nova troca de luxo: jato de R$ 39 milhões deixará Gladson Cameli, mas continuará a serviço de Mailza Assis

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Jato de R$ 39 milhões deixa Gladson Cameli, mas segue garantindo conforto a Mailza Assis.

O governo de Gladson Cameli (PP), marcado por ostentação, gastos abusivos e pouca transparência, prepara-se para mais um capítulo de luxo bancado pelo contribuinte. O jatinho milionário, que custa R$ 39 milhões em aluguel e serviu por anos aos caprichos do governador, deixará de atendê-lo a partir de abril, mas não devolverá um centavo ao povo. O privilégio apenas mudará de mãos: passará diretamente para a vice-governadora Mailza Assis (PP), que assumirá o comando do estado quando Gladson renunciar para disputar o Senado em 2026.

A transição, porém, não representa economia nem responsabilidade administrativa. Pelo contrário: expõe a continuidade de uma política marcada por extravagâncias enquanto serviços essenciais do Acre seguem à míngua. Enquanto escolas enfrentam falta de merenda e estrutura, hospitais operam no limite e estradas se deterioram, o governo mantém prioridade absoluta para assegurar conforto aéreo aos seus líderes. O jatinho — símbolo máximo do distanciamento entre Palácio Rio Branco e realidade do povo — continuará disponível como se fosse patrimônio pessoal da dupla Cameli-Mailza.

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Gladson, que protagonizou uma das gestões mais dispendiosas da história do estado, se despede do cargo deixando uma herança pesada aos cofres públicos. Acostumado a viajar com tudo pago pela população, sentirá falta de bancar com dinheiro alheio o padrão de vida que adotou. Se quiser continuar voando com o mesmo luxo, precisará — pela primeira vez em muito tempo — pagar do próprio bolso. Um contraste gritante para quem passou o mandato usufruindo da máquina pública como se fosse extensão de seus interesses pessoais.

Mailza Assis, por sua vez, assume o governo com a oportunidade de romper essa lógica, mas tudo indica que seguirá o mesmo roteiro. Em vez de devolver o jatinho, revisar contratos ou demonstrar compromisso com austeridade, herdará com naturalidade o privilégio que deveria causar indignação. O Acre segue esperando um governo que priorize saúde, educação e desenvolvimento — e não conforto de quem ocupa o topo da administração. Enquanto isso, o céu continua sendo o limite para quem governa, e a conta segue aterrissando no bolso do cidadão.

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“Imoral” e “ilegal”: Candiru Menezes denuncia “retaliação política” de Mailza Assis após retirada de rolo compactador de Feijó

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Retirada de rolo compactador após ato político gera revolta e acusações contra o governo do Acre.

O empresário da construção civil Candiru Menezes denunciou a governadora Mailza Assis e o presidente do DERACRE, Roberto Assaf de Oliveira, por suposta perseguição política no município de Feijó. Segundo Candiru, o governo estadual determinou a retirada de um rolo compactador conhecido como “pé de carneiro”, equipamento que estava sendo utilizado pela prefeitura em serviços emergenciais de tapa-buraco na cidade.

De acordo com o empresário, a decisão teria ocorrido logo após a realização de um ato político com adversários do grupo político ligado à governadora Mailza Assis. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Candiru afirma que a retirada da máquina teria motivação política e criticou duramente a atitude do governo estadual.

“Quando vocês querem voto, aparecem como pessoas educadas. Depois que chegam ao poder querem massacrar a população. Esse é o único rolo compactador disponível para ajudar no tapa-buraco de Feijó e agora vieram buscar”, declarou o empresário durante a gravação feita na conhecida Ladeira da Muda.

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Candiru também afirmou que o equipamento pertence ao povo acreano e acusou o governo de abandonar o município em um momento de dificuldades na infraestrutura urbana. Durante o pronunciamento, ele ainda criticou a atual gestão estadual, citando problemas financeiros e classificando a retirada do maquinário como “imoral” e “ilegal”.

O caso ganhou ainda mais repercussão após a divulgação de um documento oficial do governo do Estado, emitido pelo DERACRE. No Ofício nº 784/2026, assinado pelo presidente Roberto Assaf de Oliveira, o órgão informa ao prefeito de Feijó, Railson Ferreira da Silva, sobre o recolhimento das máquinas e veículos pertencentes ao departamento que estavam alocados no município.

No documento, o Deracre afirma que a decisão partiu do Gabinete da Governadora e teria como objetivo a “reorganização operacional” da frota, além da realização de manutenções e do redirecionamento das máquinas para frentes de trabalho coordenadas diretamente pelo órgão estadual. O ofício solicita ainda o apoio da prefeitura para a entrega dos equipamentos.

A denúncia provocou forte repercussão política em Feijó e aumentou as críticas sobre a relação entre o governo estadual e administrações municipais do interior do Acre. Moradores e lideranças locais questionam se a retirada do equipamento pode prejudicar serviços essenciais de recuperação das vias urbanas, principalmente em áreas afetadas pelas chuvas e pela precariedade da infraestrutura.

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Até o momento, a governadora Mailza Assis e o presidente do DERACRE, Roberto Assaf de Oliveira, não se manifestaram oficialmente sobre as acusações de perseguição política feitas pelo empresário Candiru Menezes.

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