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Alan ou Marcia Bittar? Um dos dois ficarão de fora da chapa majoritária de Cameli que prometeu mas não vai cumprir

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Depois de prometer vaga para meio mundo na chapa sua chapa majoritária, o governador Gladson Cameli (Progressista) só aumenta o problema para si próprio.

Em entrevista ao Portal ContilNet na tarde desta quarta-feira (6), o governador falou sobre suas preferências de nomes para compor de vice na tentativa de reeleição ao Palácio Rio Branco. Gladson deixou para trás aposta que fez em Alysson Bestene e agora aposta na ex-prefeita de Rio Branco Socorro Neri ou ex-secretário da casa civil Rômulo Grandidier, como possíveis quadros a ser escolhidos como seu parceiro de chapa.

Gladson se reportou a ambos como meninos dos seus olhos e disse que um dos dois será o escolhido de sua confiança para a disputa, deixando assim uma nova confusão formada.

O deputado federal Alan Rick (União Brasil) e a Márcia Bittar (PL), são os dois nomes cotados para compor a chapa de senado no palanque de Cameli. Nessa guerra posta quem tem tudo para sair vitorioso é Márcia Bittar, que conta com a força do seu esposo senador Márcio Bittar, que apadrinhou 5 partidos e montou um exercito de candidatos, enquanto Alan Rick não tem força partidária alguma.

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Alguém sairá derrotado dessa história e pelo obvio das correlações de forças, Alan Rick já pode começar a sua campanha para tentar voltar ao congresso nacional, pois a força política do casal Bittar, dificilmente deixará Márcia de fora da chapa majoritária.

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Enquanto Gladson “dialoga com calango”, Policial com câncer tenta há 2 meses conseguir remédio que custa quase R$ 32 mil

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Lamentavelmente o poder público tem que ser muito omisso em relação a isso, sendo que ele tem uma função fundamental na segurança pública – Foto: Arquivo Gladson Cameli / Facebook / Arte Alemão Monteiro

O policial militar Kennedy Domingos, de 38 anos, luta contra o tempo para ter acesso a um medicamento que vai ajudar no tratamento contra um câncer na nasofaringe. O remédio custa quase R$ 32 mil e, há dois meses, o PM entrou na Justiça para obrigar o Estado a disponibilizar a medicação.

O militar descobriu a doença em 2018, após servir como policial militar no Acre durante 11 anos. Desde então se viu obrigado a deixar o trabalho de lado para se dedicar ao tratamento e vencer a doença. Ele contou que a doença iniciou com um caroço no pescoço. O médico passou exames e descobriu em que parte do corpo a doença estava.

Sem uma máquina de radioterapia disponível no estado acreano, o militar fez o tratamento em Porto Velho (RO). Na capital rondoniense, Domingos fez nove sessões de quimioterapia e 39 de radioterapia durante cinco meses. O tratamento funcionou e houve uma regressão da doença na época. Domingos retornou para o Acre e conseguiu ter uma vida um pouco mais normal.

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Em outubro de 2021, a doença apareceu novamente e o policial logo percebeu e de imediato começou o tratamento de quimioterapia no Unacom Porém, o tratamento não teve o mesmo efeito obtido antes e a doença ficou mais agressiva debilitando o policial cada vez mais. O militar perdeu mais de 10 quilos nas últimas semanas e passa o dia deitado.

Os médicos informaram que uma das chances de ele se recuperar é fazer um tratamento com uma medicação chamada nivolumabe a cada 14 dias. Contudo, o Serviço Único de Saúde (SUS) não disponibiliza o remédio e cada aplicação custa quase R$ 32 mil.

Sem dinheiro para custear o tratamento, Kennedy Domingos entrou com uma ação na Defensoria Pública para que o Estado forneça o medicamento. Uma decisão interlocutória da 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Rio Branco determinou que o Acre forneça por três meses o remédio, no prazo de 15 dias, para o militar sob pena de multa de R$ 500 por dia.

A Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) informou que o mandado de intimação para manifestação do Estado foi expedido nesta quinta-feira (26), mas que o prazo só começa a contar quando a Procuradoria Geral do Estado (PGE-AC) for intimada in loco. “A Sesacre aguarda ser comunicada oficialmente para o cumprimento das medidas cabíveis referente ao processo”.

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“Lamentavelmente o poder público tem que ser muito omisso em relação a isso, sendo que ele tem uma função fundamental na segurança pública, então, nada mais justo que o poder público veja o problema dele e dê a assistência que ele precisa”, afirmou o autônomo e amigo do PM, Alexandre Reis.

Casos como este em que pacientes precisam recorrer a justiça para que o Governo preste assistência pelo fato do Sistema Único de Saúde não disponibilizar certos medicamentos por meio da saúde pública, situações como esta tem ficado cada vez mais frequente, mas enquanto isso, o governador Gladson Cameli ou está dançando ou “conversando com calango” com o intuito de conquistar votos, pois tudo que faz é pensar na reeleição para passar mais quatro anos brincando de ser governador. 

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