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No AC, operação ‘Delegado Carioca’ apreende quase 300 kg de maconha

Três pessoas foram presas, dentre elas um caminhoneiro que vinha do MS. Na ocasião, Polícia Civil também apreendeu em torno de R$ 12 mil.

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Três pessoas foram presas, dentre elas um caminhoneiro que vinha do MS. Na ocasião, Polícia Civil também apreendeu em torno de R$ 12 mil.

Operação leva nome de delegado morto durante ação em Xapuri

Operação leva nome de delegado morto durante ação em Xapuri

A Operação Delegado Carioca, da Polícia Civil, prendeu três homens, ainda no domingo (1), suspeitos de participação em esquema de tráfico de drogas. De acordo com o delegado Pedro Paulo Buzolin, responsável pelas investigações, com um dos suspeitos, um caminhoneiro que transportava banana do Mato Grosso do Sul para o Acre, foram apreendidos 289 kg de maconha prensada, no bairro Cidade Nova.

Buzolin afirma que a polícia já estava monitorando há uma semana um dos suspeitos, apontado como o chefe do esquema. “Na verdade, estávamos monitorando uma das pessoas presas, porque já sabíamos que ele praticava o tráfico de drogas em Rio Branco. Sabíamos também que ele receberia uma quantidade de drogas. Então, passamos a fazer a vigilância dele, desde sexta-feira [30], com revezamento de policiais e conseguimos identificar esse carregamento estacionado no bairro Cidade Nova”, diz.

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Segundo o delegado, além da maconha, a polícia apreendeu em torno de R$ 12 mil em espécie, que estava com o suposto chefe do esquema. O terceiro suspeito preso, de acordo com as investigações, seria responsável por arregimentar caminhoneiros para a realização do transporte da droga com destino ao Acre e também para outros estados do país.

“A droga foi pesada na Delegacia de Repressão a Entorpecentes [DRE] e atingiu a soma de 289kg de maconha retirada de circulação. Essa droga tem uma valor de mais de R$ 1 milhão, é muito dinheiro. A maconha estava em poder do caminheiro no bairro Cidade Nova. Essa pessoa foi retirada de circulação”, acrescenta Buzolin.

De acordo com o secretário de Polícia Civil, Carlos Portela, as investigações devem continuar para verificar se houve a participação de mais pessoas no esquema. “Todo mundo foi preso, mas logicamente as investigações continuam para verificar a participação de outras pessoas no caso. A Polícia Civil, através da DRE, continuará atuando de maneira forte não só no atacado, mas também no varejo para evitar a distribuição de drogas”, fala.

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Para o secretário de Segurança Pública, Emylson Farias, o foco da polícia para alcançar resultados positivos na luta contra tráfico tem sido a prevenção e repressão. “Vamos continuar firmes combatendo o tráfico de drogas e fazendo também a prevenção para que continuemos protegendo nossas famílias do Acre”, acrescenta.

O nome da operação, Delegado Carioca, foi escolhido em homenagem a Antônio Carlos Marques de Melo, de 34 anos, que morreu, no dia 8 de janeiro deste ano, após passar 25 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em Rio Branco. O delegado foi baleado durante uma operação policial, no dia 14 de dezembro de 2014, para prender um homem suspeito de matar a filha da namorada em Xapuri, distante 188 km da capital.

Aline Nascimento e Caio Fulgêncio Do G1 AC

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Inquérito apura suposta violência sexual contra menores dentro de delegacia na cidade de Epitaciolândia

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Policial é investigado por suposta violência sexual contra menores dentro de delegacia no interior do Acre – Foto: Alexandre Lima

O delegado-geral da Polícia Civil, Josemar Portes, publicou nesta terça-feira (26) a abertura de um processo administrativo disciplinar contra um policial civil da cidade de Epitaciolândia, que teria cometido suposta violência sexual contra uma indígena e uma menor dentro da delegacia da cidade.

O caso teria ocorrido no ano passado e a denúncia foi feita por duas menores envolvidas na morte de uma adolescente no ano passado. As duas estavam apreendidas na cela da delegacia pelo crime.

O corpo da menor foi achado pela Polícia Civil de Epitaciolândia na noite de 11 de agosto do ano passado em uma área de mata. O crime teria ocorrido no dia anterior, dia 10. A vítima foi atraída até o local, morta com um tiro de escopeta e o crime foi filmado.

Na época, dois homens foram presos, entre eles um monitorado por tornozeleira eletrônica que seria um dos mandantes do crime, e três menores, com idades entre 14 e 17 anos, foram apreendidos. A arma usada para matar a menor, uma escopeta, também foi apreendida.

A motivação para o crime, apontada pela polícia e confirmada durante o julgamento, seria porque a menor fazia parte de uma facção criminosa e queria entrar na facção dos suspeitos para repassar informações. A menina morava em Brasileia, cidade vizinha, e tinha saído com outras duas menores para passar a noite na casa de um dos suspeitos, em Epitaciolândia.

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Em agosto deste ano, quatro acusados de matar a adolescente de 13 anos foram condenados a mais de 100 anos de prisão em regime inicial fechado. A quadrilha foi condenada por um júri popular realizado no último dia 12 e que durou quase 15 horas.

‘Fato inverídico’, diz delegado

No decreto, Portes cria uma comissão para apurar a denúncia feita pelas menores apreendidas. O prazo regular para instrução será de 60 dias, podendo ser prorrogado pelo mesmo período.

O delegado da cidade, Luis Tonini, saiu em defesa do servidor e disse que, por estarem envolvidas em um crime de grande repercussão na região, as menores fizeram a denúncia como forma de desvirtuar a ocorrência que foi grave e tirá-las do foco.

“Tenho plena convicção que esse fato é inverídico. Tudo isso não passa de falácia, mas, logicamente, é o trabalho da administração da Polícia Civil de investigar até mesmo para constatar a inocência do servidor. No dia da apreensão dessas menores, nossas diligências terminaram bem tarde e não teve esse tipo de ocorrência na delegacia. A gente só fica triste porque isso macula a imagem de um servidor que não tem qualquer outro procedimento administrativo. Isso é para desviar o foco da investigação que foi feita que resultou, inclusive, na condenação das pessoas envolvidas”, pontua. Mais informações no G1 Acre

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Delegado Luis Tonini diz que denúncia não é verdadeira – Foto: Anny Barbosa

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Veja o Vídeo Abaixo: Vereadora Neiva Badotti – “Não me manda recado, mais! Este tipo de recado é de quem deve, é de quem está com medo, eu vou continuar fiscalizando, denunciando doa a quem doer. Eu tenho certeza que essas denuncias não vão passar despercebidas, eu confio plenamente no Poder Judiciário na Policia Federal que não vão usar dois pesos e duas medidas para ninguém. Ninguém está acima da Lei, nem a senhora prefeita, nem o Governo do Estado e nem o presidente da República interfere na PF, não me mande mais recado!!”, concluiu a parlamentar.

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