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Apoiador de Motim no Ceará, almoçou com Bolsonaro momentos antes dos tiros em Cid Gomes

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É positivo que os governadores, e não apenas os de oposição, estejam ficando mais atentos ao que está acontecendo no Ceará.

O que mais chama atenção na matéria, no entanto, é a informação de que um dos principais apoiadores dos motins terroristas da polícia militar cearense, o deputado estadual André Fernandes (PSL-CE), almoçou com o presidente Jair Bolsonaro “momentos antes de policiais amotinados (…) balearem o senador Cid Gomes (PDT)”.

Trecho da matéria:

O apoio tácito do presidente e seu entorno mais próximo aos motins policiais é o maior risco que o país enfrenta hoje, por razões óbvias.

São mais de 400 mil policiais militares, com poder de intimidar e chantagear outros outros poderes, além de aterrorizar a população.

Diante desse risco, iminente e urgente, as histórias de que Flavio Bolsonaro “visitou Adriano Nóbrega na prisão” soam triviais, quase fofocas.

Não estamos falando aqui de supostas ligações da família Bolsonaro com a milícia no passado, e sim de ligações atuais do próprio presidente com lideranças de motins policiais que podem se alastrar por todo o país.

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Deputados recebem áudios de servidores da Saúde que choram exaustos pelo excesso de trabalho e lamentam fim do pagamento do auxílio

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O deputado Neném Almeida (Podemos), cobra a volta do pagamento do auxílio – Foto: Reprodução

Acre in Foco – O governo do Acre pagou a última parcela do Auxílio Temporário de Emergência em Saúde (ATS), no mês de dezembro de 2021. Esse adicional de insalubridade destinava-se a suprir os gastos excepcionais e emergenciais decorrentes da exposição excessiva de agentes públicos aos efeitos da pandemia.

Cada funcionário da linha de frente de combate à pandemia de covid-19 recebeu um adicional de cerca de R$ 500 por mês, desde julho de 2021. Um ano e 4 meses depois do intenso trabalho contra o coronavírus. A pandemia de covid-19 se intensificou a partir de março de 2020. O mês de férias dos servidores não foi contemplado com o auxílio que também não foi pago no mês de setembro, garantem os funcionários da Saúde.

O auxílio acabou em dezembro de 2021. Em janeiro de 2022, a covid-19 associada a gripe H3N2 voltaram a lotar as unidades de saúde. O padrão de 5 pacientes para cada técnico foi alterado para 14 pacientes para cada técnico. Um número considerado impossível: “é desumano”, chora de exaustão a servidora em áudio enviado aos deputados.

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Isso vem acontecendo com frequência e a gestão da unidades não consegue resolver porque não tem profissional suficiente para atender a demanda”, afirma diretoria de Unidade de Saúde.

O deputado Neném Almeida (Podemos), cobra a volta do pagamento do auxílio e justifica: “muitos destes servidores após o contato com essa doença ficaram com sequelas (respiratória, ansiedade, depressão) e outros chegaram a perder a própria vida nessa guerra. Eles voltaram a ser muito exigidos no combate à doença, em 2022 e por isso é extremamente importante que todos os servidores que estejam na linha de frente, sejam contemplados com o benefício”.

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