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Governador Gladson Cameli assina ordem de serviço de R$ 3,2 milhões para manutenção de ramais em florestas

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O governador do Estado do Acre, Gladson Cameli, e o secretário de Estado de Meio Ambiente, Israel Milani, assinaram nesta terça-feira, 9, a ordem de serviço de manutenção dos ramais Filipinas II e Mucambo I. 

Na quarta, 10, o secretário Israel Milani assina mais uma ordem de serviço, dessa vez no Juruá, beneficiando famílias no município de Rodrigues Alves. A obra, com um montante de R$ 4,2 milhões, vai fazer a manutenção do Ramal do Paraná dos Mouras, na comunidade Nova Cintra.

Os projetos serão executados pelo governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Estado do Acre (PDSA II/BID). O governador parabenizou a equipe da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) pela eficiência nos processos. “Não é difícil conseguir os recursos, mas fazer com que os projetos sejam executados”, disse, durante evento de assinatura das ordens de serviço.

A ação visa valorizar as pessoas que moram nas unidades de conservação e no entorno, fomentando a produção florestal sustentável. “Começamos o Mês do Meio Ambiente com eventos online e não poderíamos deixar de lançar uma obra que vai beneficiar diretamente as pessoas que moram próximo às florestas. É uma forma de mostrar que o Estado está presente e que se preocupa com a qualidade de vida da população”, disse Israel Milani.

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As obras irão proporcionar o escoamento mais eficiente da produção agroflorestal e do manejo madeireiro e não madeireiro na Resex Chico Mendes e na Floresta do Afluente, além de gerar emprego e renda. Outra notícia importante para é que a manutenção do ramal Filipinas II vai permitir ligar os municípios de Brasileia a Xapuri, uma grande conquista da gestão ambiental do governo.

Mais verbas

Para dar continuidade ao ramal Mucambo I e ao ramal Tupa, no município de Xapuri, a deputada federal Vanda Milani garantiu mais R$ 2 milhões de emenda de bancada para a manutenção do ramal do Mucambo II e Tupá II, com aproximadamente dezenove quilômetros.

A deputada tem contribuído com a gestão ambiental do Estado do Acre, destinando verbas para execução de obras importantes como os ramais em Unidades de Conservação, a despoluição da Bacia do Rio Acre e projeto da Caravana Ambiental, que vai percorrer todo o Estado promovendo ações de educação ambiental.

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Deputados recebem áudios de servidores da Saúde que choram exaustos pelo excesso de trabalho e lamentam fim do pagamento do auxílio

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O deputado Neném Almeida (Podemos), cobra a volta do pagamento do auxílio – Foto: Reprodução

Acre in Foco – O governo do Acre pagou a última parcela do Auxílio Temporário de Emergência em Saúde (ATS), no mês de dezembro de 2021. Esse adicional de insalubridade destinava-se a suprir os gastos excepcionais e emergenciais decorrentes da exposição excessiva de agentes públicos aos efeitos da pandemia.

Cada funcionário da linha de frente de combate à pandemia de covid-19 recebeu um adicional de cerca de R$ 500 por mês, desde julho de 2021. Um ano e 4 meses depois do intenso trabalho contra o coronavírus. A pandemia de covid-19 se intensificou a partir de março de 2020. O mês de férias dos servidores não foi contemplado com o auxílio que também não foi pago no mês de setembro, garantem os funcionários da Saúde.

O auxílio acabou em dezembro de 2021. Em janeiro de 2022, a covid-19 associada a gripe H3N2 voltaram a lotar as unidades de saúde. O padrão de 5 pacientes para cada técnico foi alterado para 14 pacientes para cada técnico. Um número considerado impossível: “é desumano”, chora de exaustão a servidora em áudio enviado aos deputados.

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Isso vem acontecendo com frequência e a gestão da unidades não consegue resolver porque não tem profissional suficiente para atender a demanda”, afirma diretoria de Unidade de Saúde.

O deputado Neném Almeida (Podemos), cobra a volta do pagamento do auxílio e justifica: “muitos destes servidores após o contato com essa doença ficaram com sequelas (respiratória, ansiedade, depressão) e outros chegaram a perder a própria vida nessa guerra. Eles voltaram a ser muito exigidos no combate à doença, em 2022 e por isso é extremamente importante que todos os servidores que estejam na linha de frente, sejam contemplados com o benefício”.

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