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Polícia cumpre 28 mandados judiciais de prisão e de busca e apreensão na 2ª fase da Operação Open Source

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Mandados são cumpridos em Rio Branco, Porto Acre e Santa Rosa do Purus – Foto: Arquivo/Gaeco

O Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e a Polícia Militar do Acre cumpriram, nesta terça-feira (9), 28 mandados judiciais de prisão e de busca e apreensão na 2ª fase da Operação Open Source, em três cidades do Acre.

A ação tem como objetivo de prender integrantes de uma organização criminosa com atuação nacional, de origem no Estado do Rio de Janeiro. Os mandados estão sendo cumpridos em Rio Branco, Porto Acre e Santa Rosa do Purus. Além de promotores de Justiça, estão mobilizados 100 policiais militares.

Após três meses de investigação, o Gaeco e a polícia conseguiram cruzar elementos captados em fontes abertas, como redes sociais e publicações realizadas pelos próprios investigados com outros elementos de prova.

Conforme o Ministério Público do Acre (MP-AC), nas publicações, os criminosos faziam promoção da organização criminosa. Além das prisões e buscas, foi determinada ainda pelo Juízo da Vara de Delitos de Organização Criminosa a preservação dos perfis e postagens realizadas pelos investigados nas redes sociais.

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Essa mesma metodologia foi usada na 1ª fase da operação, deflagrada em maio deste ano e que levou à prisão 28 integrantes da mesma organização criminosa. Na época, o Gaeco e a PM-AC cumpriram 47 mandados judiciais. Do G1 Acre

Segunda fase de operação contra grupo que promovia facções nas redes sociais no AC é deflagrada – Foto: Arquivo/Gaeco

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Veja o Vídeo Abaixo: O vice-governador Wherles Rocha (PSL) e sua irmã, a pré-candidata ao governo Mara Rocha (PL), usaram suas redes sociais para gravar uma live e juntos debateram diversos problemas relacionados ao governo de Gladson Cameli (PP) e as inúmeras operações que vem sendo realizados ao longo da gestão de Gladson Cameli. Mara Rocha (PL) que é cotada para disputar o Palácio Rio Branco em 2022, não poupou críticas ao que chamou de Governo da corrupção e destacou que o governo Gladson (que tanto criticou o PT) tem superado em se tratando de corrupção.

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Operação da PF tenta prender chefe de facção que tem vida de luxo no RJ e está foragido do Acre desde 2017

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Polícia cumpre mandados no AC e mais três estados contra organização criminosa que lavava dinheiro do tráfico — Foto: Arquivo/PF-AC

A operação Héstia, da Polícia Federal, está cumprindo 47 ordens judiciais nesta quarta-feira (1) e tenta prender o principal chefe da organização criminosa, que está foragido do sistema prisional do Acre desde 2017. Adayldo de Freitas Ferreira conseguiu fugir do Hospital Santa Casa de Misericórdia, em Rio Branco, após fazer um buraco no forro do banheiro do apartamento que estava internado.

Os policiais foram até a comunidade Maré, no Rio de Janeiro, para cumprir dois mandados de prisão e dois de busca e apreensão expedidos pela Justiça acreana. No entanto, segundo a PF-AC, ao chegarem na entrada da comunidade, eles foram recebidos a tiros. Durante a ação, os policiais apreenderam um fuzil, carregadores de fuzil, uma pistola, munições, granada, drogas e rádios comunicadores.

A informação da PF-AC é que o chefe da organização criminosa ostentava uma vida de luxo na comunidade da Maré. O criminoso – apontado pelas forças de segurança pública do Acre como o mais procurado do estado – construiu um imóvel de luxo dentro da comunidade que contava com piscina e banheira de hidromassagem. Ele conseguiu fugir com ajuda de traficantes locais.

A operação deflagrada nesta quarta contou com o apoio operacional de policiais federais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes do Rio de Janeiro e de policiais militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) do estado do Rio de Janeiro.

