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Gladson está em sinuca de bico e só pode ter medo do Mito: Governador Cameli fica caladinho diante dos ataques de Bolsonaro sobre os impostos dos combustíveis

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Gladson vive um drama político, pois governar o estado mais Bolsonarista do País e ter que ficar calado diante das acusações feitas por Bolsonaro de que são os governadores são os responsáveis pela alta dos combustíveis não deve ser nada fácil.

Recentemente o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a criticar a taxa do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) praticado nos estados, mesmo que os aumentos constantes tenham sido de responsabilidade do governo federal, Bolsonaro não admite e já escolheu a quem ele vai atribuir a culpa.

Sem rumo e com o governo afundando politicamente, o presidente resolveu escolher os governadores dos estados como alvo de ataque e incentivar o descontentamento e a insatisfação de sua militância contra os estados.

O Acre tem uma alíquota de 17% sobre o Imposto de Circulação de Mercadoria e Serviços – ICMS na venda dos combustíveis no estado, o litro da gasolina mais cara do Brasil e a culpa é de quem mesmo? Quem entende o mínimo de economia sabe que a culpa é do governo federal, mas tanto o governador Gladson Cameli (PP), quanto a bancada que lhe apoia, ficam caladinhos com receio de desagradar o Mito e seus adeptos.

O governo não tem controle na política de preços do Gás, Combustível e Bolsonaro aproveita da pouca informação dos seus apoiadores mais fiéis, para disseminar inverdades sobre os impostos dos combustíveis praticados no Brasil.

Nesta terça-feira (31/8), o presidente voltou a afirmar em conversa com apoiadores que o preço da gasolina está alto por causa do imposto.

“Eu repito. O problema é o ICMS. Eu vi dois governadores agora, que dizem que estou mentindo porque o ICMS é 32% e não mudou nada. Não mudou, mas a Constituição manda botar um valor fixo. Eu tenho um valor fixo para os impostos federais, não foram reajustados desde janeiro de 2019”, destacou na saída do Palácio da Alvorada.

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Apoiadores do governo Gladson, que também são Bolsonaristas, ficam em uma sinuca de bico, pois se a culpa é dos governadores e não do Mito, porque não partem para o ataque ao governo do Acre? Alguns preferem criticar os governadores de outros estados, pois amam Bolsonaro e apoiam o Gladson. Que situação!

Veja a tabela ICMS de alíquotas em cada Estado

Cada Unidade Federativa do país possui a sua própria tabela interna para tributação de produtos e serviços em operações internas. Lembrando ainda que as alíquotas podem variar de 7% a 35%, conforme a essencialidade das mercadorias. Nesta matéria abordamos somente a alíquota regra geral, onde está a maioria das mercadorias. Confira os valores:

• ICMS no Acre – 17%
• ICMS em Alagoas – 17%
• ICMS no Amazonas – 18%
• ICMS no Amapá – 18%
• ICMS na Bahia – 18%
• ICMS no Ceará – 18%
• ICMS no Distrito Federal – 18%
• ICMS no Espírito Santo – 17%
• ICMS em Goiás -17%
• ICMS no Maranhão – 18%
• ICMS no Mato Grosso – 17%
• ICMS no Mato Grosso do Sul – 17%
• ICMS em Minas Gerais – 18%
• ICMS no Pará – 17%
• ICMS na Paraíba – 18%
• ICMS no Paraná – 18%;
• ICMS em Pernambuco – 18%
• ICMS no Piauí – 18%;
• ICMS no Rio Grande do Norte – 18%
• ICMS no Rio Grande do Sul – 18%
• ICMS no Rio de Janeiro – 18%
• ICMS em Rondônia – 17,5%
• ICMS em Roraima – 17%
• ICMS em Santa Catarina – 17%
• ICMS em São Paulo – 18%
• ICMS em Sergipe – 18%
• ICMS no Tocantins – 18%

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Veja o Vídeo Abaixo: O deputado afirmou que Bolsonaro enganou a população e que os que votaram pela venda da Eletroacre deveriam ser lembrados. Luiz Tchê, não poupou críticas ao governo federal de Bolsonaro, pelas altas no preço da energia elétrica. Tchê afirmou que o presidente mentiu quando anunciou que se caso eleito, os preços da gasolina e energia, além do gás desceriam de valor. “Essa conta é do Bolsonaro e também de quem votou pela privatização da Eletroacre, pois quase nada melhorou como haviam prometido. Quem não lembra de Bolsonaro prometendo baixar o preços do Gás, energia e combustível?”, finalizou.

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Gladson Cameli e assessores estão em Brasília na tentativa de rifar Mailza Gomes de vez do jogo, a estratégia até aqui deu errado

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O governador Gladson Cameli (PP) e vários assessores próximos, estão em Brasília para uma maratona de reuniões e conversas que afunile na formação da chapa majoritária que disputará a reeleição do atual governo.

Acompanhado do deputado estadual José Bestene, do secretário da Casa Civil Jhonatan Donadoni, dos assessores Lívio Veras, Rômulo Grandidier e Alysson Bestene, segundo informações repassada ao portal 3 de Julho, Gladson Cameli tenta chegar a um entendimento com os postulantes a vaga de senado e vice na sua chapa.

A confusão está posta, pois ao menos dois nomes na briga pela vice e três pela pela a vaga de senado.

Rômulo Grandidier e Alysson Bestene duelam ferrenhamente para saber quem agrada mais o governador e assim compor na vice, já Mailza Gomes, Márcia Bittar e Alan Rick, fazem o “Duelo de Titãs” para saber quem será o escolhido na disputa de senado para enfrentar Vanda Milane e o ex-senador Jorge Viana.

Não será fácil fazer o casal Bittar desistir de empurrar Márcia na disputa, por outro lado, Gladson se agrada mais de Alan Rick. Outro obstáculos grande é convencer a senadora Mailza Gomes, que está no mandato e preside o Progressista.

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A operação tira Mailza não funciona e segundo informações vem deixando Gladson Cameli enfurecido. O clima é de guerra, vai se salvar quem tiver mais poder político e pelo jeito a senadora Mailza Gomes tem de sobra.

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