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Jovem que foi estuprada de forma brutal e espancada por criminosos não resiste e morre após 41 dias em coma

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Revelações sobre o caso da jovem Cinthia Campos supostamente estuprada em Brasiléia – Foto: Reprodução

A jovem Cinthia Campos, de 24 anos, que estava na Capital em coma a 42 dias, não resistiu e faleceu nesta terça-feira, 30 de novembro. O caso ainda vem sendo investigado pela delegacia de Brasiléia, sendo coordenado pela delegada titular, Carla Ivane.

Rumores de sua morte foi circulado em grupos nas redes sociais. O jornal oaltoacre entrou em contato com a delegada, que retornou confirmando oficialmente o falecimento de Cinthia.

A morte da jovem vem sendo investigado em duas frentes. Uma seria o abuso sexual (estupro) que sofreu, quando os suspeitos teriam invadido o apartamento onde morava e dividia com uma amiga, que não se encontrava no momento.

Além do estupro, foi identificado que a jovem foi enforcada, pois havia sinais de mãos em seu pescoço, além de violentada sexualmente de forma brutal e espancada pelos criminosos que teria tido o anus e vagina dilacerados, sendo necessário sua transferida com urgência para Rio Branco.

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Cinthia estava internada numa unidade semi intensiva da Fundação Hospitalar para onde foi transferida com o quadro de saúde considerado grave. Também foi informado que a jovem chegou a passar por cirurgia na cabeça e sofreu parada cardíaca no pronto socorro da capital.

Segundo a delegada Carla Ivane, o caso ainda está em aberto na tentativa de ser elucidado o mais breve possível, com identificação e localização dos possíveis suspeitos.

O corpo de Cinthia seria levado ao IML da Capital para exames cadavéricos, para depois ser liberados aos familiares.

Fonte: oaltoacre

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Operação apura esquema de compra de votos nas eleições municipais de 2020 em Tarauacá

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Operação da PF apura esquema de compra de votos nas eleições municipais de 2020 no AC — Foto: Arquivo/PF-AC

A Polícia federal e o Ministério Público Eleitoral deflagraram, nesta quarta-feira (25), a operação “Klerotorion” para apurar crimes de corrupção eleitoral ativa e passiva, associação criminosa e peculato ocorridos durante as eleições municipais de 2020 em Tarauacá, no interior do Acre.

Ao todo, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nas casas dos investigados. Conforme a PF, as investigações começaram em agosto do ano passado, quando foi descoberto um esquema de compra de votos operado por associação criminosa formada por um vereador, dois ex-secretários de saúde e um servidor público municipal. A polícia não divulgou os nomes dos alvos.

As investigações apontaram que os candidatos investigados negociaram votos com eleitores para os cargos de prefeito e vereador da cidade de Tarauacá. Ainda segundo a PF, eles entregavam aos eleitores vantagens como dinheiro, passagens rodoviárias, gêneros alimentícios e outros.

Durantes as diligências policiais, ficou constatado que parte dos recursos usados na compra de votos era do cofre público, o que também caracteriza o crime de peculato. Por isso, os investigados podem responder pelos crimes de corrupção eleitoral, associação criminosa e peculato. Cerca de 16 policiais federais participaram da operação. Com informações do G1 Acre.

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