Política Destaque

Escândalos de corrupção: Após três anos de governo Gladson, o fim pode vir antes dos 362 dias que faltam

Publicados

Política Destaque

O governo Gladson Cameli está chegando a seu fim e qualquer análise desses três anos e três dias, que seja isenta e livre das amarras financeiras com o governador, perpassa pelos escândalos de corrupção no governo, ineficiência no funcionamento da máquina pública, dificuldades de relação com funcionalismo público e a total ausência de obras estruturantes.

Quando a pauta é corrupção, não podemos apenas nos deter na operação Ptolomeu que identificou mais de R$ 800 milhões de reais em transações suspeitas, ligadas ao governador Gladson Cameli – cuja investigação da Polícia Federal o aponta (Gladson Cameli) como o chefe de uma quadrilha que está roubando dinheiro da saúde e educação do estado.

Os esquemas de corrupção no governo Gladson Cameli são dezenas e vão desde a compra superfaturada de computadores e merenda escolar na Educação, pagamentos ilícitos no DEPASA, caronas suspeitas para favorecimento de empresas de Manaus, desvios nas obras de hospitais de campanha na Saúde e mais uma penca de rolos, todos de conhecimento público que já resultou em prisões e afastamentos, e cujo o desfecho das investigações ainda estão por vir.

A ineficiência do funcionamento do Estado pode ser atribuída a dois fatores; primeiro a corrupção que drena os recursos de áreas e projetos estratégicos e segundo a incapacidade técnica e operacional da equipe de governo. Não existe um plano de governo em execução com etapas claras a serem cumpridas e com metas nas secretarias. O improviso irresponsável das determinações do Gladson são a marca administrativa desse governo que dinheiro tem, mas que não sabe o que é gestão.

Um olhar mesmo que superficial para as cinco principais áreas desse governo, educação, saúde, segurança, produção e infraestrutura mostra que nesses três anos e três dias, do governo Gladson Cameli, além de não haverem avanços ocorreram retrocessos no atendimento à população.

Na educação multiplicam-se denúncias: falta de merenda, falta de transporte escolar, falta de professores e escolas sucateadas sem material de apoio necessários para as aulas. Os professores e funcionários não tiveram reajustes e estão com o salário defasado pelas perdas da inflação.

Leia Também:  Policiais penais não aceitam proposta do governo Gladson para Lei Orgânica e mantêm paralisação

Na Saúde, o caos continua sendo as filas para cirurgias na Fundação, a regulação do TFD e a falta de estrutura nas unidades de ponta, hospitais e UPAs. A decisão do governador Gladson de terceirizar o centro cirúrgico da Fundacre, faz com que nesse exato momento nem uma cirurgia esteja sendo realizada porque o centro cirúrgico está de recesso. Como se as doenças tivessem compreensão do que é recesso. Os profissionais da saúde seguem sem a reposição salarial, sem o pagamento da etapa alimentar num valor justo e sobrecarregados nas unidades pela falta de pessoal.

Na produção, durante esses 3 anos e 3 dias, a estratégia do agronegócio como eixo central se mostrou ineficiente para a maioria dos produtores. Favoreceu com máquinas apenas os amigos do poder e acabou com a política de assistência técnica e tecnológica para agricultura familiar. Não existe uma estratégia de destoca, aradagem e assistência técnica para os pequenos produtores, os escritórios da SEPA viraram apenas cabides de emprego, alguns não conseguem emitir nem uma DAP, e o símbolo maior dessa ineficiência pode ser descrito pelo escritório da SEPA de Santa Rosa que nunca sequer abriu!

Os polícias militares, engrenagem central para qualquer estratégia de segurança, amargam o não cumprimento das promessas de campanha e seguem sem adicional de titulação, sem reestruturação da carreira e sem o realinhamento salarial. Faltam profissionais da segurança nas ruas enquanto jovens do cadastro de reserva, como Jorge Orleans que segue acorrentando no Palácio, que foram enganados pelo governador Gladson Cameli não são convocados.

Pobreza, fome e desemprego se alastram por todo o Acre e o governo virou as costas para o povo. Obras estruturais que poderiam assegurar geração de empregos e renda, nesses 3 anos e 3 dias de governo não existiram. Não cumpriu nem uma de suas promessas de campanha com destaque para as pontes de Rodrigues Alves, Sena Madureria e Xapuri!

Leia Também:  Crise política: Deputado Edvaldo Magalhães diz que clima no governo Gladson Cameli é de desembarque

Não construiu uma única casa popular em todo o Acre para dar morada às famílias mais vulneráveis, criou um auxílio emergência excludente que não chegou a quem realmente mais precisa. Ou seja quando o povo mais precisou da mão do Estado para superar a crise financeira, Gladson virou as costa.

Gladson Cameli passou 3 anos e 3 dias brincando de ser governador, dançando e luxando com dinheiro de desvios, enquanto o povo passava dificuldades. Tenho fé que Gladson Cameli nunca mais passará pelas urnas, por tudo que tem acontecido, por tudo que tenho lido e visto, não acredito que ele termine esse mandato, ou será afastado ou será preso e entrará para a história do Acre pela porta dos fundos como o protagonista do maior escândalo de corrupção da história do Acre.

