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Polícia prende acusado de praticar vários assaltos a comércios

Graças ao sistema de segurança do local, os dois foram reconhecidos.

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Graças ao sistema de segurança do local, os dois foram reconhecidos. 

O jovem Wílson Magalhães da Silva, 23 anos

O jovem Wílson Magalhães da Silva, 23 anos

Escrito Por Agência ContilNet

Ele é acusado de ter assaltado uma vídeo locadora na rua Hugo Carneiro, no bairro do Bosque.

O jovem Wílson Magalhães da Silva, 23 anos, foi preso na manhã desta terça-feira (17), no bairro das Placas, em sua casa.

A prisão foi efetuada por policiais civis do GAPC (Grupo de Apoio da Polícia Civil); contra Wílson, pesam várias acusações de assaltos em Rio Branco, tendo ele sido reconhecido em pelo menos sete deles.

Ele é acusado de ter assaltado uma vídeo locadora na rua Hugo Carneiro, no bairro do Bosque, no dia 4 de agosto deste ano.

Na ocasião, juntamente com um comparsa de 17 anos, a dupla, em posse de duas armas de fogo, rendeu funcionários do local, levando dinheiro e aparelhos de vídeo games.

Graças ao sistema de segurança do local, os dois foram reconhecidos. O menor de 17 anos foi apreendido e conduzido à Delegacia do Menor. Wílson, segundo a polícia, é acusado da prática de assaltos em comércios e roubos de motos.

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Operação apura esquema de compra de votos nas eleições municipais de 2020 em Tarauacá

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Operação da PF apura esquema de compra de votos nas eleições municipais de 2020 no AC — Foto: Arquivo/PF-AC

A Polícia federal e o Ministério Público Eleitoral deflagraram, nesta quarta-feira (25), a operação “Klerotorion” para apurar crimes de corrupção eleitoral ativa e passiva, associação criminosa e peculato ocorridos durante as eleições municipais de 2020 em Tarauacá, no interior do Acre.

Ao todo, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nas casas dos investigados. Conforme a PF, as investigações começaram em agosto do ano passado, quando foi descoberto um esquema de compra de votos operado por associação criminosa formada por um vereador, dois ex-secretários de saúde e um servidor público municipal. A polícia não divulgou os nomes dos alvos.

As investigações apontaram que os candidatos investigados negociaram votos com eleitores para os cargos de prefeito e vereador da cidade de Tarauacá. Ainda segundo a PF, eles entregavam aos eleitores vantagens como dinheiro, passagens rodoviárias, gêneros alimentícios e outros.

Durantes as diligências policiais, ficou constatado que parte dos recursos usados na compra de votos era do cofre público, o que também caracteriza o crime de peculato. Por isso, os investigados podem responder pelos crimes de corrupção eleitoral, associação criminosa e peculato. Cerca de 16 policiais federais participaram da operação. Com informações do G1 Acre.

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