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Governador Gladson Cameli colocou um bode na sala dos funcionários público Acreanos

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A imprensa acreana já notícia fartamente que o governador Gladson Cameli e sua base na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), após “ouvirem” as reivindicações dos sindicatos, decidiram ser mais “brandos” com a Reforma da Previdência, acenando com a possibilidade de retirar do seu Pacote de Maldades às cláusulas que tratam sobre o fim da sexta parte, licença prêmio e auxilio funeral. Ao ver tamanha “bondade”, lembrei de uma historinha muito comum nas mesas de negociações, entre governo e sindicatos.

Dizem que lá pelas bandas de um seringal, às margens do rio Purus, que havia um homem bom, pai de uma grande família, que morava em uma casa bem pequena, na qual passava por muitas dificuldades financeiras. Para tentar amenizar os problemas da família, o senhor procurou um político local que, dizendo que ia ajuda-lo, lhe deu um bode e pediu para ele amarrá-lo na salinha da sua casa.

Após uma semana, o bom homem procurou o político que, ao vê-lo, perguntou: “e então, as coisas melhoraram? ” O homem respondeu, que não havia melhorado nada. Aliás, haviam mesmo era piorado, pois ninguém aguentava mais aquele bode amarrado na sala. “Então vamos tirar o bode da sala, me devolva o bode e volte daqui uma semana”, lhe disse o político.

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Uma semana depois, o homem retornou. “E então, as coisas melhoraram? ”, questionou novamente político. “Agora, sim, a minha vida nunca foi tão maravilhosa. Sem o bode a gente tem espaço na sala e não tem mais aquele mau cheiro”, respondeu o senhor, que se despediu do político e voltou feliz para casa, agradecido pela ajuda recebida.

Ora, esta história muito se assemelha a estratégia aplicada pelo governador Gladson Cameli no debate da Reforma da Previdência do Estado. Primeiro, ele defendeu a necessidade de se fazer uma reforma da previdência, em decorrência de um déficit acumulado. Junto a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que contém a proposta de Reforma da Previdência Estadual, o governo encaminhou alguns PLs (projetos de lei) que retiram direitos dos trabalhadores, com efeitos imediatos na vida funcional deles, como a extinção da sexta parte, auxilio funeral e licença prêmio (o bode).

Agora, diante do mal-estar causado pelo Pacote de Maldades, os representantes do governo vêm a público dizer que estão negociando, que estão ouvindo os trabalhadores e que vão retirar do debate as questões que mexem de forma imediata com a vida funcional dos trabalhadores. Ou seja, decidiram tirar o bode da sala.

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Com isso, eles esperam que os trabalhadores esqueçam do que realmente é importante, pois o governador Gladson Cameli quer que os funcionários públicos acreanos, que nunca sonegaram nem um centavo para a previdência estadual, paguem com suas aposentadorias, com mais contribuições e mais tempo de serviço por um déficit que eles não fizeram. Ao passo que esperam que os trabalhadores comemorem a permanência de direitos já assegurados.

Gladson colocou o bode na sala dos trabalhadores e quer comemorar a retirada, mas isso não muda as maldades propostas na Reforma da Previdência, que continua sendo a mesma apresentada inicialmente. Uma reforma que irá ampliar o tempo de contribuição, tempo de serviço, idade mínima e vai acabar com a aposentadoria integral dos funcionários públicos, só para citar alguns pontos. É a cópia mais odiosa da reforma do Bolsonaro, que ele continua querendo passar na marra no dia 26/11.

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Conselheiro Tutelar diz que estão perseguindo Bocalom para desviar os desvios no governo Cameli e que estão pagando R$ 100 reais, para alguns bater no prefeito

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O Conselheiro Tutelar Ari Oliveira, usou uma postagem em um grupo de debates no whatsapp bem movimentado para criticar o excesso de críticas contra o prefeito Tião Bocalom (Progressista).

O mesmo ainda disse que ficou sabendo que um grupo de políticos estariam pagando R$100 para populares detonar Bocalom e sua gestão nas redes sociais.

Na sua mensagem o Conselheiro supõe que, as críticas contra o prefeito são para tirar o foco dos últimos escândalos envolvendo membros da cúpula do governo Gladson Cameli (PP), pois Bocalom tem apenas um ano de mandato e não tem como resolver todos os problemas da cidade em tão pouco tempo.

“Rapaz já virou bagunça, aliás virou caso de perseguição o que estão fazendo com prefeito. Ontem mesmo falei com um rapaz aí em RBO e disse que teve político oferecendo 100 reais para os moradores detonar o Prefeito em vídeo. Tá feio já. Prefeito tem 4 anos de mandato. Eu fico perguntando pq até agora nenhum jornal foi até a fundo para descobrir de onde saiu tanto dinheiro desviado na operação Ptolomeu ou como funciona o esquema dos precatórios. Porque estão tão calados? Bocalom pode até aqui ainda não ter acertado o compasso da gestão, mas já virou caso de perseguição e isso é ridículo. Eu tenho as minhas críticas em relação a gestao, mas o que estão fazendo já passou dos limites. Qual foi o prefeito que mudou tudo em RB? Qual Prefeito melhorou a vida das pessoas da noite para o dia?”, Indagou Ari.

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Nas redes sociais o clima entre militantes do palácio Rio Branco e da prefeitura municipal é de guerra, inclusive foi motivo de um alerta por parte de um vereador do PP esta semana.

O pano de fundo dessa briga é o reflexo da eleição de 2020 e o que vai ser 2022, quando parte do PP estará com Gladson Cameli, enquanto a outra com Sérgio Petecao (PSD).

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Veja o Vídeo Abaixo: Em meio a maior crise do sistema de transporte coletivo dos últimos tempos, a população de Rio Branco vive um dilema e acorda todo dia sem saber se terá ônibus passando em sua região. O prefeito Tião Bocalom tentou amenizar o problema repassando R$ 2 milhões e quatrocentos mil para as empresas quitar os débitos com empregados, acordo não cumprido e que foi um dos motivos para a intervenção no setor.

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