E Veja Também no 3 de Julho Notícias

Veja o Vídeo Abaixo: O ex-deputado federal, Sibá Machado, gravou um vídeo polêmico onde fez um desabafo contra o presidente da República, Jair Bolsonaro, o Juiz Sérgio Moro e o governador do Acre, Gladson Cameli. Sibá não perdeu a oportunidade de alfinetar o gestor em se tratando do escândalo de corrupção no qual para a Polícia Federal, Cameli é tido como o chefe de uma organização Criminosa que desviou quase R$ 1 bilhão de reais dos cofres públicos do Estado.

Acompanhe nossas Redes Sociais

Twitter: 3 de Julho Notícias

Youtube: 3 de Julho Notícias Vídeos

Página Facebook: 3 de Julho Notíci

Página do Instagram: 3 de Julho Noticias

Veja o Vídeo:

Veja-se no  Twitter 3 de Julho Notícias, seja membro e compartilhe

Veja-se no  Youtube 3 de Julho Notícias Vídeos, seja membro e compartilhe.

Veja-se na  Página Facebook 3 de Julho Notíci, seja membro e compartilhe.

Veja-se na  Página do Instagram 3 de Julho Noticias, seja membro e compartilhe.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política Destaque

Governo paga R$ 14 mil para professores ficarem tomando banho de piscina na escola Armando Nogueira, professor das águas ainda debocha de colegas

Publicados

em

O fato de usarem a máquina pública para beneficiar meia dúzia de encostados tem gerado grande revolta dentro da Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esportes- SEE, na gestão de Gladson Cameli, sobretudo, por conta dos benefícios financeiros que são disponibilizados para alguns, como é o caso da Escola Estadual Armando Nogueira.

Não é novidade que a educação estadual está em decadência devido a falta de compromisso com o trabalho a ser desenvolvido e por estar servindo de cabide de emprego, pois na Escola Armando Nogueira, ainda em 2021, dois professores foram lotados na piscina olímpica para desenvolver atividades pedagógicas para os alunos integrais e das escolas militares, mas até a presente data essas atividades não estão acontecendo.

O que chama a atenção é o fato de um desses professores, identificado como Everton Araújo de Lima, que é professor de Educação Física, ser parente do secretário de educação Aberson Carvalho e foi tirado de sala de aula, sem que a escola fosse consultada para ficar a disposição da piscina onde vai trabalhar quando quer, sem contribuir para a educação pública, apenas recebendo seus proventos mês a mês. A gestora afirmou que ficou surpresa quando Everton chegou na escola com um memorando em mão dizendo que iria ficar a disposição na piscina.

Leia Também:  Governo compra 400 kg de peixes de frigorifico de Vanda Milani, enquanto o pequeno produtor fica a mercê da própria sorte

Já o outro professor, identificado como Luiz Rodomilson dos Santos, foi lotado na Escola Armando Nogueira em dezembro do ano passado, onde na oportunidade fez questão de dizer que ele era indicação da Secretaria para ficar a disposição da piscina e logo que foi lotado na escola seu salário era no valor de R$ 4.547,94 (quatro mil quinhentos e quarente e sete reais e noventa e quatro centavos).

Não satisfeito com o seu salário, Rodomilson chegou na escola ainda no início de fevereiro e disse que o secretário Aberson pediu que a escola solicitasse uma Dedicação Exclusiva – DE para ele (Rodomilson), mas a escola informou que a não pede dedicação exclusiva para professor. Como a escola não atendeu o desejo de Rodomilson, posteriormente ele chegou na escola dizendo que tinha resolvido tudo pela secretaria de educação. Com o passar do tempo, os demais professores começaram a questionar por que tinha um professor a disposição da piscina se não estava tendo atividades pedagógicas.

Na oportunidade a gestora da escola encaminhou um ofício a SEE, solicitando esclarecimento de porque havia professores lotado na piscina se a piscina não estava funcionando, mas a secretaria não respondeu. Incomodados, os demais professores consultaram o portal da transparência e vira que antes de solicitar Dedicação Exclusiva, Rodomilson recebia 4 mil reais e depois que Rodomilson falou que havia resolvido tudo pela secretaria ele passou a receber o valor de R$ 14.500,70 (quatorze mil e quinhentos reais e setenta centavos).

Leia Também:  Policiais penais não aceitam proposta do governo Gladson para Lei Orgânica e mantêm paralisação

Diante do valor que Rodomilson recebe, os demais professores ficaram indignados por ver um professor lotado na piscina sem exercer nenhuma função pedagógica e ainda ganhando um salário exorbitante deste. A realidade da escola é que tem dois professores de educação física, mas os dois estão a disposição da piscina, ambos sem exercer nenhuma função pedagógica.

Veja os Vídeos:

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

EDUCAÇÃO

CONCURSO

ESPORTE

MAIS LIDAS DA SEMANA