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Neném Almeida, critica as declarações de Gladson a respeito do aumento salarial do funcionalismo

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Orçamento prevendo o reajuste dos servidores foi aprovado ALEAC: Gladson só não concede se não quiser, diz deputado – Foto: Reprodução / ac24horas

Acre in Foco – O deputado Neném Almeida (Podemos), criticou as últimas declarações do governador Gladson Cameli (Progressista), a respeito da promessa de aumento salarial para o funcionalismo público estadual. O governador anunciou o reajuste no dia 25 de outubro.

Os deputados incluiram verba para o aumento, no orçamento para 2022, em meados de dezembro. Entretanto em 30 de dezembro de 2021, cerca de 15 dias depois da aprovação do orçamento, o governador declarou que adiaria o reajuste para os servidores públicos e que “políticos querem desconstruir o governo”.

A declaração foi dada em uma coletiva à imprensa na sede da Federação das Indústrias e Comércio do Acre (Fieac).

O deputado Neném Almeida (Podemos), criticou a postura indecisa de prometer e voltar atrás, assim que a Assembleia Legislativa deu as condições para o cumprimento da promessa: “ele disse que o aumento foi suspenso e ainda que não tem nova data. Sobre o percentual de reajuste que será dado aos servidores, adivinhem…, também não tem”.

Na crítica feita através de suas redes sociais, Neném Almeida disse que isso não é surpresa. O governador Gladson Cameli, segundo o parlamentar, está sempre tentando se esquivar de suas responsabilidades.

“Será que adiar essa ação para mais próximo da eleição fará ter mais chances de ser reeleito? Ainda em 2019 alertei sobre a ingerência e a latente falta de organização da atual gestão. Fui perseguido e difamado por isso. Hoje estamos iniciando o último ano da gestão, e depois de três anos todos – todos – os problemas dos acreanos só aumentaram. Torço para haja uma guinada no formato da gestão, e que essa guinada não seja apenas eleitoreira”.

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Veja o post na íntegra

“NINGUÉM SABE, NINGUÉM VIU!

A névoa que vendou os olhos de grande parte da população acreana provocada pela pandemia de Convid-19 se dissipa e a cada dia fica mais claro o óbvio, o Governo do Estado está totalmente perdido.

Na Federação das Indústrias e Comércio do Acre (FIEAC), quando o governador foi perguntado sobre o reajuste dos servidores prometido para 2021, respondeu que isso foi suspenso e ainda que não tem nova data. E quando nosso excelentíssimo governador é indagado sobre o percentual de reajuste que será dado aos servidores, adivinhem…, também não tem.

Ninguém sabe, ninguém viu!

É impressionante! Mas é surpresa? NÃO!

Está sempre tentando se esquivar da responsabilidade. É importante lembrar que o orçamento prevendo o reajuste dos servidores já foi aprovado pela Assembleia Legislativa. Em outras palavras, só depende do Chefe do Executivo conceder o aumento.

Será que adiar isso já é uma estratégia de campanha? Será que adiar essa ação para mais próximo da eleição fará ter mais chances de ser reeleito?
Ainda em 2019 alertei sobre a ingerência e a latente falta de organização da atual gestão. Fui perseguido e difamado por isso.

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Hoje estamos iniciando o último ano da gestão, e depois de três anos todos – todos – os problemas dos acreanos só aumentaram. Torço para haja uma guinada no formato da gestão, e que essa guinada não seja apenas eleitoreira”.

E Veja Também no 3 de Julho Notícias

Veja o Vídeo Abaixo: O ex-deputado federal, Sibá Machado, gravou um vídeo polêmico onde fez um desabafo contra o presidente da República, Jair Bolsonaro, o Juiz Sérgio Moro e o governador do Acre, Gladson Cameli. Sibá não perdeu a oportunidade de alfinetar o gestor em se tratando do escândalo de corrupção no qual para a Polícia Federal, Cameli é tido como o chefe de uma organização Criminosa que desviou quase R$ 1 bilhão de reais dos cofres públicos do Estado.

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Novo secretário de Gladson Cameli participou dos governos do PT e foi preso na operação G7

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Novo secretário nomeado por Gladson foi um dos envolvidos na operação G7 e sua nomeação foi pedido dos empresários – Foto Reprodução

O Engenheiro Elétrico e empresário Assirbanipal Barbary, foi a mais nova nomeação de Gladson Cameli o “governo de 1 bilhão” (Progressista), que atendeu ao pedido de um grupo de empresários do Estado.

O mesmo irá substituir o ex-secretário Anderson Abreu; tio de Gladson Cameli que foi exonerado, depois de ser um dos alvos da operação Ptolomeu, que investiga possíveis desvios milionários da Educação e Saúde do governo do Acre.

Assur, é bem conhecido, pois também já foi preso e alvo de uma grande operação; o conhecido caso G7, que pautou as páginas policiais em 2013, no primeiro mandato do governador Tião Viana (PT).

Na época o mesmo era diretor da secretaria de desenvolvimento Urbano de Rio Branco e era um dos acusados, de integrar um esquema para fraudar licitações.

Com a chegada de Assirbanipal para a pasta de indústria e comércio, os empresários Acreanos esperam ter mais participação nos negócios e serviços ofertados pelos governo do Acre, já que quase tudo é entregue aos empresários amazonenses.

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A nomeação de Assur está publicada na edição do diário oficial desta quinta-feira (20). Assur já foi secretário adjunto de Gestão Urbana da prefeitura de Rio Branco na administração do petista Marcus Alexandre.

A operação aconteceu em maio de 2013 nos municípios de Tarauacá e na capital Rio Branco, na época foi preso o novo secretário de Gladson Cameli, Assirbanipal Barbary, a operação contou com o apoio de 150 agentes da Polícia Federal e a suspeita é que aproximadamente R$ 4 milhões tenham sido fraudados na época da operação.

Operação G7, da Polícia Federal no dia 10/05/2013, prende secretários e empreiteiros no Acre na época – Foto: Rayssa Natani

E Veja Também no 3 de Julho Notícias

Veja o Vídeo Abaixo: Em meio a maior crise do sistema de transporte coletivo dos últimos tempos, a população de Rio Branco vive um dilema e acorda todo dia sem saber se terá ônibus passando em sua região. O prefeito Tião Bocalom tentou amenizar o problema repassando R$ 2 milhões e quatrocentos mil para as empresas quitar os débitos com empregados, acordo não cumprido e que foi um dos motivos para a intervenção no setor.

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