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A ponte de Rodrigues Alves vai ser mais uma promessa de grego para a população do Juruá

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Sem dúvidas um dos maiores sonhos dos moradores da cidade de Rodrigues Alves é a construção de uma ponte sobre o rio Juruá, que possa fazer a interligação direta da cidade com quem chega ou sai do Juruá rumo a BR-364.

Esse sonho que esteve tão perto a partir de uma mobilização popular, parece ter que ser adiado mais pra quando não se sabe.

Um movimento denominado Pró-Ponte, nasceu da luta de alguns líderes da sociedade do município. Encabeçado pelo jovem Ralph Fernandes, eles fizeram uma extensa mobilização, envolveram s mais diversos políticos de todas as esferas.

O movimento chegou a fazer um referendo popular, este a pedido do Governador Gladson Cameli (Progressistas), que afirmou que se fosse este o desejo do povo, ele iria se engajar na luta por R$ 100 milhões para tornar o sonho possível.

Por unanimidade o povo escolheu a ponte e depois disso o governador sumiu e sequer deu uma declaração de satisfação ao povo Rodriguense.

Para piorar as coisas, das emendas de bancadas alocadas para 2020, não tem um real sequer destinado a construção da Ponte, isto porque o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte – DNIT, não tem os recursos para fazer um novo estudo de viabilidade da obra; portanto não tem como os parlamentares destinar nada.

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O acesso de chaga ao município, é feira pela travessia em balsa locada pelo DERACRE, sendo este serviço motivos de muitas reclamações de quem diariamente precisa se ausentar ou chegar na cidade. Recentemente um caminhão carregado de postes, caiu no barranco ao manobrar para entrar na embarcação.

No inverno o sofrimento aumenta, são veículos atolados e constrangimento para centenas de pessoas todos os dias.

Nas redes sociais, várias pessoas cobram uma ação do Movimento Pró-Ponte, pois este iniciou a luta e ganhou status de representação dessa causa. Eles querem uma nova mobilização, assim mostrar a indignação e o sentimento de terem sidos enganados.

Alguns cobram o fechamento da BR-364, movimento este que viria a chamar atenção das autoridades locais e nacionais.

O certo é que não tem projeto, não tem emendas e o sonho das pessoas daquele município vai se transformando em bandeira política, sem resultados práticos.

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Deputados recebem áudios de servidores da Saúde que choram exaustos pelo excesso de trabalho e lamentam fim do pagamento do auxílio

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O deputado Neném Almeida (Podemos), cobra a volta do pagamento do auxílio – Foto: Reprodução

Acre in Foco – O governo do Acre pagou a última parcela do Auxílio Temporário de Emergência em Saúde (ATS), no mês de dezembro de 2021. Esse adicional de insalubridade destinava-se a suprir os gastos excepcionais e emergenciais decorrentes da exposição excessiva de agentes públicos aos efeitos da pandemia.

Cada funcionário da linha de frente de combate à pandemia de covid-19 recebeu um adicional de cerca de R$ 500 por mês, desde julho de 2021. Um ano e 4 meses depois do intenso trabalho contra o coronavírus. A pandemia de covid-19 se intensificou a partir de março de 2020. O mês de férias dos servidores não foi contemplado com o auxílio que também não foi pago no mês de setembro, garantem os funcionários da Saúde.

O auxílio acabou em dezembro de 2021. Em janeiro de 2022, a covid-19 associada a gripe H3N2 voltaram a lotar as unidades de saúde. O padrão de 5 pacientes para cada técnico foi alterado para 14 pacientes para cada técnico. Um número considerado impossível: “é desumano”, chora de exaustão a servidora em áudio enviado aos deputados.

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Isso vem acontecendo com frequência e a gestão da unidades não consegue resolver porque não tem profissional suficiente para atender a demanda”, afirma diretoria de Unidade de Saúde.

O deputado Neném Almeida (Podemos), cobra a volta do pagamento do auxílio e justifica: “muitos destes servidores após o contato com essa doença ficaram com sequelas (respiratória, ansiedade, depressão) e outros chegaram a perder a própria vida nessa guerra. Eles voltaram a ser muito exigidos no combate à doença, em 2022 e por isso é extremamente importante que todos os servidores que estejam na linha de frente, sejam contemplados com o benefício”.

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