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Ex-prefeito de Rodrigues Alves, o Burica do PT, é condenado em quase R$ 1 milhão pelo TCE

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O ex-prefeito de Rodrigues Alves, Francisco Ernilson de Freitas (PT), mais conhecido como “o Burica do PT”, foi condenado nesta quinta-feira (19) pelo Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE) a devolver mais de R$ 900 mil em decorrência de gasto com combustível em 2016, sem a devida comprovação da finalidade pública.

A decisão foi publicada no Diário Oficial do TCE.

Segundo o TCE, houve superfaturamento com dano ao erário caracterizado pelo pagamento de preços manifestadamente superiores à média praticada pelo mercado e incompatíveis com os fixados pelos órgãos oficiais e, que não houve a comprovação da finalidade pública do gasto de combustível da Prefeitura Municipal de Rodrigues Alves.

O órgão decidiu por condenar Burica a devolução aos cofres da municipalidade o valor de R$ 942.172,78 e ao pagamento de multa no valor de R$ 90 mil correspondente a 10% do total a ser devolvido.

Por fim, o TCE decidiu pelo encaminhamento da decisão ao Ministério Público Estadual (MPE) para conhecimento e adoção das providências que entender necessárias. Por ac24horas

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Deputados recebem áudios de servidores da Saúde que choram exaustos pelo excesso de trabalho e lamentam fim do pagamento do auxílio

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O deputado Neném Almeida (Podemos), cobra a volta do pagamento do auxílio – Foto: Reprodução

Acre in Foco – O governo do Acre pagou a última parcela do Auxílio Temporário de Emergência em Saúde (ATS), no mês de dezembro de 2021. Esse adicional de insalubridade destinava-se a suprir os gastos excepcionais e emergenciais decorrentes da exposição excessiva de agentes públicos aos efeitos da pandemia.

Cada funcionário da linha de frente de combate à pandemia de covid-19 recebeu um adicional de cerca de R$ 500 por mês, desde julho de 2021. Um ano e 4 meses depois do intenso trabalho contra o coronavírus. A pandemia de covid-19 se intensificou a partir de março de 2020. O mês de férias dos servidores não foi contemplado com o auxílio que também não foi pago no mês de setembro, garantem os funcionários da Saúde.

O auxílio acabou em dezembro de 2021. Em janeiro de 2022, a covid-19 associada a gripe H3N2 voltaram a lotar as unidades de saúde. O padrão de 5 pacientes para cada técnico foi alterado para 14 pacientes para cada técnico. Um número considerado impossível: “é desumano”, chora de exaustão a servidora em áudio enviado aos deputados.

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Isso vem acontecendo com frequência e a gestão da unidades não consegue resolver porque não tem profissional suficiente para atender a demanda”, afirma diretoria de Unidade de Saúde.

O deputado Neném Almeida (Podemos), cobra a volta do pagamento do auxílio e justifica: “muitos destes servidores após o contato com essa doença ficaram com sequelas (respiratória, ansiedade, depressão) e outros chegaram a perder a própria vida nessa guerra. Eles voltaram a ser muito exigidos no combate à doença, em 2022 e por isso é extremamente importante que todos os servidores que estejam na linha de frente, sejam contemplados com o benefício”.

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