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Abandonado pelo governo Cameli hospital de Feijó tem fossa estourada e ambiente insalubre para pacientes e servidores

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Sindmed-AC recebeu denúncia de trabalhadores da unidade. Sesacre informou que enviou equipe ao local – Foto: Facebook / Gladson Cameli

Segundo o portal G1 Acre,  o Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) elabora uma denúncia para apresentar ao Ministério Público Estadual (MP-AC) sobre as condições do Hospital Geral de Feijó. Segundo o sindicato, a unidade de saúde tem uma fossa estourada que deixa água de esgoto espalhados pelo terreno, presença de fezes e urina de ratos, além de falta de equipamentos.

Em nota, a Secretaria de Saúde (Sesacre) informo que enviou uma equipe do governo na unidade de saúde no último dia 25 e para verificar as necessidades. Após essa visita, já foi dada uma ordem de serviço para manutenção da autoclave, ‘estrutura, como reparos em paredes, forros, telhados e pinturas, no intuito de melhorar o ambiente para os pacientes e para os servidores’.

Sobre a fossa, a empresa responsável vai fazer o desgotamento e limpeza. (Veja nota na íntegra abaixo).

A denúncia foi feita por servidores do hospital para o sindicado. Os trabalhadores relataram também que o ambiente de trabalho é insalubre, os banheiros têm retorno quando chove, o telhado tem goteiras em várias salas da unidade e o forro apresenta apodrecimento em algumas áreas e infiltração.

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O Sindmed -AC afirma também que a unidade de saúde não tem autoclave há cinco meses, que é utilizado para esterilizar os instrumentos médicos usados em cirurgias. Para não ficar sem a esterilização, esses equipamentos seriam e enviados para Tarauacá, cidade vizinha.

Porém, segundo o sindicato, as viagens aumentam a possibilidade de contaminação, o que torna o trabalho quase que inviável.

“Apenas um novo hospital poderia melhorar as condições, reduzindo as infecções hospitalares resultantes dessa série de problemas. As pessoas não podem ser vítimas da omissão do poder público”, disse o vice-presidente do Sindmed-AC, Rodrigo Prado.

Nota da Sesacre na íntegra:

A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), por meio da Diretoria de Administração, em referência à possível denúncia pelo Sindicatos dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) ao Ministério Público, vem esclarecer que:

Na última sexta, 25, a equipe da Sesacre, junto com a secretária de Estado de Saúde, Paula Mariano, acompanhada também do Diretor Administrativo Daniel Rocha, estiveram no hospital de Feijó, onde viram de perto as necessidades da unidade.

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As primeiras ordens de serviços já foram efetuadas como a da manutenção da autoclave, que segundo a empresa prestadora do serviço de manutenção, até a próxima semana estará em pleno funcionamento.

A unidade também receberá manutenção da estrutura, como reparos em paredes, forros, telhados e pinturas, no intuito de melhorar o ambiente para os pacientes e para os servidores.

Quanto as fossas, já foi acionado a empresa responsável e a mesma irá fazer o desgotamento e limpeza.

Além disso, a unidade também passará por uma reforma mais ampla, a qual já encontra-se em processo de licitação.

Paula Mariano

Secretária de Estado de Saúde

Forro do hospital é uma das áreas que precisa de reparo – Foto: ASindmed

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Investigado pela PF, Gladson Cameli declara R$ 114 mil investidos em ouro e quer mais 4 anos para aumentar ainda mais sua riqueza

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Gladson Cameli, que já foi alvo de investigações por suspeita de corrupção, declarou mais de R$ 5 milhões em bens, 76,6% acima do informado em 2018

O Antagonista – Gladson Cameli (PP), candidato à reeleição ao governo do Acre, declarou este ano à Justiça Eleitoral possuir pouco mais de R$ 5 milhões em bens. Deste montante, mais de R$ 114 mil são em ouro.

O candidato do Progressistas também informou possuir uma aeronave de R$ 1,5 milhão e outro R$ 1 milhão em participações em empresas. O candidato à reeleição é empresário e engenheiro civil de formação.

Nominalmente, o valor é 76,6% acima dos R$ 2,9 milhões informados ao TSE em 2018. Corrigido pela inflação, o patrimônio de quatro anos atrás valeria hoje R$ 4,8 milhões. Ou seja, um crescimento de 5,45% na comparação entre 2018 e 2022.

Em 2014, quando foi eleito senador pelo estado, Cameli declarou ao TSE possuir mais de R$ 514 mil em bens. O montante valeria hoje R$ 1,1 milhão.

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Neste ano, o Progressistas foi alvo de investigações da PF por suspeita de corrupção em seu governo. Cameli atribuiu o salto patrimonial à inflação.

A Assembleia do Acre chegou a pedir o impeachment de Gladson devido às suspeitas sobre seu governo, o que não ocorreu.

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