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Pressionado, Márcio Bittar grava vídeo afirmando que vai com Gladson Cameli até o final

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O Senador Márcio Bittar (PSL), resolveu mesmo que timidamente sair em defesa do governador Gladson Cameli (PP), que é acusado de ser o pivô de um esquema de desvios de recursos públicos dos cofres do Estado; segundo inquéritos da operação Ptolomeu que apura o possível esquema.

Muitos aliados do governador sumiram e não quiseram se expor, diante da grande repercussão negativa do que pode ser um dos maiores escândalos da história do Acre. Márcio Bittar vinha sendo criticado por aliados, por ser um dos políticos de maior prestígio nacional atualmente e ter se mantido calado sem fazer a defesa do colega governador.

Nesta sexta-feira (7), o senador gravou um vídeo bem tímido onde faz a defesa do amigo Gladson Cameli.

“Gladson Cameli é nosso governador, fique tranquilo, nos elegemos juntos e vou com você até o final. Quero aqui renovar meus votos de confiança em você”, disse Márcio Bittar.

Bittar trava uma guerra silenciosa nós bastidores, para tirar os deputados Alan Rick (DEM), Wanda Milane (PROS), Jéssica Sales (MDB), senadora Mailza Gomes (PP) do páreo e indicar a esposa Márcia Bittar como candidata aí senado na chapa de Gladson Cameli.

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Veja o Vídeo Abaixo: O ex-deputado federal, Sibá Machado, gravou um vídeo polêmico onde fez um desabafo contra o presidente da República, Jair Bolsonaro, o Juiz Sérgio Moro e o governador do Acre, Gladson Cameli. Sibá não perdeu a oportunidade de alfinetar o gestor em se tratando do escândalo de corrupção no qual para a Polícia Federal, Cameli é tido como o chefe de uma organização Criminosa que desviou quase R$ 1 bilhão de reais dos cofres públicos do Estado.

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Deputados recebem áudios de servidores da Saúde que choram exaustos pelo excesso de trabalho e lamentam fim do pagamento do auxílio

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O deputado Neném Almeida (Podemos), cobra a volta do pagamento do auxílio – Foto: Reprodução

Acre in Foco – O governo do Acre pagou a última parcela do Auxílio Temporário de Emergência em Saúde (ATS), no mês de dezembro de 2021. Esse adicional de insalubridade destinava-se a suprir os gastos excepcionais e emergenciais decorrentes da exposição excessiva de agentes públicos aos efeitos da pandemia.

Cada funcionário da linha de frente de combate à pandemia de covid-19 recebeu um adicional de cerca de R$ 500 por mês, desde julho de 2021. Um ano e 4 meses depois do intenso trabalho contra o coronavírus. A pandemia de covid-19 se intensificou a partir de março de 2020. O mês de férias dos servidores não foi contemplado com o auxílio que também não foi pago no mês de setembro, garantem os funcionários da Saúde.

O auxílio acabou em dezembro de 2021. Em janeiro de 2022, a covid-19 associada a gripe H3N2 voltaram a lotar as unidades de saúde. O padrão de 5 pacientes para cada técnico foi alterado para 14 pacientes para cada técnico. Um número considerado impossível: “é desumano”, chora de exaustão a servidora em áudio enviado aos deputados.

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Isso vem acontecendo com frequência e a gestão da unidades não consegue resolver porque não tem profissional suficiente para atender a demanda”, afirma diretoria de Unidade de Saúde.

O deputado Neném Almeida (Podemos), cobra a volta do pagamento do auxílio e justifica: “muitos destes servidores após o contato com essa doença ficaram com sequelas (respiratória, ansiedade, depressão) e outros chegaram a perder a própria vida nessa guerra. Eles voltaram a ser muito exigidos no combate à doença, em 2022 e por isso é extremamente importante que todos os servidores que estejam na linha de frente, sejam contemplados com o benefício”.

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