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Policias Civil e Militar desarticulam quadrilha em Xapuri

Também foi localizado no interior da casa, uma quantia de R$ 645,75 divididos em dinheiro e moedas além de material utilizado para a embalagem

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Também foi localizado no interior da casa, uma quantia de R$ 645,75 divididos  em dinheiro e moedas além de material utilizado para a embalagem 

Nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira, 16, o Serviço de Inteligência da Polícia Civil sob a chefia do APC Eurico, estava monitorando uma residência no Bairro Laranjal, localizado na cidade de Xapuri, quando percebeu uma movimentação suspeita no interior da casa.

Parte dos produtos apreendidos durante ação dos policiais civis e militares de Xapuri – Foto: Amax Xapuri

Parte dos produtos apreendidos durante ação dos policiais civis e militares de Xapuri – Foto: Amax Xapuri

Foi quando pediu apoio da Polícia Militar de Xapuri para que realizassem o cerco a residência. Prontamente as viaturas se deslocaram para apoiar na ocorrência. Quando chegaram ao local adentraram a residência onde três suspeitos encontravam-se.

Logo as buscas foram iniciadas e foi localizado em um colchão velho, algumas “cabecinhas” e uma pedra maior de substância entorpecente. Foi dado voz de prisão aos delinquentes e as buscas continuaram.

Também foi localizado no interior da casa, uma quantia de R$ 645,75 divididos  em dinheiro e moedas além de material utilizado para a embalagem do entorpecente. Nessa casa foram presas duas pessoas e um adolescente apreendido.

Jociclei Souza de Jesus (21), João Barros da Silva, (20) e o menor de 17 anos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil, presos e apreendido em flagrante por tráfico de drogas.

Ainda durante as buscas na residência o investigador Eurico informou para a guarnição de serviço da PM que Antônio dos Santos Rodrigues, vulgo Farofino‘  estava na residência quando ele fazia o monitoramento, mas que em seguida saiu para outra residência que fica nas proximidades.

A guarnição iniciou buscas no sentido de localizar Farofino. Ele foi localizado em sua residência onde recebeu voz de prisão vindo a reagir mas foi contido pela guarnição. Foi preso em flagrante delito por tráfico de drogas, resistência a prisão e ameaça.

Ainda durante diligência policial, a guarnição deslocou-se a segunda casa que ‘Farofino’ havia visitado momentos antes. Durante as buscas foi encontrado uma arma de fogo tipo garrucha, calibre 22 municiada e mais 16 munições calibre 22 intactas.

Ainda durante as buscas foi localizado três ‘cabecinhas’ de maconha e mais uma embalagem com uma maior quantidade do produto entorpecente. Além disso foi encontrado vasto material para embalagem da droga como: linhas, tesoura, sacos plástico, filme plástico e mais uma caixa contendo aproximadamente R$ 200 reais, maior parte e moedas e outra parte em cédulas.

Foi dado voz de prisão por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo ao nacional Raimundo Andrade de Oliveira, vulgo “Jabota” do Laranjal que foi encaminhado para a DP para os procedimentos da polícia judiciária

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Operação apura esquema de compra de votos nas eleições municipais de 2020 em Tarauacá

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Operação da PF apura esquema de compra de votos nas eleições municipais de 2020 no AC — Foto: Arquivo/PF-AC

A Polícia federal e o Ministério Público Eleitoral deflagraram, nesta quarta-feira (25), a operação “Klerotorion” para apurar crimes de corrupção eleitoral ativa e passiva, associação criminosa e peculato ocorridos durante as eleições municipais de 2020 em Tarauacá, no interior do Acre.

Ao todo, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nas casas dos investigados. Conforme a PF, as investigações começaram em agosto do ano passado, quando foi descoberto um esquema de compra de votos operado por associação criminosa formada por um vereador, dois ex-secretários de saúde e um servidor público municipal. A polícia não divulgou os nomes dos alvos.

As investigações apontaram que os candidatos investigados negociaram votos com eleitores para os cargos de prefeito e vereador da cidade de Tarauacá. Ainda segundo a PF, eles entregavam aos eleitores vantagens como dinheiro, passagens rodoviárias, gêneros alimentícios e outros.

Durantes as diligências policiais, ficou constatado que parte dos recursos usados na compra de votos era do cofre público, o que também caracteriza o crime de peculato. Por isso, os investigados podem responder pelos crimes de corrupção eleitoral, associação criminosa e peculato. Cerca de 16 policiais federais participaram da operação. Com informações do G1 Acre.

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