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Motorista que atropelou 17 pessoas se negou a fazer teste do bafômetro

Defesa alega que jovem fugiu com medo dos populares. De acordo com delegado suspeito deve responder por tentativa de homicídio.

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Defesa alega que jovem  fugiu com medo dos populares. De acordo com delegado suspeito deve responder por tentativa de homicídio.

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Screen-Shot-2015-03-18-at-13.05.10Renan Eduardo da Silva Brito, de 21 anos, suspeito de atropelar  17 pessoas enquanto conduzia um carro modelo Saveiro no bairro João Alves, em Cruzeiro do Sul (AC) na ultima terça-feira (17), e fugir do local após o acidente, se negou a realizar o teste do bafômetro na Delegacia Geral do município, para onde foi conduzido após ser preso em flagrante pela Polícia Militar na casa de familiares.

Mesmo se negando a fazer o teste, foi constatado que o rapaz estava embriagado com base no boletim confeccionado pela Policia Militar que verifica alterações dos sinais psicomotores.

“Diante do relatório e do depoimento dos policiais militares que atenderam a ocorrência o motorista foi indiciado por tentativa de homicídio. Nós vamos indiciá-lo neste artigo 121 na forma do artigo 14, que é a tentativa de homicídio, tendo em vista a convicção de que houve um dolo eventual, e a omissão de socorro”, explicou o delegado responsável pela investigação Vinícius Almeida.

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Na manhã desta quarta-feira (18) diversos familiares das vítimas procuraram a delegacia geral para registrar queixa. O estudante Leonardo Olanda, de 17 anos, foi uma das pessoas atingidas pelo veículo.

“Nós vínhamos descendo a ladeira, e um carro desceu, e logo depois voltou com toda velocidade e bateu em nós. Foi um susto muito grande”, contou o jovem.

O advogado do suspeito, Aroldo Cordeiro, disse que as famílias das vítimas estão sendo assistidas e que o jovem não permaneceu no local do acidente em razão de ameaças de populares. Ele conta que o acidente aconteceu após o jovem bater em uma motocicleta que trafegava na mesma direção, e perder dessa forma o controle do veículo.

“Ele se evadiu do local por ouvir de alguns populares pronunciamentos como: Vamos linchar, vamos queimar o carro. E temendo pela sua vida ele foi para um local seguro e ligou para alguns médicos e pediu a ajuda”, alegou a defesa do suspeito.

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De acordo com informações do Hospital Regional do Vale do Juruá, das 17 pessoas que deram entrada na unidade apenas três ficaram em observação, sendo a criança de um ano e meio , com traumatismo craniano leve, e foi liberada na mesma noite, a mãe da criança que precisou passar por cirurgia após ter a clavícula fraturada e uma senhora de 40 anos com fratura no braço.

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Por Vanísia Nery: Com informações de Erisney Mesquita

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Inquérito apura suposta violência sexual contra menores dentro de delegacia na cidade de Epitaciolândia

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Policial é investigado por suposta violência sexual contra menores dentro de delegacia no interior do Acre – Foto: Alexandre Lima

O delegado-geral da Polícia Civil, Josemar Portes, publicou nesta terça-feira (26) a abertura de um processo administrativo disciplinar contra um policial civil da cidade de Epitaciolândia, que teria cometido suposta violência sexual contra uma indígena e uma menor dentro da delegacia da cidade.

O caso teria ocorrido no ano passado e a denúncia foi feita por duas menores envolvidas na morte de uma adolescente no ano passado. As duas estavam apreendidas na cela da delegacia pelo crime.

O corpo da menor foi achado pela Polícia Civil de Epitaciolândia na noite de 11 de agosto do ano passado em uma área de mata. O crime teria ocorrido no dia anterior, dia 10. A vítima foi atraída até o local, morta com um tiro de escopeta e o crime foi filmado.

Na época, dois homens foram presos, entre eles um monitorado por tornozeleira eletrônica que seria um dos mandantes do crime, e três menores, com idades entre 14 e 17 anos, foram apreendidos. A arma usada para matar a menor, uma escopeta, também foi apreendida.

A motivação para o crime, apontada pela polícia e confirmada durante o julgamento, seria porque a menor fazia parte de uma facção criminosa e queria entrar na facção dos suspeitos para repassar informações. A menina morava em Brasileia, cidade vizinha, e tinha saído com outras duas menores para passar a noite na casa de um dos suspeitos, em Epitaciolândia.

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Em agosto deste ano, quatro acusados de matar a adolescente de 13 anos foram condenados a mais de 100 anos de prisão em regime inicial fechado. A quadrilha foi condenada por um júri popular realizado no último dia 12 e que durou quase 15 horas.

‘Fato inverídico’, diz delegado

No decreto, Portes cria uma comissão para apurar a denúncia feita pelas menores apreendidas. O prazo regular para instrução será de 60 dias, podendo ser prorrogado pelo mesmo período.

O delegado da cidade, Luis Tonini, saiu em defesa do servidor e disse que, por estarem envolvidas em um crime de grande repercussão na região, as menores fizeram a denúncia como forma de desvirtuar a ocorrência que foi grave e tirá-las do foco.

“Tenho plena convicção que esse fato é inverídico. Tudo isso não passa de falácia, mas, logicamente, é o trabalho da administração da Polícia Civil de investigar até mesmo para constatar a inocência do servidor. No dia da apreensão dessas menores, nossas diligências terminaram bem tarde e não teve esse tipo de ocorrência na delegacia. A gente só fica triste porque isso macula a imagem de um servidor que não tem qualquer outro procedimento administrativo. Isso é para desviar o foco da investigação que foi feita que resultou, inclusive, na condenação das pessoas envolvidas”, pontua. Mais informações no G1 Acre

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Delegado Luis Tonini diz que denúncia não é verdadeira – Foto: Anny Barbosa

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Veja o Vídeo Abaixo: Vereadora Neiva Badotti – “Não me manda recado, mais! Este tipo de recado é de quem deve, é de quem está com medo, eu vou continuar fiscalizando, denunciando doa a quem doer. Eu tenho certeza que essas denuncias não vão passar despercebidas, eu confio plenamente no Poder Judiciário na Policia Federal que não vão usar dois pesos e duas medidas para ninguém. Ninguém está acima da Lei, nem a senhora prefeita, nem o Governo do Estado e nem o presidente da República interfere na PF, não me mande mais recado!!”, concluiu a parlamentar.

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