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Assombrados com STJ: 2022 e a incerteza de Gladson e aliados, que temem seu afastamento do cargo de governador

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Nem as festividades de final de ano que costumam ser bastante celebradas, trouxe um ambiente tranquilo ao governador Gladson Cameli (PP) e seus aliados leais, que passaram a virada de 2021 para 2022 assombrados com as operações policiais jamais vista no estado, em uma administração a beira do abismo.

A operação Ptolomeu, investiga o que pode ser o maior esquema de corrupção da história política acreana e tem o próprio governador Gladson, como o centro das investigações desencadeada pela Polícia Federal, autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Aliados fiéis ao Palácio Rio Branco, não escondem o medo de na volta do recesso do judiciário, o governador Gladson Cameli seja afastado do cargo. Acontece que os indícios de que o governador seja o maior beneficiado com o suposto esquema, o deixa na linha de suspeição do STJ, que pode a qualquer momento anunciar a medida.

Para a maioria dos assessores e secretários de Gladson Cameli, o governo nas mãos do vice Major Rocha (PSL) seria um pesadelo. O Vice-governador Major Rocha pode fazer um limpa nos comissionados fazendo com que a tinta da caneta trabalhe, inclusive a grande lista de desafetos que não suportam o vice, esses seriam os primeiros a rodar.

Gladson tenta passar o ar de tranquilidade, notadamente forçando a barra para não demonstrar agonia que tomou conta de seu governo. O próprio governador diz que é perseguição política agora tenta colocar culpa em adversário.  

Dia 7 de janeiro, a justiça retoma os trabalhos e segundo informações que foram repassadas a nossa redação, poderá haver mais Operação de desdobramentos da Ptolomeu no governo Cameli, dificilmente o governador Gladson não será afastado do cargo.

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Gladson o principal investigado

O inquérito que tem Cameli como principal investigado também se cruzou com outra investigação da Polícia Federal, a da Operação Assepsia, que se debruçou sobre a compra emergencial e sem licitação, pela Secretaria Municipal de Saúde de Rio Branco, de álcool em gel e máscaras na pandemia. Um dos alvos da PF no Amazonas foi o empresário Rudilei Soares de Souza, o ‘Rudilei Estrela’, apontado como operador financeiro do governador. Em 2018, quando saiu candidato a deputado federal, o empresário recebeu apoio público de Cameli na campanha. Na segunda fase da Assepsia, em abril, os policiais federais fizeram buscas na casa de Rudilei e encontraram um carro registrado no nome do governador.

As transações para compra veículos de luxo acenderam o alerta da PF. Em 2018, quando concorreu ao cargo, Cameli declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) R$ 202 mil em automóveis. O patrimônio aumentou mais de 800% desde então, chegando a mais de R$ 1,6 milhão, segundo os cálculos da Polícia Federal.

A suspeita é que, com apoio de Rudilei Estrela, as transações com veículos, imóveis, dinheiro vivo e cartões de crédito tenham sido usadas para lavar dinheiro desviado dos cofres públicos do Estado. O suposto esquema envolveria o direcionamento de licitações, contratações superfaturadas e a confirmação de recebimento de mercadorias não entregues e de serviços não prestados em troca de vantagens indevidas.

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De acordo com a PF, os empenhos para pagamentos dos contratos suspeitos eram efetuados, via de regra, sob código de recursos próprios, o que na avaliação dos investigadores pode ser um artifício para dificultar a fiscalização por órgãos de controle federais.

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Veja o Vídeo Abaixo: O ex-deputado federal, Sibá Machado, gravou um vídeo polêmico onde fez um desabafo contra o presidente da República, Jair Bolsonaro, o Juiz Sérgio Moro e o governador do Acre, Gladson Cameli. Sibá não perdeu a oportunidade de alfinetar o gestor em se tratando do escândalo de corrupção no qual para a Polícia Federal, Cameli é tido como o chefe de uma organização Criminosa que desviou quase R$ 1 bilhão de reais dos cofres públicos do Estado.

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Conselheiro Tutelar diz que estão perseguindo Bocalom para desviar os desvios no governo Cameli e que estão pagando R$ 100 reais, para alguns bater no prefeito

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O Conselheiro Tutelar Ari Oliveira, usou uma postagem em um grupo de debates no whatsapp bem movimentado para criticar o excesso de críticas contra o prefeito Tião Bocalom (Progressista).

O mesmo ainda disse que ficou sabendo que um grupo de políticos estariam pagando R$100 para populares detonar Bocalom e sua gestão nas redes sociais.

Na sua mensagem o Conselheiro supõe que, as críticas contra o prefeito são para tirar o foco dos últimos escândalos envolvendo membros da cúpula do governo Gladson Cameli (PP), pois Bocalom tem apenas um ano de mandato e não tem como resolver todos os problemas da cidade em tão pouco tempo.

“Rapaz já virou bagunça, aliás virou caso de perseguição o que estão fazendo com prefeito. Ontem mesmo falei com um rapaz aí em RBO e disse que teve político oferecendo 100 reais para os moradores detonar o Prefeito em vídeo. Tá feio já. Prefeito tem 4 anos de mandato. Eu fico perguntando pq até agora nenhum jornal foi até a fundo para descobrir de onde saiu tanto dinheiro desviado na operação Ptolomeu ou como funciona o esquema dos precatórios. Porque estão tão calados? Bocalom pode até aqui ainda não ter acertado o compasso da gestão, mas já virou caso de perseguição e isso é ridículo. Eu tenho as minhas críticas em relação a gestao, mas o que estão fazendo já passou dos limites. Qual foi o prefeito que mudou tudo em RB? Qual Prefeito melhorou a vida das pessoas da noite para o dia?”, Indagou Ari.

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Nas redes sociais o clima entre militantes do palácio Rio Branco e da prefeitura municipal é de guerra, inclusive foi motivo de um alerta por parte de um vereador do PP esta semana.

O pano de fundo dessa briga é o reflexo da eleição de 2020 e o que vai ser 2022, quando parte do PP estará com Gladson Cameli, enquanto a outra com Sérgio Petecao (PSD).

E Veja Também no 3 de Julho Notícias

Veja o Vídeo Abaixo: Em meio a maior crise do sistema de transporte coletivo dos últimos tempos, a população de Rio Branco vive um dilema e acorda todo dia sem saber se terá ônibus passando em sua região. O prefeito Tião Bocalom tentou amenizar o problema repassando R$ 2 milhões e quatrocentos mil para as empresas quitar os débitos com empregados, acordo não cumprido e que foi um dos motivos para a intervenção no setor.

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