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Maternidade de Feijó pode ser interditada por conta do abandono do Governo Gladson Cameli, diz vereador Ronaldo Reis

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A população do município de Feijó vem tendo grandes problemas por conta do abandono por parte do governo de Gladson Cameli, sobretudo na área da saúde. A situação está tão difícil que o vereador Ronaldo Reis expôs o caso na tribuna da Câmara.

De acordo com o vereador, a maternidade do município está correndo o risco de sofrer interdição ética por conta dos muitos problemas encontrado na Unidade. A maternidade funciona desde 2017 em um anexo do hospital geral de Feijó e até o momento não foi contratado um único profissional para atuar diretamente na maternidade que também apresenta uma série de irregularidades estruturais e problemas na escala médica, o que afeta diretamente o atendimento da população daquele município.

Em seu pronunciamento, Ronaldo repudiou e demonstrou a sua indignação com as promessas não cumpridas do Governador Gladson, que segundo o parlamentar, durante a campanha, Gladson afirmou que iria resolver a situação da saúde em Feijó, mas não resolveu, muito pelo contrário, as coisas só pioraram.

A maternidade já passou por uma fiscalização feita pela diretoria do Conselho Regional de Medicina do Acre no início do mês de junho do corrente ano, após receber denúncia do Sindicato dos Médicos do Acre (SINDMED-AC). Após a fiscalização o Conselho chegou a se reunir com vereadores da cidade, que pediram apoio para que a situação, que se arrasta há anos, fosse resolvida. Foi então que a diretoria da autarquia agendou reunião com a Secretaria Estadual de Saúde do Acre (Sesacre) e o Ministério Público, para alertar sobre o caso da unidade e buscar uma forma de acelerar a resolução dos problemas. No entanto, nenhum dos órgãos compareceu ao encontro.

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Ouça o áudio:

Ainda na tentativa de garantir atendimento de qualidade à sociedade e condições mínimas de trabalho aos profissionais de saúde do Hospital que trabalham na Maternidade, o CRM encaminhou relatório da fiscalização com as constatações à Sesacre, dando um prazo de 30 dias para que a Secretaria de Saúde de Estado resolvesse essas questões, mas devido a falta de interesse, pouca boa vontade e a falta de eficiência nenhuma providência foi tomada.

Entre as irregularidades constatadas na Maternidade, está a falta de médicos plantonistas e especialistas, inclusive ginecologista, pediatra e anestesista; dificuldade para transferência de pacientes por não possuir médicos suficientes e por conta da ambulância que está quebrada; falta de iluminação adequada no centro cirúrgico. A Maternidade possui aparelho de ultrassonografia, mas o exame não é feito por falta de profissional especializado.

O que se sabe é que o médico plantonista na unidade é responsável pelo atendimento de diversos setores, como de consulta ambulatorial de toda demanda espontânea, inclusive ambulatório Covid-19, urgência e emergência adulto e pediátrico; internações; visitas de pacientes internados nas enfermarias e maternidade; ala Covid-19; regulação de pacientes; transporte de paciente com o Samu em casos graves que seja necessário o acompanhamento médico. O mesmo profissional também é responsável por auxiliar no centro cirúrgico quando necessário; fazer a internação de paciente grávida para assistência ao parto; atenção ao parto; visita médica na puérpera e RN; além de todas as intercorrências do hospital e da maternidade.

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O Parlamentar destaca ainda que quem pode resolver o problema não resolve e quem poderia prestar seus serviços não presta por que o governo que quer pagar. “Eles tem diárias gordas para viajarem, eles tem diárias gordas para fazerem o que bem querem, mas na hora de cuidar da vida, na hora de cuidar da saúde, na hora de cuidar do bem estar das pessoas, ele não querem, não podem e não existe dinheiro para isto”, destacou Ronaldo.

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Veja o Vídeo Abaixo: O empresário do ramo da construção civil, Candiru, transmitiu uma live para fazer alguns questionamentos semelhantes aos que o vice-governador Major Rocha fez recentemente, como por exemplo, os que tem vez no governo de Gladson Cameli que segundo Candiru e o vice são os parentes, os amigos mais próximos e as empresas de Manaus.

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Investigado pela PF, Gladson Cameli declara R$ 114 mil investidos em ouro e quer mais 4 anos para aumentar ainda mais sua riqueza

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Gladson Cameli, que já foi alvo de investigações por suspeita de corrupção, declarou mais de R$ 5 milhões em bens, 76,6% acima do informado em 2018

O Antagonista – Gladson Cameli (PP), candidato à reeleição ao governo do Acre, declarou este ano à Justiça Eleitoral possuir pouco mais de R$ 5 milhões em bens. Deste montante, mais de R$ 114 mil são em ouro.

O candidato do Progressistas também informou possuir uma aeronave de R$ 1,5 milhão e outro R$ 1 milhão em participações em empresas. O candidato à reeleição é empresário e engenheiro civil de formação.

Nominalmente, o valor é 76,6% acima dos R$ 2,9 milhões informados ao TSE em 2018. Corrigido pela inflação, o patrimônio de quatro anos atrás valeria hoje R$ 4,8 milhões. Ou seja, um crescimento de 5,45% na comparação entre 2018 e 2022.

Em 2014, quando foi eleito senador pelo estado, Cameli declarou ao TSE possuir mais de R$ 514 mil em bens. O montante valeria hoje R$ 1,1 milhão.

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Neste ano, o Progressistas foi alvo de investigações da PF por suspeita de corrupção em seu governo. Cameli atribuiu o salto patrimonial à inflação.

A Assembleia do Acre chegou a pedir o impeachment de Gladson devido às suspeitas sobre seu governo, o que não ocorreu.

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