Força-tarefa

Para combater a organização criminosa que lavava dinheiro do tráfico de drogas e que atuava em no Acre e mais três estados brasileiros, a polícia deflagrou nesta quarta-feira (1) a operação Héstia.

A ação é feita pela força-tarefa de Segurança Pública do Acre, composta pela Polícia Federal, Polícia Civil e Polícia Militar. Entre os mandados cumpridos são 37 de busca e apreensão e 10 de prisão preventiva nas cidades acreanas de Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Epitaciolândia, além do Rio de Janeiro, Natal (RN) e Boca do Acre, no Amazonas.

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A investigação começou em janeiro deste ano e revelou um esquema responsável pela administração de valores obtidos de fontes ilícitas, no caso o tráfico de drogas que eram movimentados através de empresas “laranjas”. O objetivo do grupo criminoso era ocultar bens e valores, dissimular a origem do recurso e reinserir esses valores no mercado com aparência de legalidade.

Para lavar o dinheiro, o grupo, que segundo a polícia era liderado pelo empresário acreano, Erico Batista de Souza do ramo de venda de extintores, usava sete empresas sediadas em Rio Branco, Epitaciolândia e Cruzeiro do Sul a fim de simular o funcionamento regular dos estabelecimentos e justificar os valores e bens obtidos com o lucro do tráfico interestadual de drogas. Não conseguimos contato com a defesa de Souza até última atualização desta reportagem.

Empresário acreano do ramo de venda de extintores usava sete empresas no AC para lavar dinheiro, diz PF — Foto: Arquivo pessoal

O chefe da força tarefa de segurança pública do Acre, Otávio Fonseca informou que o grupo praticava lavagem de dinheiro, pelo menos, desde 2014. Segundo ele, o primeiro ato de lavagem deles foi identificado pela transferência de um veículo de luxo de Natal para Rio Branco.

“são sete empresas de venda de extintores, duas delas fictícias, só existem no papel, cinco existem mas nossa investigação revelou que não funcionam como empresa regular, só funcionam como empresa de fachada. Elas atuavam basicamente para lavagem de dinheiro proveniente do tráfico interestadual de drogas, praticado por esse núcleo de traficantes”, informou Fonseca.

Ainda conforme a polícia, o grupo criminoso movimentou mais de R$ 43 milhões de reais em suas contas bancárias durante o período investigado, grande parte através de transações em espécie, inclusive para o exterior e investimentos em gado e imóveis. Ao todo, foram bloqueados judicialmente mais de R$ 19 milhões em bens da organização criminosa.

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Os investigados devem ser indiciados pelos crimes de integrar organização criminosa, lavagem de dinheiro e tráfico interestadual de droga.

“São apreensões vultosas, apenas uma das casas possui valor aproximado de R$ 2 milhões, com certeza irá ter muita repercussão dentro da organização criminosa, uma vez que irá descapitalizá-la, diminuindo seu poderio econômico. A gente acredita que há muitos anos já vinham operando aqui dentro de Rio Branco, com remessas de drogas para outros estados da federação, tanto que conseguiram criar um patrimônio vultoso, são fazendas grandes, avaliadas em mais de R$ 5 milhões, já com rebanho dentro, que ainda irá elevar ainda mais o valor dessas apreensões”, afirmou o delegado de Polícia Civil, Pedro Buzolin. Por G1 Acre.

Criminoso foragido do Acre vivia vida de luxo no Rio de Janeiro, diz Polícia Federal — Foto: Arquivo/PF-AC

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Veja o Vídeo Abaixo: A presidente do SINTEAC Rosana Nascimento, falando sobre o Abono da rede municipal de Rio Branco.. “É o governador Gladson Cameli e suas presepadas…ele não respeita a Educação do Estado, não respeita os professores…ele nem sabe os valores que serão pagos.. nós estamos pedindo esse abano e o governo e a secretaria não nos recebe”, diz presidente do SINTEAC Rosana Nascimento.

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