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Prisão de caminhoneiro gera protestos na fronteira no AC

Após 24 horas, grupo liberou fronteira. Caminhoneiros protestaram contra prisão de colega na Bolívia.

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Após 24 horas, grupo liberou fronteira. Caminhoneiros protestaram contra prisão de colega na Bolívia.

preso na Bolivia

1_3A prisão do caminhoneiro Moisés Evaristo de Souza Neves, de 39 anos, no início da semana, provocou protestos da classe na fronteira entre o Brasil e a Bolívia, no interior do Acre. As duas pontes que ligam os dois países foram fechadas pelo grupo, que não concorda com a prisão. O motorista é acusado de atropelar uma motoqueira, mas, segundo manifestantes, não houve colisão e o colega de trabalho foi preso indevidamente. O protesto que iniciou na quinta (26) durou 24 horas, sendo as pontes liberadas no fim da tarde desta sexta-feira (24).

Um caminhoneiro, que preferiu não se identificar, afirma que o colega de trabalho está sendo acusado injustamente. Segundo ele, a condutora da moto estava com outras duas pessoas no veículo e se assustou quando Neves fez uma ultrapassagem.

“Somos transportadores de material de construção na fronteira, ele ia descarregar em Cobija. Quando foi ultrapassar, a condutora se assustou e caiu para o lado de fora da pista.  Ela teve uma fratura na perna, corte na cabeça e outros machucados. Neves não viu que ela tinha caído e seguiu viagem”, afirma.

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Algumas horas depois do acidente, que ocorreu na segunda-feira (27), o motorista foi preso. Os manifestantes afirmam que o dono da empresa chegou a fazer um acordo com a vítima para que Neves seja libertado. Após o acordo, os caminheiros permitiram o tráfego de veículos entre os dois países.

A esposa do caminhoneiro, Ivanete da Silva andrade, de 37 anos, que está em Brasileia, espera que o marido seja liberado após o acordo. Uma audiência está marcada para terça-feira (31). Ela reclama que os bolivianos cobraram uma propina de U$ 2 mil, o que equivale a mais de R$ 6 mil, para que o caminheiro não fosse encaminhado para o presídio. “Nós pagamos, mas mesmo assim, levaram o meu marido para o presídio. Agora eles pedem U$ 10 mil [R$ 32 mil] de fiança, para que ele possa ficar em liberdade”, afirma.

Ivanete espera que o acordo realmente seja a solução dos problemas, mas teme que os bolivianos mudem de ideia. “Desde que tudo isso começou eles vivem mudando de ideia, uma hora dizem outras, depois mudam, pedem outra coisa. Não dá para confiar”, diz.
Casada há oito anos com o caminhoneiro, Ivanete está desesperada. “Tenho problema de saúde, minhas crianças tiveram que ficar em Rio Branco. Estou aqui, porque não posso deixar meu marido jogado. Estou desesperada”, lamenta.

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Veriana Ribeiro Do G1 AC

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Inquérito apura suposta violência sexual contra menores dentro de delegacia na cidade de Epitaciolândia

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Policial é investigado por suposta violência sexual contra menores dentro de delegacia no interior do Acre – Foto: Alexandre Lima

O delegado-geral da Polícia Civil, Josemar Portes, publicou nesta terça-feira (26) a abertura de um processo administrativo disciplinar contra um policial civil da cidade de Epitaciolândia, que teria cometido suposta violência sexual contra uma indígena e uma menor dentro da delegacia da cidade.

O caso teria ocorrido no ano passado e a denúncia foi feita por duas menores envolvidas na morte de uma adolescente no ano passado. As duas estavam apreendidas na cela da delegacia pelo crime.

O corpo da menor foi achado pela Polícia Civil de Epitaciolândia na noite de 11 de agosto do ano passado em uma área de mata. O crime teria ocorrido no dia anterior, dia 10. A vítima foi atraída até o local, morta com um tiro de escopeta e o crime foi filmado.

Na época, dois homens foram presos, entre eles um monitorado por tornozeleira eletrônica que seria um dos mandantes do crime, e três menores, com idades entre 14 e 17 anos, foram apreendidos. A arma usada para matar a menor, uma escopeta, também foi apreendida.

A motivação para o crime, apontada pela polícia e confirmada durante o julgamento, seria porque a menor fazia parte de uma facção criminosa e queria entrar na facção dos suspeitos para repassar informações. A menina morava em Brasileia, cidade vizinha, e tinha saído com outras duas menores para passar a noite na casa de um dos suspeitos, em Epitaciolândia.

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Em agosto deste ano, quatro acusados de matar a adolescente de 13 anos foram condenados a mais de 100 anos de prisão em regime inicial fechado. A quadrilha foi condenada por um júri popular realizado no último dia 12 e que durou quase 15 horas.

‘Fato inverídico’, diz delegado

No decreto, Portes cria uma comissão para apurar a denúncia feita pelas menores apreendidas. O prazo regular para instrução será de 60 dias, podendo ser prorrogado pelo mesmo período.

O delegado da cidade, Luis Tonini, saiu em defesa do servidor e disse que, por estarem envolvidas em um crime de grande repercussão na região, as menores fizeram a denúncia como forma de desvirtuar a ocorrência que foi grave e tirá-las do foco.

“Tenho plena convicção que esse fato é inverídico. Tudo isso não passa de falácia, mas, logicamente, é o trabalho da administração da Polícia Civil de investigar até mesmo para constatar a inocência do servidor. No dia da apreensão dessas menores, nossas diligências terminaram bem tarde e não teve esse tipo de ocorrência na delegacia. A gente só fica triste porque isso macula a imagem de um servidor que não tem qualquer outro procedimento administrativo. Isso é para desviar o foco da investigação que foi feita que resultou, inclusive, na condenação das pessoas envolvidas”, pontua. Mais informações no G1 Acre

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Delegado Luis Tonini diz que denúncia não é verdadeira – Foto: Anny Barbosa

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Veja o Vídeo Abaixo: Vereadora Neiva Badotti – “Não me manda recado, mais! Este tipo de recado é de quem deve, é de quem está com medo, eu vou continuar fiscalizando, denunciando doa a quem doer. Eu tenho certeza que essas denuncias não vão passar despercebidas, eu confio plenamente no Poder Judiciário na Policia Federal que não vão usar dois pesos e duas medidas para ninguém. Ninguém está acima da Lei, nem a senhora prefeita, nem o Governo do Estado e nem o presidente da República interfere na PF, não me mande mais recado!!”, concluiu a parlamentar.

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