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R$ 80 mil em joias polícia a prender autor do crime

De acordo com a vítima, após o furto ela deu queixa na delegacia e desde então, ela também começou a investigar.

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De acordo com a vítima, após o furto ela deu queixa na delegacia e desde então, ela também começou a investigar.

Mulher é furtada em R$ 80 mil em joias e ajuda polícia a prender autor do crime

Mulher é furtada em R$ 80 mil em joias e ajuda polícia a prender autor do crime

Após ser roubada em mais de R$ 80 mil em joias, durante um furto em sua casa, no dia 10 deste mês, no conjunto Manoel Julião, a idosa Maria Rosiane, que também é vendedora de joias, acabou ajudando a polícia a descobrir o autor do crime.

De acordo com a vítima, após o furto ela deu queixa na delegacia e desde então, ela também começou a investigar.
Desconfiada do comportamento de Gleison Sousa do Nascimento, que há 15 dias chegou de Mâncio Lima para se hospedar no apartamento que a vítima aluga para um sargento da Polícia Militar, ela inventou que necessitava da ajuda dele para transportar uns pedaços de madeira.

Porém, o levou diretamente à delegacia da Polícia Civil da 1ª Regional, onde Gleison confessou o crime.

Na delegacia, ele disse que teria vendido parte das joias a uma mulher de nome Lucilene Rocha, de 36 anos, que mantém um box no camelódromo, no centro da cidade, e com quem polícia conseguiu recuperar cerca de R$ 5 mil em joias.

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Aos policiais, a mulher disse que havia comprado as joias por R$ 150, das mãos de Gleison.

Lucilene foi presa pelo crime de receptação e Gleison, que já tinha um mandado de prisão em aberto pelo crime de furto, segundo descobriu a polícia, também foi preso.

Segundo informações, a vítima alugou o apartamento para o sargento em julho. Depois que as jóias foram roubadas, ela começou a suspeitar de Gleison porque ele estaria se mostrando nervoso e indiferente.

Na delegacia, Gleison contou aos policiais que o sargento não sabia de nada sobre o furto e nem sobre o mandado de prisão. A outra parte das joias teria sido vendida na Bolívia, segundo o acusado.

Escrito Por Agência ContilNet

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Homem investigado por furto de gado é preso com arma de fogo e munições durante operação da Polícia Civil

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Polícia Civil recupera 11 cabeças de gado avaliadas em mais de R$ 40 mil e devolve ao dono – Foto: Polícia Civil

Um homem investigado por furto de gado na Rodovia Transcreana, zona rural de Rio Branco, foi preso na manhã desta terça-feira (25) com uma arma de fogo e munições durante uma operação da Polícia Civil. As equipes policiais cumpriam mandados judicias contra pessoas procuradas pelo furto de animais.

Em novembro do ano passado, quatro pessoas com idades de 25, 33, 36 e 43 anos foram indiciadas pela Polícia Civil, após concluir as investigações do furto de 11 cabeças de gado na Transacrena.

Os animais foram roubados em outubro de 2021 e, após uma semana de investigação, a polícia encontrou e devolveu os animais ao dono. Os envolvidos no furto devolveram os animais após a polícia chegar até eles.

O quarteto, que inclui o gerente da propriedade, foi indiciado por abigeato – furto de animais-, associação criminosa, falsificação de documento público e uso de documento falso.

Nesta terça, os policiais da Delegacia da 1ª Regional da Polícia Civil foram cumprir mandados de busca e apreensão quando acharam a arma e munições na casa do suspeitos. Em outras residências, a polícia diz ter apreendido três pistolas de vacinação de gado e celulares.

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“À época do furto do gado foram presas quatro pessoas, a investigação continuou e hoje [terça, 25] foi presa mais uma pessoa. Conseguimos identificar mais pessoas que fazem parte dessa ação criminosa, cumprimos os mandados de busca e apreendemos celulares, documentação utilizada para transportar esse gado e uma pessoa presa por porte ilegal de arma de fogo”, destacou o coordenador da 1ª Regional, delegado Yvens Dixon.

O delegado falou que vão ser analisados os celulares apreendidos para saber se mais pessoas estão envolvidas no crime. A polícia apreendeu também Guias de Transporte Animais (GTA) falsificadas.

“Podem responder também por falsificação de documentos. Eram furtados da região da Transacreana, escondidos no Ramal do Mutum. Mesmo o transporte para curtas distâncias precisa da guia, então, como ficavam se deslocando com o gado, para evitar a localização dos animais, andavam com as guias falsas para conseguir se livrar da fiscalização”, concluiu.

Relembre o caso

Conforme a polícia, o crime ocorreu no dia 20 de outubro de 2021, quando três suspeitos entraram na propriedade da vítima e, com ajuda de um caminhão boiadeiro, levaram as vacas.

Ao todo, pelo menos quatro pessoas estão ligadas diretamente com o crime. Um deles é o gerente da fazenda onde houve o furto, um seria o suposto comprador e outro responsável pelo transporte dos animais e um quarto envolvido, a pessoa que teve a Guia de Transporte Animais (GTA) emitida no nome dela para levar o gado para Sena Madureira.

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“Tomamos conhecimento quando a vítima esteve na delegacia e começamos a investigação e chegamos à pessoa que fez o transporte e onde o gado estava. Também identificamos a pessoa que forneceu a GTA e chegamos a conclusão que eles tinham praticado o furto e resolveram devolver o gado com o argumento de que não tinham furtado”, disse o delegado Judson Barros, responsável pela investigação, na época das prisões.

O gado estava na BR-317, no Ramal do Mutum. O delegado disse que não houve prisão em flagrante, mas que pode ser pedida a preventiva dos envolvidos.

“Como se prontificaram a devolver o gado, fomos lá e entregamos ao verdadeiro dono. Agora seguimos com as investigações para encaminhar ao judiciário”, acrescentou.

O delegado disse que no local onde os animais estavam foi informado que eles tinham pulado no caminhão e entrado na propriedade e negaram o furto e por isso fizeram a devolução.

Ainda conforme a polícia, os demais envolvidos pela adulteração de documentos foram denunciados ao Instituto de Defesa Animal e Florestal (IDAF) para as providências cabíveis. Veja mais no G1 Acre 

Polícia Civil apreendeu celulares, armas e documentos falsos durante operação – Foto: Arquivo/Polícia Civil

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