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Policia Militar invade presídio na capital para realizar “faxina geral”

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Um verdadeiro exército formado por policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope)

Agentes penitenciários e policiais civis realizam neste momento uma revista dentro do presídio Francisco de Oliveira Conde. A ação foi deflagrada após a publicação de um vídeo, onde detentos ameaçam cometer novos assassinatos de agentes penitenciários na capital.

Os policiais realizam a ofensiva ‘surpresa’ com objetivo de encontrar aparelhos telefônicos, armas, drogas e outros e, ainda, impor a força policial dentro do presídio, após serem também afrontadas no vídeo supostamente gravado de dentro do presídio.

No vídeo, os prováveis detentos ameaçam de forma clara e direta não somente os agentes penitenciários, mas também a sociedade de forma generalizada e o poder público, uma vez que ameaçam cometer uma série de atentados à delegacias, viaturas policiais, incêndio de ônibus e finalizam convidando a polícia para um enfrentamento, conforme parte do vídeo publicado nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira (06).

“É se começar a bater em “nois”, vai começar a morrer agente que nem presta, tá ligado, porque “nois” num tem nada a perder não, “nois” já tamo preso, porque o crime fortalece o crime, tá entendendo!? O nosso arsenal é só metralhadora, fuzil e pistola, se quiser bater de frente “nois” tamo ai”, declaram os mascarados ao dispararem ameaças de mortes e oferecem riscos à ordem pública no Estado.

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Ângela Rodrigues, ac24horas

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Inquérito apura suposta violência sexual contra menores dentro de delegacia na cidade de Epitaciolândia

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Policial é investigado por suposta violência sexual contra menores dentro de delegacia no interior do Acre – Foto: Alexandre Lima

O delegado-geral da Polícia Civil, Josemar Portes, publicou nesta terça-feira (26) a abertura de um processo administrativo disciplinar contra um policial civil da cidade de Epitaciolândia, que teria cometido suposta violência sexual contra uma indígena e uma menor dentro da delegacia da cidade.

O caso teria ocorrido no ano passado e a denúncia foi feita por duas menores envolvidas na morte de uma adolescente no ano passado. As duas estavam apreendidas na cela da delegacia pelo crime.

O corpo da menor foi achado pela Polícia Civil de Epitaciolândia na noite de 11 de agosto do ano passado em uma área de mata. O crime teria ocorrido no dia anterior, dia 10. A vítima foi atraída até o local, morta com um tiro de escopeta e o crime foi filmado.

Na época, dois homens foram presos, entre eles um monitorado por tornozeleira eletrônica que seria um dos mandantes do crime, e três menores, com idades entre 14 e 17 anos, foram apreendidos. A arma usada para matar a menor, uma escopeta, também foi apreendida.

A motivação para o crime, apontada pela polícia e confirmada durante o julgamento, seria porque a menor fazia parte de uma facção criminosa e queria entrar na facção dos suspeitos para repassar informações. A menina morava em Brasileia, cidade vizinha, e tinha saído com outras duas menores para passar a noite na casa de um dos suspeitos, em Epitaciolândia.

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Em agosto deste ano, quatro acusados de matar a adolescente de 13 anos foram condenados a mais de 100 anos de prisão em regime inicial fechado. A quadrilha foi condenada por um júri popular realizado no último dia 12 e que durou quase 15 horas.

‘Fato inverídico’, diz delegado

No decreto, Portes cria uma comissão para apurar a denúncia feita pelas menores apreendidas. O prazo regular para instrução será de 60 dias, podendo ser prorrogado pelo mesmo período.

O delegado da cidade, Luis Tonini, saiu em defesa do servidor e disse que, por estarem envolvidas em um crime de grande repercussão na região, as menores fizeram a denúncia como forma de desvirtuar a ocorrência que foi grave e tirá-las do foco.

“Tenho plena convicção que esse fato é inverídico. Tudo isso não passa de falácia, mas, logicamente, é o trabalho da administração da Polícia Civil de investigar até mesmo para constatar a inocência do servidor. No dia da apreensão dessas menores, nossas diligências terminaram bem tarde e não teve esse tipo de ocorrência na delegacia. A gente só fica triste porque isso macula a imagem de um servidor que não tem qualquer outro procedimento administrativo. Isso é para desviar o foco da investigação que foi feita que resultou, inclusive, na condenação das pessoas envolvidas”, pontua. Mais informações no G1 Acre

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Delegado Luis Tonini diz que denúncia não é verdadeira – Foto: Anny Barbosa

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Veja o Vídeo Abaixo: Vereadora Neiva Badotti – “Não me manda recado, mais! Este tipo de recado é de quem deve, é de quem está com medo, eu vou continuar fiscalizando, denunciando doa a quem doer. Eu tenho certeza que essas denuncias não vão passar despercebidas, eu confio plenamente no Poder Judiciário na Policia Federal que não vão usar dois pesos e duas medidas para ninguém. Ninguém está acima da Lei, nem a senhora prefeita, nem o Governo do Estado e nem o presidente da República interfere na PF, não me mande mais recado!!”, concluiu a parlamentar.

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