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Diretores do Deracre em Cruzeiro do Sul são afastados suspeitos de desvio de dinheiro público

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Operação Parking foi deflagrada nesta terça-feira (21) em Rio Branco e Cruzeiro do Sul – Foto: Polícia Civil

Quatro diretores do Departamento de Estradas de Rodagens do Acre (Deracre) de Cruzeiro do Sul, interior do estado, foram afastados dos cargos pela Polícia Civil nesta terça-feira (21) por suspeita de desviar recursos públicos. A polícia deflagrou a 2ª fase da Operação Parking e cumpriu mandados de busca e apreensão nas sedes do departamento no interior e em Rio Branco.

A ação foi feita pela Delegacia de Combate à Corrupção (Deccor) e visou desarticular uma organização criminosa que atuava no Deracre em Cruzeiro do Sul que teria cometido diversos crimes, entre eles desvio de verbas e uso indevido de bens públicos, inclusive com ajuda de um advogado.

A segunda fase da operação recuperou provas que teriam sido desfeitas e desviadas durante a 1ª fase, deflagrada no início deste mês.

Segundo a polícia, foram afastados os seguintes diretores do Deracre de Cruzeiro do Sul:

Diretor-geral;

Diretor de RH;

Diretor financeiro;

Diretor de transporte

As investigações apontam que o Deracre executou uma obra particular da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuário (Infraero) feita no pátio do Aeroporto de Cruzeiro do Sul. Uma empresa particular teria ganhado a licitação para executar a obra, porém, a polícia descobriu que quem fez os trabalhos foram as equipes do Deracre.

A reportagem entrou em contato com a assessoria do Deracre e aguarda retorno.

O delegado-geral da Polícia Civil, Josemar Portes, e o delegado Pedro Resende participaram de uma coletiva em Rio Branco para explicar as ações que levaram ao afastamentos dos servidores. Segundo Resende, os diretores tiveram conhecimento da primeira fase da operação e retiraram algumas provas que foram recolhidas pela polícia.

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“Conseguiram obstruir a ação policial se desfazendo de provas apagando de celulares, pessoas fugindo e, por isso, foi feita uma nova medida na data de hoje [terça, 21] para tentar recuperar essas provas que foram suprimidas. Inclusive, houve participação de um advogado nessa obstrução do trabalho policial e ele também foi alvo de busca a apreensão”, destacou.

O delegado afirmou também que algumas dessas provas teriam sido retiradas de Cruzeiro do Sul e levadas para o prédio sede em Rio Branco. Por isso, os policiais fizeram buscas e apreensões de computadores e outras mídias digitais na capital acreana.

“Diferente do que aconteceu em Cruzeiro do Sul, aqui na capital toda diretoria do Deracre foi bem solícita no trabalho policial, inclusive auxiliou os trabalhos pela manhã, tudo o que foi solicitado, tudo o que foi expedido teve auxílio dos funcionários da diretoria, dos funcionários. Então, isso também fica bem comprovado que era uma ação isolada daquele núcleo criminoso lá em Cruzeiro do Sul e não na capital”, complementou Resende.

A Polícia Civil não divulgou o montante que teria sido desviado pela organização criminosa. O delegado-geral, Josemar Portes, disse que esses valores ainda estão sendo calculados. Ao todo, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão e quatro medidas cautelares de afastamento.

“O objetivo hoje foi colher elementos, provas técnicas, documentais em mídia que visem e que venham corroborar com os indícios que se apresentam no sentido de ter havido, sim, um desvio do erário público naquela entidade. Foram também nesta fase decretados judicialmente o afastamento de alguns servidores deste órgão, especificamente da cúpula da regional de Cruzeiro do Sul”, destacou.

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Operação Parking

Conforme a Polícia Civil, o nome da operação, Parking, leva o nome da obra feita no pátio das aeronaves do Aeroporto de Cruzeiro do Sul.

Delegado geral de Polícia Civil, Josemar Portes, e delegado da Decor, Pedro Resende, falaram sobre as ações – Foto: Ana Paula Xavier

Fonte: G1 Acre

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Deputados recebem áudios de servidores da Saúde que choram exaustos pelo excesso de trabalho e lamentam fim do pagamento do auxílio

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O deputado Neném Almeida (Podemos), cobra a volta do pagamento do auxílio – Foto: Reprodução

Acre in Foco – O governo do Acre pagou a última parcela do Auxílio Temporário de Emergência em Saúde (ATS), no mês de dezembro de 2021. Esse adicional de insalubridade destinava-se a suprir os gastos excepcionais e emergenciais decorrentes da exposição excessiva de agentes públicos aos efeitos da pandemia.

Cada funcionário da linha de frente de combate à pandemia de covid-19 recebeu um adicional de cerca de R$ 500 por mês, desde julho de 2021. Um ano e 4 meses depois do intenso trabalho contra o coronavírus. A pandemia de covid-19 se intensificou a partir de março de 2020. O mês de férias dos servidores não foi contemplado com o auxílio que também não foi pago no mês de setembro, garantem os funcionários da Saúde.

O auxílio acabou em dezembro de 2021. Em janeiro de 2022, a covid-19 associada a gripe H3N2 voltaram a lotar as unidades de saúde. O padrão de 5 pacientes para cada técnico foi alterado para 14 pacientes para cada técnico. Um número considerado impossível: “é desumano”, chora de exaustão a servidora em áudio enviado aos deputados.

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Isso vem acontecendo com frequência e a gestão da unidades não consegue resolver porque não tem profissional suficiente para atender a demanda”, afirma diretoria de Unidade de Saúde.

O deputado Neném Almeida (Podemos), cobra a volta do pagamento do auxílio e justifica: “muitos destes servidores após o contato com essa doença ficaram com sequelas (respiratória, ansiedade, depressão) e outros chegaram a perder a própria vida nessa guerra. Eles voltaram a ser muito exigidos no combate à doença, em 2022 e por isso é extremamente importante que todos os servidores que estejam na linha de frente, sejam contemplados com o benefício”.

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