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Jaminawa é preso em flagrante quando estuprava índia

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Assis Brasil: Jaminawa é preso em flagrante quando estuprava índia em via pública

Inácio Agostinho Jaminawa (18) estava mantendo relações sexuais a força uma mulher

Inácio Agostinho Jaminawa (18) estava mantendo relações sexuais a força uma mulher

A pequena cidade de Assis Brasil, localizada na tríplice fronteira acreana e distante cerca de 350 km da capital, foi palco de um estupro de vulnerável durante a madrugada deste domingo, dia 24. O caso foi registrado por policiais militares após serem acionados através do número de emergência (190).

Segundo foi registrado, uma ligação anônima via 190 por volta das 2h30 da madrugada, informava que próximo a colônia dos pescadores, havia um homem agredindo e possivelmente violentando sexualmente uma mulher. Uma guarnição composta pelo 1º SGT Josedi e o 3º SGT Gilfran, se deslocaram até o local para averiguar os fatos da denuncia.

Ao chegar no local, não só foi constatado a veracidade dos fatos, como flagraram o ato de estupro em via pública. Pois havia um homem, identificado como Inácio Agostinho Jaminawa (18) estava mantendo relações sexuais a força uma mulher.

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A vítima, a também indígena da mesma etnia, Marilene Mirian Clementino Sousa Lima Jaminawa, (45), que é muda (não fala). Ao avistar a viatura, Inácio ainda tentou fugir mas foi preso em flagrante, com calça abaixo do joelho e suas genitais à mostra. Em seu poder, foi encontrado uma faca.

A vítima foi levada ao hospital local, onde foi constatado o estupro através do exame de conjunção carnal. O autor foi conduzido à delegacia, onde será autuado por estupro e ficará à disposição da justiça, podendo ser transferido ao presídio estadual na Capital nas próximas horas.

FONTE-OALTOACRE

O autor foi conduzido à delegacia, onde será autuado por estupro e ficará à disposição da justiça

O autor foi conduzido à delegacia, onde será autuado por estupro e ficará à disposição da justiça

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Homem investigado por furto de gado é preso com arma de fogo e munições durante operação da Polícia Civil

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Polícia Civil recupera 11 cabeças de gado avaliadas em mais de R$ 40 mil e devolve ao dono – Foto: Polícia Civil

Um homem investigado por furto de gado na Rodovia Transcreana, zona rural de Rio Branco, foi preso na manhã desta terça-feira (25) com uma arma de fogo e munições durante uma operação da Polícia Civil. As equipes policiais cumpriam mandados judicias contra pessoas procuradas pelo furto de animais.

Em novembro do ano passado, quatro pessoas com idades de 25, 33, 36 e 43 anos foram indiciadas pela Polícia Civil, após concluir as investigações do furto de 11 cabeças de gado na Transacrena.

Os animais foram roubados em outubro de 2021 e, após uma semana de investigação, a polícia encontrou e devolveu os animais ao dono. Os envolvidos no furto devolveram os animais após a polícia chegar até eles.

O quarteto, que inclui o gerente da propriedade, foi indiciado por abigeato – furto de animais-, associação criminosa, falsificação de documento público e uso de documento falso.

Nesta terça, os policiais da Delegacia da 1ª Regional da Polícia Civil foram cumprir mandados de busca e apreensão quando acharam a arma e munições na casa do suspeitos. Em outras residências, a polícia diz ter apreendido três pistolas de vacinação de gado e celulares.

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“À época do furto do gado foram presas quatro pessoas, a investigação continuou e hoje [terça, 25] foi presa mais uma pessoa. Conseguimos identificar mais pessoas que fazem parte dessa ação criminosa, cumprimos os mandados de busca e apreendemos celulares, documentação utilizada para transportar esse gado e uma pessoa presa por porte ilegal de arma de fogo”, destacou o coordenador da 1ª Regional, delegado Yvens Dixon.

O delegado falou que vão ser analisados os celulares apreendidos para saber se mais pessoas estão envolvidas no crime. A polícia apreendeu também Guias de Transporte Animais (GTA) falsificadas.

“Podem responder também por falsificação de documentos. Eram furtados da região da Transacreana, escondidos no Ramal do Mutum. Mesmo o transporte para curtas distâncias precisa da guia, então, como ficavam se deslocando com o gado, para evitar a localização dos animais, andavam com as guias falsas para conseguir se livrar da fiscalização”, concluiu.

Relembre o caso

Conforme a polícia, o crime ocorreu no dia 20 de outubro de 2021, quando três suspeitos entraram na propriedade da vítima e, com ajuda de um caminhão boiadeiro, levaram as vacas.

Ao todo, pelo menos quatro pessoas estão ligadas diretamente com o crime. Um deles é o gerente da fazenda onde houve o furto, um seria o suposto comprador e outro responsável pelo transporte dos animais e um quarto envolvido, a pessoa que teve a Guia de Transporte Animais (GTA) emitida no nome dela para levar o gado para Sena Madureira.

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“Tomamos conhecimento quando a vítima esteve na delegacia e começamos a investigação e chegamos à pessoa que fez o transporte e onde o gado estava. Também identificamos a pessoa que forneceu a GTA e chegamos a conclusão que eles tinham praticado o furto e resolveram devolver o gado com o argumento de que não tinham furtado”, disse o delegado Judson Barros, responsável pela investigação, na época das prisões.

O gado estava na BR-317, no Ramal do Mutum. O delegado disse que não houve prisão em flagrante, mas que pode ser pedida a preventiva dos envolvidos.

“Como se prontificaram a devolver o gado, fomos lá e entregamos ao verdadeiro dono. Agora seguimos com as investigações para encaminhar ao judiciário”, acrescentou.

O delegado disse que no local onde os animais estavam foi informado que eles tinham pulado no caminhão e entrado na propriedade e negaram o furto e por isso fizeram a devolução.

Ainda conforme a polícia, os demais envolvidos pela adulteração de documentos foram denunciados ao Instituto de Defesa Animal e Florestal (IDAF) para as providências cabíveis. Veja mais no G1 Acre 

Polícia Civil apreendeu celulares, armas e documentos falsos durante operação – Foto: Arquivo/Polícia Civil

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